| Glaucea Vacari | 14/2/2017 | Correio do Estado |
Plano de saúde Cassems foi condenado a cobrir o tratamento de uma
criança com autismo e pagar R$ 15 mil de danos morais a uma criança de 2
anos com autismo, em razão da negativa de custear o tratamento do
menino. Decisão é do juiz da 11ª Vara Cível de Campo Grande, Renato
Antônio de Liberali.
De acordo com o Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, a criança
foi diagnosticada com Transtorno do Espectro do Autismo e médicos
indiciaram tratamento multiprofissional com atendimento fonoaudiológico,
terapia ocupacional duas vezes na semana e reabilitação com psicólogos
pelo método ABA ( Applied Behavior Analysis no inglês, ou Análise do Comportamento Aplicada na tradução), o quanto antes, para melhorar as condições de vida do paciente. O Plano de saúde contratado pelo pai do menino se recusou a fornecer o
tratamento, alegando que o método ABA não estava incluso no contrato
firmado. Pais da criança entraram com ação pedindo o custeio do
tratamento.
Em sua defesa, empresa afirmou que tratamento indicado não está
previsto em resolução da Agência Nacional de Saúde Suplementar, que dita
a cobertura mínima obrigatória dos planos de saúde privados e, por
conta disso, não teria obrigação de cobrir a terapia.
Embora o juiz tenha concordado que a resolução não mencione diretamente
o autismo, ele evidenciou que se trata de um transtorno mental de
neurodesenvolvimento, o qual, segundo a Agência Nacional de Saúde, deve
ter todos os procedimentos para tratamento cobertos pelos planos de
saúde.
Magistrado destacou ainda que a prestação de assistência
médico-hospitalar está abrangida pelo Código de Defesa do Consumidor,
que autoriza a revisão pela justiça de todas as cláusulas abusivas
eventualmente inseridas no contrato com os planos de saúde. Deste modo,
determinou que restrições no número de consultas cobertas pelo plano são
nulas de pleno direito.
“Os limites apenas poderão ser estabelecidos pelo profissional,
médico, que atender o paciente, pois será o único com condições de
aferir quantas sessões de tratamento serão necessárias para cada caso e
paciente”, ressaltou o juiz.
Quanto aos danos morais, Liberali entendeu que a recusa feita pela
Cassems foi indevida, o que gerou demora no tratamento e, como
consequência, aflição psicológica e angústia do pai.
http://www.correiodoestado.com.br/cidades/campo-grande/cassems-e-condenada-a-cobrir-tratamento-de-crianca-de-2-anos-com/297838/
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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017
quinta-feira, 12 de maio de 2016
Polícia Militar amiga da gente autista
Deu no facebook:
Através do Facebook do 16° BPM, a Senhora Bianca contou a história do seu filho Arthur, que nesta terça feira, dia dez, completou seis anos de idade. Bianca contou que seu filho é portador da Síndrome de Asperger, que dificulta a socialização dele, mas que apesar disto, toda vez que Arthur vê um Policial Militar faz questão de apertar a mão dele pois diz para mãe que é seu amigo.
A admiração é tanta que Arthur pediu que o tema da sua festa de aniversário fosse a Polícia Militar, já que diz que os policiais militares são seus super heróis favoritos.
Entretanto, com a condição (e não doença, viu, família?) de Arthur, os gastos são altos e a família não teria condições de fazer uma festa, mas não deixaria passar em branco com um bolinho e a mãe pedia para, se possível, um policial ser enviado em sua residência para cantar parabéns para Arthur.
Alguns policiais, ao tomarem conhecimento da história, se mobilizaram e ajudaram a preparar a festa para Arthur, indo comemorar com ele e família mais esse aniversário, afinal de contas, "para isso que servem os amigos".
O batalhão, ainda, comenta em sua página do Facebook:
-Parabéns Arthur ! O aniversário foi seu mas quem ganhou o presente fomos nós em ter um amigo maravilhoso como você !!!
E a família agradece à loja Boca de Anjo, que ajudou com o Kit Festa.
Parabéns ao Arthur e, em especial, parabéns e obrigado ao 16º Batalhão de Polícia Militar - Olaria, aos policiais que se deslocaram até a casa do Arthur e à Boca de Anjo.
O papel da polícia não é "matar bandidos", como muita gente prega. O seu papel é dar segurança - e, na verdade, amizade é o que dá mais segurança.
O papel da polícia não é "matar bandidos", como muita gente prega. O seu papel é dar segurança - e, na verdade, amizade é o que dá mais segurança.
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Através do Facebook do 16° BPM, a Senhora Bianca contou a história do seu filho Arthur, que nesta terça feira, dia dez, completou seis anos de idade. Bianca contou que seu filho é portador da Síndrome de Asperger, que dificulta a socialização dele, mas que apesar disto, toda vez que Arthur vê um Policial Militar faz questão de apertar a mão dele pois diz para mãe que é seu amigo.

A admiração é tanta que Arthur pediu que o tema da sua festa de aniversário fosse a Polícia Militar, já que diz que os policiais militares são seus super heróis favoritos.
Entretanto, com a condição (e não doença, viu, família?) de Arthur, os gastos são altos e a família não teria condições de fazer uma festa, mas não deixaria passar em branco com um bolinho e a mãe pedia para, se possível, um policial ser enviado em sua residência para cantar parabéns para Arthur.
Alguns policiais, ao tomarem conhecimento da história, se mobilizaram e ajudaram a preparar a festa para Arthur, indo comemorar com ele e família mais esse aniversário, afinal de contas, "para isso que servem os amigos".
O batalhão, ainda, comenta em sua página do Facebook:
-Parabéns Arthur ! O aniversário foi seu mas quem ganhou o presente fomos nós em ter um amigo maravilhoso como você !!!
E a família agradece à loja Boca de Anjo, que ajudou com o Kit Festa.
Parabéns ao Arthur e, em especial, parabéns e obrigado ao 16º Batalhão de Polícia Militar - Olaria, aos policiais que se deslocaram até a casa do Arthur e à Boca de Anjo.
O papel da polícia não é "matar bandidos", como muita gente prega. O seu papel é dar segurança - e, na verdade, amizade é o que dá mais segurança.
O papel da polícia não é "matar bandidos", como muita gente prega. O seu papel é dar segurança - e, na verdade, amizade é o que dá mais segurança.
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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016
Como projetar para o autismo
| John Brownlee | 6/2/2016 | Co.Design | Trad. Argemiro Garcia |
DEIXANDO QUIETO
LUZ DE UMA SALA DE ESTAR, NÃO DE UM ESCRITÓRIO
A iluminação é uma consideração importante em qualquer espaço, mas para pacientes do CADB, era ainda mais crítica. Para algumas pessoas com autismo, a luz é um problema de Goldilocks: não pode ser muito quente, nem muito frio, muito brilhante ou fraca, dura ou artificial – nem mesmo muito natural. Ela precisa apenas ser correta.
TEXTURA É IMPORTANTE
"Assim como são hipersensível ao som, barulho e luz, muitas crianças autistas são hipersensíveis à textura de objetos físicos, à sensação física", diz Black. Isso pode ser bom e ruim. Uma criança pode ser atraída por superfícies brilhantes, escorregadias, enquanto outra pode achar uma superfície ligeiramente abrasiva insuportável ao toque.
"Há uma piada: se você conhecer uma pessoa autista, você conhece uma pessoa autista", diz Black. "Cada pessoa autista é muito diferente: é todo um espectro de diferentes condições." Isso pode tornar o design para quem tem autismo desafiador, mas como as novas instalações do Centro para Autismo e Cérebro em Desenvolvimento mostraram, não é impossível. O truque é ser sensível ao estímulo e sensação, porque as pessoas para quem você está projetando são ainda mais.
[Todas as Imagens: via DaSilva Architects]
http://www.fastcodesign.com/3054103/how-to-design-for-autism
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O ARQUITETO por trás do Centro de Autismo e Cérebro em
Desenvolvimento diz que a chave é ser sensível à luz, visão, texturas e sons.
Problema: Muitas crianças autistas são supersensíveis à
visão, audição e à sensação de seu ambiente. Assim, quando o Hospital
Presbiteriano de Nova York (New York-Presbyterian) decidiu construir um centro
de intervenção precoce para crianças autistas, precisava que fosse projetado de
acordo com as suas necessidades.
Uma em cada 68 crianças norte-americanas são diagnosticadas
com autismo, de acordo com o Center for Disease Control. A intervenção precoce
é o tratamento mais eficaz, exigindo centros dedicados, mas a
hipersensibilidade das crianças autistas ao seu ambiente torna difícil o projeto dessas
instalações.
Para projetar o novo Centro de Autismo e Cérebro em
Desenvolvimento (Center of Autism and the Developing Brain - CADB), um centro
de intervenção precoce ambulatorial para crianças autistas tão novas quanto
dezoito meses, o New York-Presbyterian voltou-se para os seus parceiros de
projeto de longa data do DaSilva Architects. Embora nunca tivesse projetado
algo para crianças autistas antes, o diretor Jacques Black disse que
trabalharam para converter um ginásio em ruínas em um ambiente confortável para
crianças autistas. Como? Prestando muita atenção às condições da textura,
acústica e iluminação - lições aplicáveis ao resto do mundo quando se trata
de projetar espaços amigáveis para autistas.
UM ESPAÇO TIPO DISNEY PARA EXPLORAR
Desde o início, o espaço escolhido para O CADB pelo New
York-Presbyterian apresentava desafios únicos. Primeiramente construído em
1924, o Ginásio Rogers "parecia um velho ginásio da escola", diz
Black, cheio de paredes de tijolos amarelos, gaiolas sobre as janelas, e uma
tendência a ser cavernosamente ecoante. Era meio assustador. "Este era o
ambiente onde deveríamos construir uma instalação para crianças ultrassensíveis
aos seus ambientes", diz ele. "Era uma charada."
Com a ajuda da nova diretora do CADB, Cathy Senhor, a
solução de DaSilva foi transformar todo o interior do ginásio em uma vila
colorida. Salas autossuficientes de tratamento, escritórios e outro espaço
fechado foram feitos na forma de pequenas e brilhantes cabanas, casas e
pavilhões, entre ruas abertas, caminhos e outros espaços de encontro centrais.
Há um céu artificial e nuvens, e o interior do centro também contém seus
parques próprios, bancos e até mesmo jardins.
Dada a sensibilidade que muitas crianças apresentam ao seu
ambiente, esses elementos de design familiares foram essenciais. Os corredores
institucionais intermináveis de muitos hospitais e clínicas, que se estendem
por uma fileira de portas indistinguíveis, pode provocar confusão e, mesmo,
terror em pacientes jovens, de acordo com pesquisa de apoio de DaSilva.
Comparativamente, CADB se parece com uma "aldeia Disney", explica-Black
– uma versão menor, mais manejável, de uma cidade com detalhes familiares como
ruas e parques – criando um ambiente
onde as crianças se sintam confortáveis.
DEIXANDO QUIETO
Para muitas pessoas autistas, acústica pode ser um problema.
Por exemplo, o zumbido aparentemente normal de luzes fluorescentes pode causar
extrema agitação. O mesmo com o som do ar condicionado ou do aquecimento. Mesmo
o som de passos, crianças brincando, ou um caminhão de lixo passando podem ser
uma distração para alguns pacientes do CADB.
Para manter o centro tranquilo, DaSilva Architects empregou
uma série de truques. As salas de tratamento foram concebidas para ser tão à
prova de som quanto possível, com carpete de absorção para amortecer gritos e
painéis de amortecimento de som nas paredes. Em áreas onde o chão não poderia
ser acarpetado, como em áreas próximas a pias, DaSilva usou piso de borracha
macia para conseguir um efeito similar. Quanto aos espaços públicos, os
arquitetos especificaram pisos de cortiça para amortecer o som de pessoas
caminhando pelo chão. Black e sua equipe ainda mudaram todos os condicionadores
de ar do edifício, caldeiras e ventilação para uma cabana ligada ao edifício
principal, eliminando totalmente seus ruídos.
LUZ DE UMA SALA DE ESTAR, NÃO DE UM ESCRITÓRIO
A iluminação é uma consideração importante em qualquer espaço, mas para pacientes do CADB, era ainda mais crítica. Para algumas pessoas com autismo, a luz é um problema de Goldilocks: não pode ser muito quente, nem muito frio, muito brilhante ou fraca, dura ou artificial – nem mesmo muito natural. Ela precisa apenas ser correta.
Para o CADB, DaSilva Architects escolheu iluminar o espaço
com uma mistura de fontes naturais e artificiais. Para a iluminação natural, as
enormes janelas do antigo ginásio mostraram-se vantajosas. "Muita
literatura sobre autismo fala contra ter muita luz natural", diz Black,
mas isso é principalmente porque grandes janelas ao nível do solo fornecem a
abundância de distrações. As janelas do Rogers Ginásio, no entanto, estão
localizadas dois metros acima do chão, dando às crianças uma sensação suave de
ar livre, sem realmente expor o que está acontecendo lá fora.
Para a iluminação artificial, DaSilva Architects optou
contra o uso total de luzes do teto, como aquelas que você encontra em muitos
escritórios, selecionando uma mistura diversificada de fontes de vez. É
verdade, ainda existem algumas luzes do teto, mas também há uso substancial de iluminação
lateral de uma variedade de fontes. Todas estas lâmpadas podem ser reguladas no
caso de um paciente reagir fortemente contra elas. O resultado é um centro que
é iluminado como uma sala de estar de uma instituição.
TEXTURA É IMPORTANTE
"Assim como são hipersensível ao som, barulho e luz, muitas crianças autistas são hipersensíveis à textura de objetos físicos, à sensação física", diz Black. Isso pode ser bom e ruim. Uma criança pode ser atraída por superfícies brilhantes, escorregadias, enquanto outra pode achar uma superfície ligeiramente abrasiva insuportável ao toque.
Não há nenhum ponto ideal entre estes dois extremos, mas
Black diz que favorecer tecidos e materiais naturais pode ajudar a encontrar um
meio termo, e é por isso que o CADB utiliza materiais como cortiça, borracha,
porcelana e lã. Outra regra de ouro é escolher materiais com as pessoas
não-autistas também se sintam bem. A maioria das pessoas prefere tocar em uma
superfície de madeira do que metal, ou caminhar sobre um carpete de tecido
plano que em um linóleo, e isso é geralmente verdade para as crianças no
espectro do autismo também.
"Há uma piada: se você conhecer uma pessoa autista, você conhece uma pessoa autista", diz Black. "Cada pessoa autista é muito diferente: é todo um espectro de diferentes condições." Isso pode tornar o design para quem tem autismo desafiador, mas como as novas instalações do Centro para Autismo e Cérebro em Desenvolvimento mostraram, não é impossível. O truque é ser sensível ao estímulo e sensação, porque as pessoas para quem você está projetando são ainda mais.
http://www.fastcodesign.com/3054103/how-to-design-for-autism
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segunda-feira, 2 de setembro de 2013
Crianças autistas não verbais com câmeras descobrem um jeito de se comunicar
| Ashley Isaacson | Autism Daily News Cast | 6/8/2013 |
Um documentário de 2009, Crianças com Câmeras, apresenta um aclamado educador norte-americano, Brad Koepenick, ensinando para crianças autistas entre 11 a 19 anos de idade a arte de fazer cinema. A oficina dura cinco dias, com cada um deles repleto de aprendizado sobre todos os aspectos de um filme, desde a concepção, a escrita, atuação, técnicas de voice-over e outros elementos. Um problema comum para o ensino efetivo de crianças autistas é a barreira de comunicação. Muitas crianças com esse diagnóstico têm dificuldade para articular pensamentos e sentimentos, relacionar-se socialmente e processar informações, especialmente em um cenário típico de sala de aula. Mas isso não significa que indivíduos autistas não têm nada a dizer ou não querem se comunicar. Só quer dizer que não podem se comunicar.
A expressão através da arte abriu um portal de e para a mente autista, o que deve colocar a arteterapia como um meio legítimo para desenvolver crianças com autismo. A produção cinematográfica - que envolve a exploração da criatividade e sua aplicação -, melhora a capacidade das crianças autistas de interagir socialmente. Dá-lhes um meio para compreender e ser compreendidas - essencialmente, para se comunicar. Koepenick observa que, apesar de a pesquisa indica que a arteterapia melhora as habilidades sociais, "estes métodos geralmente são negligenciados como ferramentas terapêuticas".
Com o esforço para se comunicar vem a frustração, e essa frustração pode ser sentida por parte da criança autista e por seus pais ou professores. Este é o caso de Forrest Sargent e seus pais. Como uma criança autista não-verbal, presa em uma mente vibrantemente ativa mas em silêncio, Sargent reagia com uma frustração violenta, até que seus pais decidiram que precisava para viver em uma casa grupal. Por acaso, seus pais descobriram o Método de Solicitação Rápida (RPM) que permitiu-lhe formar palavras usando um quadro de letramento. Através desse método, Sargent foi capaz de dizer a seus pais que queria uma câmera. Quando perguntado em uma entrevista que ele mais gosta na fotografia, Sargent responde:
- "Amo mostrar a verdade de todas as coisas." Quando questionado sobre como a fotografia faz isso, responde: - "Ela revela a luz escondida da vida."
E a fotografia revela mais sobre a mente autista. Ian Paregol, fundador do Projeto de Fotografia In-Focus, recentemente levou quatro fotógrafos autistas a Washington para fotografar as cerejeiras em flor. Há fotos das Cherry Blossom à venda no site da Community Services for Autistic Adults and Children (Serviços Comunitários para Adultos e Crianças Autistas), todas bonitas e fascinantes.
Há mais de uma maneira de se comunicar, e há mais de uma maneira de aprender. Arte e sua variedade de formas - fotografia - é um meio promissor para crianças e adultos autistas se expressarem, serem ouvidos e compreendidos. E é uma maneira de as pessoas não-autistas se sentirem mais conectadas com as pessoas do espectro autista.
Non Verbal Autistic Kids with Cameras Discover a way to Communicate
http://www.autismdailynewscast.com/non-verbal-autistic-kids-with-cameras-discover-a-way-to-communicate/1694/ashleyisaacson/
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Um documentário de 2009, Crianças com Câmeras, apresenta um aclamado educador norte-americano, Brad Koepenick, ensinando para crianças autistas entre 11 a 19 anos de idade a arte de fazer cinema. A oficina dura cinco dias, com cada um deles repleto de aprendizado sobre todos os aspectos de um filme, desde a concepção, a escrita, atuação, técnicas de voice-over e outros elementos. Um problema comum para o ensino efetivo de crianças autistas é a barreira de comunicação. Muitas crianças com esse diagnóstico têm dificuldade para articular pensamentos e sentimentos, relacionar-se socialmente e processar informações, especialmente em um cenário típico de sala de aula. Mas isso não significa que indivíduos autistas não têm nada a dizer ou não querem se comunicar. Só quer dizer que não podem se comunicar.
A expressão através da arte abriu um portal de e para a mente autista, o que deve colocar a arteterapia como um meio legítimo para desenvolver crianças com autismo. A produção cinematográfica - que envolve a exploração da criatividade e sua aplicação -, melhora a capacidade das crianças autistas de interagir socialmente. Dá-lhes um meio para compreender e ser compreendidas - essencialmente, para se comunicar. Koepenick observa que, apesar de a pesquisa indica que a arteterapia melhora as habilidades sociais, "estes métodos geralmente são negligenciados como ferramentas terapêuticas".
Com o esforço para se comunicar vem a frustração, e essa frustração pode ser sentida por parte da criança autista e por seus pais ou professores. Este é o caso de Forrest Sargent e seus pais. Como uma criança autista não-verbal, presa em uma mente vibrantemente ativa mas em silêncio, Sargent reagia com uma frustração violenta, até que seus pais decidiram que precisava para viver em uma casa grupal. Por acaso, seus pais descobriram o Método de Solicitação Rápida (RPM) que permitiu-lhe formar palavras usando um quadro de letramento. Através desse método, Sargent foi capaz de dizer a seus pais que queria uma câmera. Quando perguntado em uma entrevista que ele mais gosta na fotografia, Sargent responde:
- "Amo mostrar a verdade de todas as coisas." Quando questionado sobre como a fotografia faz isso, responde: - "Ela revela a luz escondida da vida."
E a fotografia revela mais sobre a mente autista. Ian Paregol, fundador do Projeto de Fotografia In-Focus, recentemente levou quatro fotógrafos autistas a Washington para fotografar as cerejeiras em flor. Há fotos das Cherry Blossom à venda no site da Community Services for Autistic Adults and Children (Serviços Comunitários para Adultos e Crianças Autistas), todas bonitas e fascinantes.
Há mais de uma maneira de se comunicar, e há mais de uma maneira de aprender. Arte e sua variedade de formas - fotografia - é um meio promissor para crianças e adultos autistas se expressarem, serem ouvidos e compreendidos. E é uma maneira de as pessoas não-autistas se sentirem mais conectadas com as pessoas do espectro autista.
Non Verbal Autistic Kids with Cameras Discover a way to Communicate
http://www.autismdailynewscast.com/non-verbal-autistic-kids-with-cameras-discover-a-way-to-communicate/1694/ashleyisaacson/
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quinta-feira, 22 de agosto de 2013
Campinas terá Centro de Referência para autismo inédito na América Latina
| Assessoria de Imprensa da Câmara Municipal de Campinas | 21/08/2013 |
Campinas terá Centro de Referência para autismo inédito na América Latina
A cidade de Campinas vai ganhar o primeiro centro de referência de atendimento integral de pacientes autistas da América Latina. Segundo a psiquiatra da Infância e Adolescência e professora da PUC Campinas, Sueli Cabral Rathsam - que articula a instalação do equipamento na cidade - o Centro vai contar com sistemas de acolhimento, tratamento ambulatorial, funcionará como hospital/dia, terá leitos para internação, além de oferecer oficinas para reabilitação e cursos profissionalizantes para os que atingirem determinado grau de autonomia. Segundo ela, o Brasil “está 40 anos atrasado neste tipo de atendimento”.
O Centro vai contar com pelo menos 50 profissionais especializados – entre psiquiatras, neurocirurgiões, psicólogos, fonoaudiólogos, psicoterapeutas e profissionais ligados à saúde mental – e atender, em média, 50 crianças por dia, em tempo integral.
Segundo Rathsam, haverá atendimento gratuito. “Hoje, uma escola especializada em atendimento de autistas cobra perto de R$ 3,5 mil por mês”, diz a especialista. “É preciso salientar, além disso, que a escola não oferece serviços ligados à saúde que o Centro vai proporcionar”, acrescenta.
A psiquiatra antecipou que centro será construído numa área de 15 mil metros quadrados doada pela Prefeitura e que está localizada nos limites do Swiss Park, próximo à Escola Bradesco, na região sul da cidade. De acordo com ela, o projeto será financiado pela iniciativa privada - a partir de contribuições já acertadas com empresas nacionais e multinacionais - e linhas de crédito abertas junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). “Se tudo correr como esperamos, o Centro estará em funcionamento em 1 ano e meio”, aposta.
O projeto de doação do terreno deverá ser aprovado pela Câmara, mas ela acredita que não deverá encontrar entraves. “Nós já conversamos com o presidente Campos Filho e ele nos garantiu que o projeto será colocado em votação com a devida agilidade. E tenho certeza que os vereadores vão apoiar essa iniciativa, que é importante para a cidade, mas em especial para as famílias que tanto precisam de atendimento”, afirma ela.
MODELO – Esse modelo de atendimento já vem sendo feito pelo Programa de Atenção Integrada à Criança ao Adolescente (Paica) - um projeto de iniciativa privada coordenado Sueli Rathsam - mas sem a amplitude prevista pelo Centro. “Estamos negociando com a prefeitura a liberação de algumas casas que poderão abrigar núcleos de atendimento. Se a liberação ocorrer, poderemos começar a atender em cerca de três meses e fazer esse tipo de atendimento até que o Centro fique pronto”, disse.
SIMPÓSIO - A Câmara Municipal de Campinas abriga no dia 24 de agosto, o 1º Simpósio Internacional – Avanços em Diagnóstico e Intervenção em Saúde Mental da Infância e Adolescência. O seminário - que terá como tema central a importância do diagnóstico precoce – vai contar com as presenças de alguns dos maiores especialistas brasileiros da área e com palestra do médico holandês Athanasios Maras, considerado uma das maiores autoridades do mundo no assunto. Psiquiatra infantil, Maras é diretor do Instituto Yulius – considerado modelo mundial em atenção à saúde mental para crianças e adolescentes.
Coordenadora da Comissão Científica do Evento, Sueli Rathsam diz que o Brasil precisa adotar medidas urgentes para fazer o diagnóstico precoce da patologia. Ele diz que na Alemanha, por exemplo, um país que há muito anos desenvolve política referencial de atendimento, o diagnóstico se dá entre os dois e quatro anos. No Brasil, a precária rede de atendimento só vai identificar o autismo entre os nove e 12 anos.
“Quando se chega a um diagnóstico, a criança já perdeu todo o ciclo de alfabetização”, relata. Estima-se que existam na Região metropolitana de Campinas perto de 50 mil crianças com algum tipo de transtorno mental; destas 1,5% possuem alguma patologia do espectro autista.
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Campinas terá Centro de Referência para autismo inédito na América Latina
A cidade de Campinas vai ganhar o primeiro centro de referência de atendimento integral de pacientes autistas da América Latina. Segundo a psiquiatra da Infância e Adolescência e professora da PUC Campinas, Sueli Cabral Rathsam - que articula a instalação do equipamento na cidade - o Centro vai contar com sistemas de acolhimento, tratamento ambulatorial, funcionará como hospital/dia, terá leitos para internação, além de oferecer oficinas para reabilitação e cursos profissionalizantes para os que atingirem determinado grau de autonomia. Segundo ela, o Brasil “está 40 anos atrasado neste tipo de atendimento”.
O Centro vai contar com pelo menos 50 profissionais especializados – entre psiquiatras, neurocirurgiões, psicólogos, fonoaudiólogos, psicoterapeutas e profissionais ligados à saúde mental – e atender, em média, 50 crianças por dia, em tempo integral.
Segundo Rathsam, haverá atendimento gratuito. “Hoje, uma escola especializada em atendimento de autistas cobra perto de R$ 3,5 mil por mês”, diz a especialista. “É preciso salientar, além disso, que a escola não oferece serviços ligados à saúde que o Centro vai proporcionar”, acrescenta.
A psiquiatra antecipou que centro será construído numa área de 15 mil metros quadrados doada pela Prefeitura e que está localizada nos limites do Swiss Park, próximo à Escola Bradesco, na região sul da cidade. De acordo com ela, o projeto será financiado pela iniciativa privada - a partir de contribuições já acertadas com empresas nacionais e multinacionais - e linhas de crédito abertas junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). “Se tudo correr como esperamos, o Centro estará em funcionamento em 1 ano e meio”, aposta.
O projeto de doação do terreno deverá ser aprovado pela Câmara, mas ela acredita que não deverá encontrar entraves. “Nós já conversamos com o presidente Campos Filho e ele nos garantiu que o projeto será colocado em votação com a devida agilidade. E tenho certeza que os vereadores vão apoiar essa iniciativa, que é importante para a cidade, mas em especial para as famílias que tanto precisam de atendimento”, afirma ela.
MODELO – Esse modelo de atendimento já vem sendo feito pelo Programa de Atenção Integrada à Criança ao Adolescente (Paica) - um projeto de iniciativa privada coordenado Sueli Rathsam - mas sem a amplitude prevista pelo Centro. “Estamos negociando com a prefeitura a liberação de algumas casas que poderão abrigar núcleos de atendimento. Se a liberação ocorrer, poderemos começar a atender em cerca de três meses e fazer esse tipo de atendimento até que o Centro fique pronto”, disse.
SIMPÓSIO - A Câmara Municipal de Campinas abriga no dia 24 de agosto, o 1º Simpósio Internacional – Avanços em Diagnóstico e Intervenção em Saúde Mental da Infância e Adolescência. O seminário - que terá como tema central a importância do diagnóstico precoce – vai contar com as presenças de alguns dos maiores especialistas brasileiros da área e com palestra do médico holandês Athanasios Maras, considerado uma das maiores autoridades do mundo no assunto. Psiquiatra infantil, Maras é diretor do Instituto Yulius – considerado modelo mundial em atenção à saúde mental para crianças e adolescentes.
Coordenadora da Comissão Científica do Evento, Sueli Rathsam diz que o Brasil precisa adotar medidas urgentes para fazer o diagnóstico precoce da patologia. Ele diz que na Alemanha, por exemplo, um país que há muito anos desenvolve política referencial de atendimento, o diagnóstico se dá entre os dois e quatro anos. No Brasil, a precária rede de atendimento só vai identificar o autismo entre os nove e 12 anos.
“Quando se chega a um diagnóstico, a criança já perdeu todo o ciclo de alfabetização”, relata. Estima-se que existam na Região metropolitana de Campinas perto de 50 mil crianças com algum tipo de transtorno mental; destas 1,5% possuem alguma patologia do espectro autista.
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segunda-feira, 19 de agosto de 2013
Aplicativos para tablets ajudam pessoas com dificuldades de comunicação
Programas não dispensam acompanhamento especializado, como o de fonoaudiólogos e terapeutas
| Shirley Pacelli | O Estado de Minas | 15/8/2013 |
['Quando você sai com uma criança autista para almoçar fora é difícil fazer com que ela fique sentada e se comporte como a sociedade espera. Com o aparelho, ela pode brincar e se distrair nem que seja por 10 minutos' - Murilo Saraiva Queiroz, pai de Max]
Murilo Saraiva de Queiroz, de 36 anos, é projetista de hardware da Nvidia e tem uma coluna sobre tecnologia na revista Autismo (revistaautismo.com.br). Ele conta que o filho, Max, nasceu com uma cardiopatia congênita grave e ficou internado muito tempo.
Depois de ver um documentário na TV sobre autistas, Murilo percebeu que o filho se encaixava nesse perfil. Com 2 anos e meio, um especialista confirmou o diagnóstico. Desde então, o garoto faz terapia ocupacional e tem sessões com psicóloga e fonoaudióloga. Hoje ele fala, obedece a comandos e está aprendendo a ler.
Max é um lindo garotinho de 6 anos e meio. Em seu mundo, repleto de referências dos desenhos animados que vê no tablet, dizer "e no episódio de hoje…" é o mesmo que perguntar sobre a programação do dia para os seus pais. Quando quer se despedir, ele solta: "Foi uma aventura muito divertida, não acham?". O menino é autista (tem disfunção global do desenvolvimento) e as expressões usadas são reflexo da ecolalia, repetição de palavras aleatórias. Com o tempo, assistindo à seleção de seus episódios favoritos, ele aprendeu a usar os termos das animações no contexto correto.
Para ver a matéria completa, siga o link:
Aplicativos para tablets ajudam pessoas com dificuldades de comunicação
http://www.em.com.br/app/noticia/tecnologia/2013/08/15/interna_tecnologia,435291/aplicativos-para-tablets-ajudam-pessoas-com-deficiencia-a-se-comunicar.shtml
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| Shirley Pacelli | O Estado de Minas | 15/8/2013 |
['Quando você sai com uma criança autista para almoçar fora é difícil fazer com que ela fique sentada e se comporte como a sociedade espera. Com o aparelho, ela pode brincar e se distrair nem que seja por 10 minutos' - Murilo Saraiva Queiroz, pai de Max]
Murilo Saraiva de Queiroz, de 36 anos, é projetista de hardware da Nvidia e tem uma coluna sobre tecnologia na revista Autismo (revistaautismo.com.br). Ele conta que o filho, Max, nasceu com uma cardiopatia congênita grave e ficou internado muito tempo.
Depois de ver um documentário na TV sobre autistas, Murilo percebeu que o filho se encaixava nesse perfil. Com 2 anos e meio, um especialista confirmou o diagnóstico. Desde então, o garoto faz terapia ocupacional e tem sessões com psicóloga e fonoaudióloga. Hoje ele fala, obedece a comandos e está aprendendo a ler.
Max é um lindo garotinho de 6 anos e meio. Em seu mundo, repleto de referências dos desenhos animados que vê no tablet, dizer "e no episódio de hoje…" é o mesmo que perguntar sobre a programação do dia para os seus pais. Quando quer se despedir, ele solta: "Foi uma aventura muito divertida, não acham?". O menino é autista (tem disfunção global do desenvolvimento) e as expressões usadas são reflexo da ecolalia, repetição de palavras aleatórias. Com o tempo, assistindo à seleção de seus episódios favoritos, ele aprendeu a usar os termos das animações no contexto correto.
Para ver a matéria completa, siga o link:
Aplicativos para tablets ajudam pessoas com dificuldades de comunicação
http://www.em.com.br/app/noticia/tecnologia/2013/08/15/interna_tecnologia,435291/aplicativos-para-tablets-ajudam-pessoas-com-deficiencia-a-se-comunicar.shtml
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segunda-feira, 17 de setembro de 2012
SUS perdeu quase 42 mil leitos
| Aline Leal Valcarenghi e Paula Laboissière / Edição: Lílian Beraldo | Agência Brasil | Saúde | 14/09/2012 |
Brasília – Levantamento do Conselho Federal de Medicina (CFM) com base em dados do Ministério da Saúde aponta que quase 42 mil leitos de internação do Sistema Único de Saúde (SUS) foram desativados entre outubro de 2005 e junho de 2012.
Entre as especialidades mais atingidas com o corte, de acordo com a análise, estão a psiquiatria (-9.297 leitos), a pediatria (-8.979), a obstetrícia (-5.862), a cirurgia-geral (-5.033) e a clínica-geral (-4.912).
Mato Grosso do Sul é apontado como o estado brasileiro que mais perdeu leitos (-26,6%), seguido pela Paraíba (-19,2%) e pelo Rio de Janeiro (-18%). Em números absolutos, São Paulo aparece na frente, com a redução de 10.278 leitos, seguido por Minas Gerais, com 5.177, e pelo Paraná, 3.057.
Já Roraima, segundo o levantamento, é o estado que registrou o maior aumento no número de leitos no mesmo período (33,5%), seguido por Rondônia (23,6%) e pelo Amapá (9,2%). Em números absolutos, o Pará aparece na frente, com 793 leitos criados, seguido por Rondônia, com 622, e pelo Amazonas, com 360.
Por meio de nota, o presidente do CFM, Roberto Luiz d’Ávila, avaliou que grande parte dos problemas enfrentados pelo SUS passa pelo subfinanciamento e pela falta de uma política eficaz de presença do Estado.
“Os gestores simplificaram a complexidade da assistência à máxima de que ‘faltam médicos no país’. Porém, não levam em consideração aspectos como a falta de infraestrutura física, de políticas de trabalho eficientes para profissionais da saúde, e, principalmente, de um financiamento comprometido com o futuro do SUS”, disse no comunicado.
O Ministério da Saúde apontou falhas no levantamento. De acordo com a pasta, o CFM não fez uma interpretação correta dos números, já que os dados não foram analisados ano a ano e os leitos remanejados não foram levados em consideração.
SUS perdeu quase 42 mil leitos nos últimos sete anos, diz Conselho Federal de Medicina
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-09-14/sus-perdeu-quase-42-mil-leitos-nos-ultimos-sete-anos-diz-conselho-federal-de-medicina
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Brasília – Levantamento do Conselho Federal de Medicina (CFM) com base em dados do Ministério da Saúde aponta que quase 42 mil leitos de internação do Sistema Único de Saúde (SUS) foram desativados entre outubro de 2005 e junho de 2012.
Entre as especialidades mais atingidas com o corte, de acordo com a análise, estão a psiquiatria (-9.297 leitos), a pediatria (-8.979), a obstetrícia (-5.862), a cirurgia-geral (-5.033) e a clínica-geral (-4.912).
Mato Grosso do Sul é apontado como o estado brasileiro que mais perdeu leitos (-26,6%), seguido pela Paraíba (-19,2%) e pelo Rio de Janeiro (-18%). Em números absolutos, São Paulo aparece na frente, com a redução de 10.278 leitos, seguido por Minas Gerais, com 5.177, e pelo Paraná, 3.057.
Já Roraima, segundo o levantamento, é o estado que registrou o maior aumento no número de leitos no mesmo período (33,5%), seguido por Rondônia (23,6%) e pelo Amapá (9,2%). Em números absolutos, o Pará aparece na frente, com 793 leitos criados, seguido por Rondônia, com 622, e pelo Amazonas, com 360.
Por meio de nota, o presidente do CFM, Roberto Luiz d’Ávila, avaliou que grande parte dos problemas enfrentados pelo SUS passa pelo subfinanciamento e pela falta de uma política eficaz de presença do Estado.
“Os gestores simplificaram a complexidade da assistência à máxima de que ‘faltam médicos no país’. Porém, não levam em consideração aspectos como a falta de infraestrutura física, de políticas de trabalho eficientes para profissionais da saúde, e, principalmente, de um financiamento comprometido com o futuro do SUS”, disse no comunicado.
O Ministério da Saúde apontou falhas no levantamento. De acordo com a pasta, o CFM não fez uma interpretação correta dos números, já que os dados não foram analisados ano a ano e os leitos remanejados não foram levados em consideração.
SUS perdeu quase 42 mil leitos nos últimos sete anos, diz Conselho Federal de Medicina
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sábado, 8 de setembro de 2012
Bahia cria centro estadual de atendimento para autistas
Neste dia 5 de setembro de 2012, o Governador da Bahia, Jaques Wagner, e
o Secretário Estadual de Saúde, Jorge Solla, assinaram convênio com a Liga Álvaro
Bahia contra a Mortalidade Infantil, para que esta instituição administre o
Centro de Atendimento especializado em TGD (Transtorno Global do
Desenvolvimento ou Transtorno do Espectro Autista), a ser instalado no antigo prédio
da Escola de Puericultura, situado na esquina da Avenida Sete de Setembro
(Corredor da Vitória) com o Campo Grande, em Salvador.
Essa proposta partiu da Afaga (Associação de Familiares e Amigos da
Gente Autista) em reuniões com as secretarias da Saúde, Educação e
Desenvolvimento Social e foi discutida no Grupo de Trabalho sobre DI (Deficiência
Intelectual) e TGD criado em 2007 pelo Secretário Solla. Nossa ideia original, logo
de início abraçada pelos representantes do Governo, era montar um centro multidisciplinar
de atendimento, treinamento de pessoal, desenvolvimento de métodos e tecnologia.
O objetivo é criar e disseminar uma cultura de trabalho e atendimento à pessoa autista
para os profissionais do Estado.
Para dar início a esse trabalho, a Secretaria de Educação transformou o
antigo Instituto Pestalozzi da Bahia em Centro de Atendimento Educacional Especializado
focado nos TGDs.
A Secretaria de Saúde agora cria este Centro voltado para os TGDs, usando
o prédio da Escola de Puericultura. Como houve entraves burocráticos para a gestão
do imóvel pela Secretaria de Saúde, em uma reunião com a Afaga, em maio deste
ano, o Secretário Solla decidiu passar a
gestão do Centro para a Liga Álvaro Bahia, já proprietária do prédio e, assim,
agilizar a implantação do serviço.
Recebemos com muita alegria o convite para comparecermos ao evento de
assinatura do convênio. Na oportunidade, estava sendo assinado um convênio para
a ampliação do número de cirurgias cardíacas pediátricas no Hospital Martagão Gesteira,
pertencente à Liga e, também, o convênio para a implantação do Centro. Este é
um importante passo para o reconhecimento de que as pessoas autistas precisam
de atendimento adequado.
O atendimento público da Saúde no Brasil - SUS - tem muitos problemas a
serem resolvidos mas, como lembraram o Governador Wagner e o Secretário Solla,
é o mais amplo de todos os grandes países ocidentais - e o maior. No Brasil,
desde a vacina até o transplante de coração podem ser feitos às expensas do
Poder Público, sem a necessidade sequer de um cartão de Plano de Saúde; em
última instância, todos esses procedimentos são pagos pelos nossos impostos.
Estes ainda precisam ser melhorados, principalmente para que os mais ricos
subsidiem o desenvolvimento da sociedade como um todo.
A Bahia tem as dimensões da Alemanha, com a população de 13 milhões de habitantes,
espalhados por todo seu território. Na concepção da Afaga, a criação de ONGs
espalhadas pelo Estado, não atenderia a toda a necessidade. Acreditamos na
inclusão, para que essas pessoas façam parte da vida social, seja nas escolas
regulares, seja no dia-a-dia da sociedade. Treinando os profissionais da Saúde,
Educação e Assistência Social, acreditamos que preconceitos serão derrubados,
dando a essas pessoas a verdadeira oportunidade de se desenvolver como cidadãos.
Afinal,
"Aconteceu de eu ser gente
e gente é outra alegria
diferente das estrelas"
(Caetano Veloso)
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
18 de agosto: Lançamento de livro na Bienal de SP
Jornalista e psicopedagoga baiana e seu marido, editores deste blog, lançam livro em São Paulo
Decididos a compartilhar sua experiência na educação de seu filho caçula Gabriel, que é autista, a jornalista e psicopedagoga Mariene Martins Maciel e seu marido, o geólogo Argemiro Garcia lançam Brincanto - autismo tamanho família na Bienal do Livro de São Paulo.
A obra apresenta um apanhado do conhecimento sobre o autismo e, a seguir, apresenta as estratégias adotadas pelo casal e sua família para trabalhar o desenvolvimento de Gabriel, seu quarto filho. A abordagem criada por eles, chamada de Brincanto, foi aplicada com sucesso no atendimento de outras 42 pessoas autistas, o que também é relatado no trabalho.
O casal ressalta: "Este livro apresenta uma abordagem que brotou da nossa experiência como família de um garoto autista. Esperamos que esta obra ajude profissionais em seu trabalho e possibilite outras famílias a trilhar seu próprio caminho, construindo-o em cima de esperança e da crença de que o futuro se faz com as próprias mãos."
Opiniões:
"O livro é uma aula de vida no enfrentamento das dificuldades e como se fala em Minas, os autores não esconderam leite na explicação dessa técnica, o que a torna aplicável em outras pessoas." Walter Camargos Júnior
"Os capítulos de Brincanto espelham sua extensa procura de conhecimentos, caminhos, métodos, ajuda, que agora compartilham com o leitor." Margarida Windholz
Informação:
Quando: 18 de agosto - 10h00 às 13h00
Onde: Stand da Editora Scortecci, Bienal do Livro de S. Paulo
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Decididos a compartilhar sua experiência na educação de seu filho caçula Gabriel, que é autista, a jornalista e psicopedagoga Mariene Martins Maciel e seu marido, o geólogo Argemiro Garcia lançam Brincanto - autismo tamanho família na Bienal do Livro de São Paulo.
A obra apresenta um apanhado do conhecimento sobre o autismo e, a seguir, apresenta as estratégias adotadas pelo casal e sua família para trabalhar o desenvolvimento de Gabriel, seu quarto filho. A abordagem criada por eles, chamada de Brincanto, foi aplicada com sucesso no atendimento de outras 42 pessoas autistas, o que também é relatado no trabalho.
O casal ressalta: "Este livro apresenta uma abordagem que brotou da nossa experiência como família de um garoto autista. Esperamos que esta obra ajude profissionais em seu trabalho e possibilite outras famílias a trilhar seu próprio caminho, construindo-o em cima de esperança e da crença de que o futuro se faz com as próprias mãos."
Opiniões:
"O livro é uma aula de vida no enfrentamento das dificuldades e como se fala em Minas, os autores não esconderam leite na explicação dessa técnica, o que a torna aplicável em outras pessoas." Walter Camargos Júnior
"Os capítulos de Brincanto espelham sua extensa procura de conhecimentos, caminhos, métodos, ajuda, que agora compartilham com o leitor." Margarida Windholz
Informação:
Quando: 18 de agosto - 10h00 às 13h00
Onde: Stand da Editora Scortecci, Bienal do Livro de S. Paulo
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domingo, 6 de maio de 2012
Mestrandos do Rio de Janeiro desenvolvem games para pessoas autistas
Dois estudantes de mestrado do Departamento de Informática do Centro Técnico Científico da
Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (CTC/PUC-Rio) desenvolveram jogos de computador voltados para o atendimento de crianças e jovens autistas. De forma divertida, lúdica e interativa, estes dois trabalhos apontam para novas formas da informática - no caso, a área de Interação Humano-Computador - contribuírem para a superação das dificuldades que as pessoas com deficiência apresentam; no caso, na compreensão, interação social e fala.
Mesa touchscreen auxilia na interação de jovens - A estudante colombiana Greis Silva, de 26 anos, criou o jogo PAR (peço, ajuda, recebo), instalado em uma mesa touchscreen da própria PUC, que estimula a interação social entre jovens autistas entre 12 e 17 anos. No aplicativo, que pode ser adaptado às necessidades de cada um, o jovem com autismo só consegue desenvolver uma tarefa se tiver ajuda de outra pessoa com a mesma condição, o que o ajuda a compreender a importância de integrar-se com os outros. “Aplicações computacionais desenvolvidas para interfaces multitoque permitem a interação de mais de uma pessoa ao mesmo tempo e podem contribuir de alguma maneira no apoio do tratamento da interação social de usuários autistas”, afirma Greis.
O projeto de mestrado foi iniciado em setembro de 2011, sob a orientação do professor Alberto Raposo, do Departamento de Informática da PUC-Rio, e ganhou forma a partir de uma busca detalhada de informações sobre o autismo. Em seguida, Greis desenvolveu o software e a aplicação no público alvo. Desde o dia 24 de abril, a mesa touchscreen está sendo testada com oito crianças e jovens no Instituto Ann Sullivan (www.institutoannsullivan.org.br), no Rio de Janeiro, especializado no tratamento do autismo. A estudante pretende desenvolver uma segunda versão, mas diz que os melhoramentos necessários só serão identificados após a análise dos resultados obtidos na aplicação da versão atual.
Jogo de computador desenvolve vocabulário de crianças - Com orientação da professora Simone Barbosa, do Departamento de Informática da PUC-Rio, e o auxílio de fonoaudiólogos, psicólogos e mães de algumas crianças, Rafael Cunha, de 32 anos, criou um jogo de computador para desenvolver o vocabulário e ajudar no aprendizado de palavras e imagens para crianças autistas de 5 a 9 anos. Com um visual atraente e a ajuda de um simpático esquilo comandando cerca de 100 itens, elas aprendem a distinguir objetos como talher, colher e garfo, por exemplo. De acordo com as necessidades específicas de cada uma, é possível acrescentar outras palavras.
Segundo Rafael, o interesse em desenvolver o jogo partiu da carência de softwares educacionais apropriados para crianças autistas. “Com eles é possível criar ambientes controlados, interessantes e sem distrações. Essas são consideradas características importantes para o sucesso no tratamento de pessoas com autismo”, declara. Os resultados com os cinco meninos que participaram dos testes foram aprovados pelos pais. De acordo com eles, os filhos aumentaram o vocabulário e melhoraram na questão do foco e da concentração. Rafael conta que o desenvolvimento do conceito do game durou seis meses, e mais três meses de desenvolvimento para chegar uma primeira versão operacional. Ele já pensa em uma nova versão do jogo para iPad, iPhone e dispositivos com Android. A nova versão também contará com mais personagens, cenários e novas palavras. O jogo estará disponível na internet até junho deste ano e ficará hospedado no site [www.jogoseducacionais.com].
Estudantes criam games para ajudar autistas
| Portal R7 | 4/5/2012 |
www.boainformacao.com.br/2012/05/estudantes-criam-games-para-ajudar-autistas/
Mestrandos do CTC/PUC-Rio criam games que auxiliam no aprendizado de autistas
| Revista Fator | 4/5/2012 |
www.revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=201541
PUC-Rio cria games para autistas
http://oglobo.globo.com/tecnologia/puc-rio-cria-games-para-autistas-4778802
Mesa touchscreen auxilia na interação de jovens - A estudante colombiana Greis Silva, de 26 anos, criou o jogo PAR (peço, ajuda, recebo), instalado em uma mesa touchscreen da própria PUC, que estimula a interação social entre jovens autistas entre 12 e 17 anos. No aplicativo, que pode ser adaptado às necessidades de cada um, o jovem com autismo só consegue desenvolver uma tarefa se tiver ajuda de outra pessoa com a mesma condição, o que o ajuda a compreender a importância de integrar-se com os outros. “Aplicações computacionais desenvolvidas para interfaces multitoque permitem a interação de mais de uma pessoa ao mesmo tempo e podem contribuir de alguma maneira no apoio do tratamento da interação social de usuários autistas”, afirma Greis.
O projeto de mestrado foi iniciado em setembro de 2011, sob a orientação do professor Alberto Raposo, do Departamento de Informática da PUC-Rio, e ganhou forma a partir de uma busca detalhada de informações sobre o autismo. Em seguida, Greis desenvolveu o software e a aplicação no público alvo. Desde o dia 24 de abril, a mesa touchscreen está sendo testada com oito crianças e jovens no Instituto Ann Sullivan (www.institutoannsullivan.org.br), no Rio de Janeiro, especializado no tratamento do autismo. A estudante pretende desenvolver uma segunda versão, mas diz que os melhoramentos necessários só serão identificados após a análise dos resultados obtidos na aplicação da versão atual.Jogo de computador desenvolve vocabulário de crianças - Com orientação da professora Simone Barbosa, do Departamento de Informática da PUC-Rio, e o auxílio de fonoaudiólogos, psicólogos e mães de algumas crianças, Rafael Cunha, de 32 anos, criou um jogo de computador para desenvolver o vocabulário e ajudar no aprendizado de palavras e imagens para crianças autistas de 5 a 9 anos. Com um visual atraente e a ajuda de um simpático esquilo comandando cerca de 100 itens, elas aprendem a distinguir objetos como talher, colher e garfo, por exemplo. De acordo com as necessidades específicas de cada uma, é possível acrescentar outras palavras.
Segundo Rafael, o interesse em desenvolver o jogo partiu da carência de softwares educacionais apropriados para crianças autistas. “Com eles é possível criar ambientes controlados, interessantes e sem distrações. Essas são consideradas características importantes para o sucesso no tratamento de pessoas com autismo”, declara. Os resultados com os cinco meninos que participaram dos testes foram aprovados pelos pais. De acordo com eles, os filhos aumentaram o vocabulário e melhoraram na questão do foco e da concentração. Rafael conta que o desenvolvimento do conceito do game durou seis meses, e mais três meses de desenvolvimento para chegar uma primeira versão operacional. Ele já pensa em uma nova versão do jogo para iPad, iPhone e dispositivos com Android. A nova versão também contará com mais personagens, cenários e novas palavras. O jogo estará disponível na internet até junho deste ano e ficará hospedado no site [www.jogoseducacionais.com].
Estudantes criam games para ajudar autistas
| Portal R7 | 4/5/2012 |
www.boainformacao.com.br/2012/05/estudantes-criam-games-para-ajudar-autistas/
Mestrandos do CTC/PUC-Rio criam games que auxiliam no aprendizado de autistas
| Revista Fator | 4/5/2012 |
www.revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=201541
PUC-Rio cria games para autistas
http://oglobo.globo.com/tecnologia/puc-rio-cria-games-para-autistas-4778802
quarta-feira, 2 de maio de 2012
Ponta Grossa (PR): projeto de lei prevê amparo ao autista
Foi aprovado ontem na Câmara de Ponta Grossa, em primeira discussão, o projeto que cria a Política Municipal de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista
Foi aprovado ontem na Câmara de Ponta Grossa, em primeira discussão, o projeto que cria a Política Municipal de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista, de autoria da vereadora Ana Maria de Holleben (PT). A proposição ainda deverá ser apreciada em ssgunda discussão antes de seguir para a sanção do Executivo. A sociedade civil organizada, através das instituições que tenham afinidade com o tema, também poderá trabalhar na implantação, implementação, acompanhamento e avaliação das ações. O Poder Público ficará responsável por elaborar campanhas informativas sobre o transtorno e suas implicações.
Formação de professores
Também será de responsabilidade da Prefeitura incentivar e promover a formação de profissionais especializados para o atendimento nessa área. “O projeto é bem amplo e vem para garantir os direitos das pessoas que são atingidas pelo transtorno autista”, afirma a vereadora petista.
Acesso
Conforme Ana Maria, a pessoa autista precisa ter acesso à educação, moradia e ao mercado de trabalho. “É necessário que o Poder Público tenha condições de atender os deficientes, promovendo o diagnóstico precoce, o atendimento qualificado, com nutrição adequada e acesso aos medicamentos”, argumenta.
Câmara aprova proposta que prevê amparo ao autista
| Eduardo Farias | Jornal da Manhã | Ponta Grossa ,1º/5/2012 |
http://www.jmnews.com.br/noticias/politica/5,20584,01,05,camara-aprova-proposta-que-preve-amparo-ao-autista.shtml
Câmara aprova política de proteção ao autista em PG
| Aline Rios Diário dos Campos | 1º/05/2012 |
http://www.diariodoscampos.com.br/politica/camara-aprova-politica-de-protecao-ao-autista-em-pg-55846/
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segunda-feira, 30 de abril de 2012
“Autismo é só um jeito de ser”, afirma psicóloga
Por Dulce Furtado | Portal AZ | Piauí, 28/4/2012
Transtorno que invade, desorganiza e desestrutura o desenvolvimento e o comportamento de uma criança. Considerado o maior distúrbio da comunicação, e da socialização, é também o mais desconhecido, essa é a realidade do autismo.
Este transtorno que se manifesta de maneira grave, durante toda a existência, aparece nos três primeiros anos de vida e afeta o desenvolvimento mental e físico do ser humano.
As primeiras características são notadas dentro de casa. “Sempre muito quieto, não falava muito, só brincava sozinho, rejeitava os amigos, festas e odiava multidões. Eu sabia que tinha alguma coisa de errado”, relata Ana Cristina sobre a doença do filho, Gabriel.
Segundo Ana, seu filho começou a apresentar essas e muitas outras características depois dos dois anos de idade. Ela não entendia e eu marido falava que era coisa de criança, mas a mãe sempre ficou atenta a todo comportamento de Gabriel.
“Depois de completar os três anos de idade eu percebi que os comportamentos estavam ficando mais frequentes e resolvi consultar um psicólogo. De principio ele fez uma avaliação básica, avaliando o comportamento dele, mas já estava em bastante evidencia o que Gabriel tinha”, disse a mãe.
Mas apesar de assustar muitos pais, a psicóloga Flavia Baião tranquiliza a todos e afirma que há tratamentos para amenizar as características do autismo. “O tratamento para estes casos é extenso, dura a vida toda, sempre estimulando as partes que ainda persistem em ficar fracas. Primeiro faço uma avaliação simples, depois eu acompanho a criança no desenvolvimento escolar, vejo as dificuldades, e talvez algum tipo de preconceito por parte das outras crianças. Também a vejo dentro de casa, o observo no meu familiar”, afirmou.
Depois de todo esse processo de análise, o psicólogo consegue interpretar as necessidades mais urgentes que vai trabalhar especificadamente com aquela criança. É observado se ela irá desenvolver a função motora, estimular as emoções, ou a ensinar a conviver em ambientes com outras pessoas, dentre outros.
“A pessoa que tem autismo pode conviver muito bem dentro da sociedade. Ela não tem dificuldade de aprendizado, ou não é capaz de trabalhar, ter uma profissão ou conviver com outras pessoas. Pelo contrario, muitas delas ainda tem mais capacidade de fazer tudo isso do um ser humano saudável. Autismo é só um jeito de ser”, conclui Flavia Baião.
“Autismo é só um jeito de ser”, afirma psicóloga
http://www.portalaz.com.br/noticia/geral/241958_%E2%80%9Cautismo_e_so_um_jeito_de_ser%E2%80%9D_afirma_psicologa.html
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Transtorno que invade, desorganiza e desestrutura o desenvolvimento e o comportamento de uma criança. Considerado o maior distúrbio da comunicação, e da socialização, é também o mais desconhecido, essa é a realidade do autismo.
Este transtorno que se manifesta de maneira grave, durante toda a existência, aparece nos três primeiros anos de vida e afeta o desenvolvimento mental e físico do ser humano.
As primeiras características são notadas dentro de casa. “Sempre muito quieto, não falava muito, só brincava sozinho, rejeitava os amigos, festas e odiava multidões. Eu sabia que tinha alguma coisa de errado”, relata Ana Cristina sobre a doença do filho, Gabriel.
Segundo Ana, seu filho começou a apresentar essas e muitas outras características depois dos dois anos de idade. Ela não entendia e eu marido falava que era coisa de criança, mas a mãe sempre ficou atenta a todo comportamento de Gabriel.
“Depois de completar os três anos de idade eu percebi que os comportamentos estavam ficando mais frequentes e resolvi consultar um psicólogo. De principio ele fez uma avaliação básica, avaliando o comportamento dele, mas já estava em bastante evidencia o que Gabriel tinha”, disse a mãe.
Mas apesar de assustar muitos pais, a psicóloga Flavia Baião tranquiliza a todos e afirma que há tratamentos para amenizar as características do autismo. “O tratamento para estes casos é extenso, dura a vida toda, sempre estimulando as partes que ainda persistem em ficar fracas. Primeiro faço uma avaliação simples, depois eu acompanho a criança no desenvolvimento escolar, vejo as dificuldades, e talvez algum tipo de preconceito por parte das outras crianças. Também a vejo dentro de casa, o observo no meu familiar”, afirmou.
Depois de todo esse processo de análise, o psicólogo consegue interpretar as necessidades mais urgentes que vai trabalhar especificadamente com aquela criança. É observado se ela irá desenvolver a função motora, estimular as emoções, ou a ensinar a conviver em ambientes com outras pessoas, dentre outros.
“A pessoa que tem autismo pode conviver muito bem dentro da sociedade. Ela não tem dificuldade de aprendizado, ou não é capaz de trabalhar, ter uma profissão ou conviver com outras pessoas. Pelo contrario, muitas delas ainda tem mais capacidade de fazer tudo isso do um ser humano saudável. Autismo é só um jeito de ser”, conclui Flavia Baião.
“Autismo é só um jeito de ser”, afirma psicóloga
http://www.portalaz.com.br/noticia/geral/241958_%E2%80%9Cautismo_e_so_um_jeito_de_ser%E2%80%9D_afirma_psicologa.html
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quinta-feira, 15 de março de 2012
Regulamentação da equoterapia como método terapêutico e educacional
Senado Federal
A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) aprovou, nesta quinta-feira (17), projeto de lei que regulamenta a prática da equoterapia como método terapêutico e educacional. A proposta, de autoria do então senador Flávio Arns, dispõe sobre a utilização do cavalo em abordagem interdisciplinar nas áreas da saúde, educação e equitação para estimular o desenvolvimento biopsicossocial da pessoa com deficiência.
Ao justificar o projeto (PLS 264/2010), o autor afirmou que as técnicas da equoterapia promovem benefícios físicos, psicológicos e educacionais aos praticantes, além de propiciarem novas formas de socialização, autoconfiança e autoestima.
De acordo com a proposta, o centro de equoterapia deverá ter personalidade jurídica, alvará oficial, instalações adequadas, bem como equipe mínima composta por um profissional de equitação, um fisioterapeuta e um psicólogo. A proposta também exige manutenção adequada, bom adestramento e boas condições de saúde dos cavalos.
Em seu relatório - lido pela senadora Ana Amélia (PP-RS) - a senadora Ângela Portela (PT-RR) ressaltou a necessidade de reconhecimento desta prática como método terapêutico destinado a pessoas com deficiência, assim como método educacional favorável à alfabetização, à socialização e ao desenvolvimento de pessoas com necessidades educativas especiais.
Após ser transformada em lei, prevê a proposta, a matéria será regulamentada por comissão especial da qual ferá parte representante de entidade civil de notória atuação e especialização na prática da equoterapia no Brasil.
Agora, o projeto será examinado pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) e, em caráter terminativo, pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS).
CRA aprova regulamentação da equoterapia como método terapêutico e educacional
http://www12.senado.gov.br/noticias/materias/2011/11/17/cra-aprova-regulamentacao-da-equoterapia-como-metodo-terapeutico-e-educacional
| Agência Senado | 17/11/2011 |
http://www.fisioterapia.com/noticias/imprimir/328
| fisioterapia.com | 9/3/2012 |
Enviado por Maria Cristina Guimarães Brito - Presidente da Associação Bahiana de Equoterapia.
Respeite este trabalho. Se for republicar algum texto, cite-nos como sua fonte e coloque um link: http://cronicaautista.blogspot.com/
A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) aprovou, nesta quinta-feira (17), projeto de lei que regulamenta a prática da equoterapia como método terapêutico e educacional. A proposta, de autoria do então senador Flávio Arns, dispõe sobre a utilização do cavalo em abordagem interdisciplinar nas áreas da saúde, educação e equitação para estimular o desenvolvimento biopsicossocial da pessoa com deficiência.
Ao justificar o projeto (PLS 264/2010), o autor afirmou que as técnicas da equoterapia promovem benefícios físicos, psicológicos e educacionais aos praticantes, além de propiciarem novas formas de socialização, autoconfiança e autoestima.
De acordo com a proposta, o centro de equoterapia deverá ter personalidade jurídica, alvará oficial, instalações adequadas, bem como equipe mínima composta por um profissional de equitação, um fisioterapeuta e um psicólogo. A proposta também exige manutenção adequada, bom adestramento e boas condições de saúde dos cavalos.
Em seu relatório - lido pela senadora Ana Amélia (PP-RS) - a senadora Ângela Portela (PT-RR) ressaltou a necessidade de reconhecimento desta prática como método terapêutico destinado a pessoas com deficiência, assim como método educacional favorável à alfabetização, à socialização e ao desenvolvimento de pessoas com necessidades educativas especiais.
Após ser transformada em lei, prevê a proposta, a matéria será regulamentada por comissão especial da qual ferá parte representante de entidade civil de notória atuação e especialização na prática da equoterapia no Brasil.
Agora, o projeto será examinado pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) e, em caráter terminativo, pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS).
CRA aprova regulamentação da equoterapia como método terapêutico e educacional
http://www12.senado.gov.br/noticias/materias/2011/11/17/cra-aprova-regulamentacao-da-equoterapia-como-metodo-terapeutico-e-educacional
| Agência Senado | 17/11/2011 |
http://www.fisioterapia.com/noticias/imprimir/328
| fisioterapia.com | 9/3/2012 |
Enviado por Maria Cristina Guimarães Brito - Presidente da Associação Bahiana de Equoterapia.
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terça-feira, 6 de março de 2012
Muito prazer, eu sou palhaço
Oficina gratuita de palhaço para adultos com deficiência intelectual
A atividade integra o projeto Muito prazer, eu sou palhaço!, que prevê a realização de seis oficinas de palhaço em 2012.
De volta ao Espaço Xisto Bahia, o projeto Muito prazer, eu sou palhaço! estendeu sua programação para o ano de 2012. Contemplado em 2011 com o edital de Demanda Espontânea do Fundo de Cultura do Estado da Bahia e o Prêmio FUNARTE/Petrobrás Carequinha de Estímulo ao Circo, o projeto promoverá um total de seis oficinas gratuitas de palhaço, para adultos com deficiência intelectual, portadores de transtornos mentais e familiares destes dois grupos.
O projeto foi iniciado em 2011, com uma oficina que integrou a programação de verão do Espaço Xisto Bahia. As aulas são ministradas por Laili Flórez, palhaça, pesquisadora e professora, e Renata Berenstein, atriz, psicóloga e também palhaça.
A ação que lança o projeto este ano é uma oficina para adultos com deficiência intelectual, que objetiva iniciar os participantes na técnica do palhaço através do trabalho com o auto-conhecimento, auto-estima, aceitação e, claro, comicidade. A oficina será realizada entre os dias 12 de março e 13 de abril, no Espaço Xisto Bahia. As aulas acontecem sempre às segundas, quartas, e sextas, das 14h às 16h.
As inscrições são gratuitas e podem ser feitas diretamente no local. Para maiores informações sobre esta e outras oficinas do projeto, visitar o site www.eusoupalhaco.blogspot.com.
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A atividade integra o projeto Muito prazer, eu sou palhaço!, que prevê a realização de seis oficinas de palhaço em 2012.
De volta ao Espaço Xisto Bahia, o projeto Muito prazer, eu sou palhaço! estendeu sua programação para o ano de 2012. Contemplado em 2011 com o edital de Demanda Espontânea do Fundo de Cultura do Estado da Bahia e o Prêmio FUNARTE/Petrobrás Carequinha de Estímulo ao Circo, o projeto promoverá um total de seis oficinas gratuitas de palhaço, para adultos com deficiência intelectual, portadores de transtornos mentais e familiares destes dois grupos.
O projeto foi iniciado em 2011, com uma oficina que integrou a programação de verão do Espaço Xisto Bahia. As aulas são ministradas por Laili Flórez, palhaça, pesquisadora e professora, e Renata Berenstein, atriz, psicóloga e também palhaça.
A ação que lança o projeto este ano é uma oficina para adultos com deficiência intelectual, que objetiva iniciar os participantes na técnica do palhaço através do trabalho com o auto-conhecimento, auto-estima, aceitação e, claro, comicidade. A oficina será realizada entre os dias 12 de março e 13 de abril, no Espaço Xisto Bahia. As aulas acontecem sempre às segundas, quartas, e sextas, das 14h às 16h.
As inscrições são gratuitas e podem ser feitas diretamente no local. Para maiores informações sobre esta e outras oficinas do projeto, visitar o site www.eusoupalhaco.blogspot.com.
SERVIÇO:
"Muito prazer, eu sou palhaço!"
O quê: Oficina de palhaço para adultos com deficiência intelectual
Quando: 12 de março a 13 de abril, segundas, quartas e sextas, das 14h às 16h
Onde: Espaço Xisto Bahia
Quanto: Gratuito - Inscrições no local.
Informações: www.eusoupalhaco.blogspot.com ou 8787.3821 (Laili Flórez)
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sexta-feira, 2 de março de 2012
Treinamento dos pais aumenta eficácia dos remédios
Treinamento destinado a pais de crianças autistas aumenta eficácia dos remédios
| Veja | Saúde Mental | 27/02/2012 |
Os diversos problemas de comportamento apresentados por crianças autistas podem aprsentar melhoras significativas se os pais forem treinados para lidar com eles.
A medicação ajuda com esses problemas, mas a conscientização dos familiares sobre o transtorno favorece o tratamento.
O professor Lawrence Scahill, professor da Escola de Enfermagem e do Centro de Estudos da Criança da Universidade de Yale afirma que o treinamento dos pais é uma das intervenções mais bem comprovadas para outras condições. Estranhamente, ele nota, nunca foi devidamente tentada com crianças com autismo. E acrescenta: "Tivemos de fazer nosso próprio manual".
O estudo envolveu 124 crianças autistas entre 4 e 13 anos que mostravam questões comportamentais como ataques de raiva, hetero e autoagressão. A elas foi prescrita Risperidona, um medicamento aprovado pela FDA, a agência estadunidense de controle de medicamentos e alimentos.
Para metade dos pais, foi dado um período de seis meses de treinamento. A eles foi pedido que identificassem os comportamentos mais difíceis de lidar, mais disruptivos e a pensar quais incidentes os precediam.
Os pesquisadores mostraram que a medicação sozinha já é capaz de ajudar a amenizar esses sintomas. O estudo está presente na edição deste mês do periódico Journal of the American Academy of Child & Adolescent Psychiatry.
A pesquisa — Participaram da pesquisa 124 crianças de 4 a 13 anos que tinham autismo e enfrentavam outros problemas de comportamento, como múltiplos e prolongados acessos de raiva e agressividade. Todos os participantes receberam tratamento com medicação, mas somente os pais de alguns deles fizeram parte do programa de treinamento para pais de crianças autistas. Os jovens foram acompanhados por seis meses.
Os pesquisadores observaram que, embora os dois grupos tenham demonstrado melhora na inteiração social e na comunicação funcional dos jovens, o tratamento que associou medicação e treinamento dos pais foi mais eficiente para ajudar tais problemas.
"Problemas graves de comportamento interferem diretamente na vida cotidiana das crianças e na de suas famílias. Diminuir as consequências dessas dificuldades pode facilitar o dia-a-dia desses jovens e melhorar sua qualidade de vida", afirma Lawrence Scahill, coordenador do estudo.
A partir desses resultados, a equipe que realizou o estudo vai desenvolver outra pesquisa para observar como o tratamento feito apenas com o treinamento dos pais, e sem medicação, ajuda crianças autistas. Os pesquisadores também pretendem publicar um manual de treinamento de pais de jovens com autismo a fim de compartilhar esses conhecimentos com o público em geral.
Treinamento destinado a pais de crianças autistas aumenta eficácia dos remédios
http://veja.abril.com.br/noticia/saude/treinamento-destinado-a-pais-de-criancas-autistas-aumenta-eficacia-dos-remedios
Parent training helps with autism behaviour
http://www.health24.com/news/Child_safety/1-943,73056.asp
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| Veja | Saúde Mental | 27/02/2012 |
Os diversos problemas de comportamento apresentados por crianças autistas podem aprsentar melhoras significativas se os pais forem treinados para lidar com eles.
A medicação ajuda com esses problemas, mas a conscientização dos familiares sobre o transtorno favorece o tratamento.
O professor Lawrence Scahill, professor da Escola de Enfermagem e do Centro de Estudos da Criança da Universidade de Yale afirma que o treinamento dos pais é uma das intervenções mais bem comprovadas para outras condições. Estranhamente, ele nota, nunca foi devidamente tentada com crianças com autismo. E acrescenta: "Tivemos de fazer nosso próprio manual".
O estudo envolveu 124 crianças autistas entre 4 e 13 anos que mostravam questões comportamentais como ataques de raiva, hetero e autoagressão. A elas foi prescrita Risperidona, um medicamento aprovado pela FDA, a agência estadunidense de controle de medicamentos e alimentos.
Para metade dos pais, foi dado um período de seis meses de treinamento. A eles foi pedido que identificassem os comportamentos mais difíceis de lidar, mais disruptivos e a pensar quais incidentes os precediam.
Os pesquisadores mostraram que a medicação sozinha já é capaz de ajudar a amenizar esses sintomas. O estudo está presente na edição deste mês do periódico Journal of the American Academy of Child & Adolescent Psychiatry.
A pesquisa — Participaram da pesquisa 124 crianças de 4 a 13 anos que tinham autismo e enfrentavam outros problemas de comportamento, como múltiplos e prolongados acessos de raiva e agressividade. Todos os participantes receberam tratamento com medicação, mas somente os pais de alguns deles fizeram parte do programa de treinamento para pais de crianças autistas. Os jovens foram acompanhados por seis meses.
Os pesquisadores observaram que, embora os dois grupos tenham demonstrado melhora na inteiração social e na comunicação funcional dos jovens, o tratamento que associou medicação e treinamento dos pais foi mais eficiente para ajudar tais problemas.
"Problemas graves de comportamento interferem diretamente na vida cotidiana das crianças e na de suas famílias. Diminuir as consequências dessas dificuldades pode facilitar o dia-a-dia desses jovens e melhorar sua qualidade de vida", afirma Lawrence Scahill, coordenador do estudo.
A partir desses resultados, a equipe que realizou o estudo vai desenvolver outra pesquisa para observar como o tratamento feito apenas com o treinamento dos pais, e sem medicação, ajuda crianças autistas. Os pesquisadores também pretendem publicar um manual de treinamento de pais de jovens com autismo a fim de compartilhar esses conhecimentos com o público em geral.
Treinamento destinado a pais de crianças autistas aumenta eficácia dos remédios
http://veja.abril.com.br/noticia/saude/treinamento-destinado-a-pais-de-criancas-autistas-aumenta-eficacia-dos-remedios
Parent training helps with autism behaviour
http://www.health24.com/news/Child_safety/1-943,73056.asp
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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Um ônibus para Alzheimer
A casa de repouso Benrath Senior Center, em Dusseldorf, Alemanha, desenvolveu uma forma muito simples e digna de lidar com a angústia de seus pacientes com o Mal de Alzheimer, também conhecido como demência. Essas pessoas, muitas vezes, têm surtos de esquecimento que as levam a entrar em pânico, por não reconhecerem onde se encontram. Como qualquer pessoa, seu primeiro impulso é voltar para casa.
A abordagem foi criada em 2008, com a instalação de um ponto de ônibus falso, um fake, na entrada do Hospital. Tem tudo queu m ponto de ônibus tem, menos... os ônibus!
Quando uma dessas pessoas se desespera, querendo sair do hospital, as enfermeiras as encaminham para a falsa parada e, enquanto esperam um ônibus que nunca virá, vão conversando e acalmando seus pacientes, até que estes concordem em voltar para seus quartos.
Já tem ocorrido de pacientes fugirem e se sentarem, tristes e assustados, no ponto de ônibus. Aos poucos, observando os cartazes, muitas vezes com uma xícara de chá e a conversa da enfermeira, acalmam-se.
Embora haja questionamentos a respeito, a solução "mentirosa" se mostra mais humana que suas alternativas: trancá-las em um quarto ou sedá-las com medicamentos. Essa nova abordagem é menos traumática e permite que a própria pessoa faça suas escolhas, dentro de suas capacidades e sem violência.
Para ver mais:
Hospital cria ponto de ônibus falso para pacientes com Alzheimer’s
2 de janeiro de 2012
http://arquiteturadeinformacao.com/2012/01/02/hospital-cria-ponto-de-onibus-falso-para-pacientes-com-alzheimers/#comment-3092
Simple, elegant and dignified: my favourite service design
18 December, 2011
http://desonance.wordpress.com/2011/12/18/simple-elegant-and-dignified-my-favourite-service-design/
Fake bus stop keeps Alzheimer's patients from wandering off
| Harry de Quetteville | Berlin | 03/6/2008 | Telegraph |
http://www.telegraph.co.uk/news/newstopics/howaboutthat/2071319/Fake-bus-stop-keeps-Alzheimers-patients-from-wandering-off.html
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A abordagem foi criada em 2008, com a instalação de um ponto de ônibus falso, um fake, na entrada do Hospital. Tem tudo queu m ponto de ônibus tem, menos... os ônibus!
Quando uma dessas pessoas se desespera, querendo sair do hospital, as enfermeiras as encaminham para a falsa parada e, enquanto esperam um ônibus que nunca virá, vão conversando e acalmando seus pacientes, até que estes concordem em voltar para seus quartos.
Já tem ocorrido de pacientes fugirem e se sentarem, tristes e assustados, no ponto de ônibus. Aos poucos, observando os cartazes, muitas vezes com uma xícara de chá e a conversa da enfermeira, acalmam-se.
Embora haja questionamentos a respeito, a solução "mentirosa" se mostra mais humana que suas alternativas: trancá-las em um quarto ou sedá-las com medicamentos. Essa nova abordagem é menos traumática e permite que a própria pessoa faça suas escolhas, dentro de suas capacidades e sem violência.
Para ver mais:
Hospital cria ponto de ônibus falso para pacientes com Alzheimer’s
2 de janeiro de 2012
http://arquiteturadeinformacao.com/2012/01/02/hospital-cria-ponto-de-onibus-falso-para-pacientes-com-alzheimers/#comment-3092
Simple, elegant and dignified: my favourite service design
18 December, 2011
http://desonance.wordpress.com/2011/12/18/simple-elegant-and-dignified-my-favourite-service-design/
Fake bus stop keeps Alzheimer's patients from wandering off
| Harry de Quetteville | Berlin | 03/6/2008 | Telegraph |
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quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Espanha: visitas a museus
| La Vanguardía | Madri, 14/12/2011 | Europa Press |
A Fundação Orange e a Associação Argadini desenvolvem o programa Hablando com el arte (Falando com a arte), que leva pessoas autistas a visitar museus e, depois, realizar trabalhos criativos a partir do que observaram.
Já no seu segundo ano, o curso trabalha com 20 alunos divididas em cinco grupos de cinco, que visitarão os museus Nacional do Prado, Nacional Centro de Arte Reina Sofía, Thyssen-Bornemisza e Arqueológico Nacional.
O objetivo é ensinar, de forma atraente, sem limitar o acesso aos conteúdos, alimentando as necessidades de aprendizado e a curiosidade dos alunos.
Rebeca Barrón, presidenta da Asociación Argadini, salienta que este "é um programa flexível e personalizado às necessidades do aluno, tanto nas visitas aos museus como em aula, de forma a permitir a cada um que progrida no seu ritmo". De seu lado, o diretor geral da Fundación Orange, Manuel Gimeno, explica que "quando pensamos nesse projeto, era um desafio até que alguuns alunos entrassem nos museus, o que de fato tem acontecido; se um aluno demora algumas aulas para entrar no mueseu, esse é seu ritmo, não importa".
Fundación Orange y la Asociación Argadini acercan el arte y la cultura a personas con autismo en cuatro museos de Madrid
http://www.lavanguardia.com/local/madrid/20111214/54241082127/fundacion-orange-y-la-asociacion-argadini-acercan-el-arte-y-la-cultura-a-personas-con-autismo-en.html
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A Fundação Orange e a Associação Argadini desenvolvem o programa Hablando com el arte (Falando com a arte), que leva pessoas autistas a visitar museus e, depois, realizar trabalhos criativos a partir do que observaram.
Já no seu segundo ano, o curso trabalha com 20 alunos divididas em cinco grupos de cinco, que visitarão os museus Nacional do Prado, Nacional Centro de Arte Reina Sofía, Thyssen-Bornemisza e Arqueológico Nacional.
O objetivo é ensinar, de forma atraente, sem limitar o acesso aos conteúdos, alimentando as necessidades de aprendizado e a curiosidade dos alunos.
Rebeca Barrón, presidenta da Asociación Argadini, salienta que este "é um programa flexível e personalizado às necessidades do aluno, tanto nas visitas aos museus como em aula, de forma a permitir a cada um que progrida no seu ritmo". De seu lado, o diretor geral da Fundación Orange, Manuel Gimeno, explica que "quando pensamos nesse projeto, era um desafio até que alguuns alunos entrassem nos museus, o que de fato tem acontecido; se um aluno demora algumas aulas para entrar no mueseu, esse é seu ritmo, não importa".
Fundación Orange y la Asociación Argadini acercan el arte y la cultura a personas con autismo en cuatro museos de Madrid
http://www.lavanguardia.com/local/madrid/20111214/54241082127/fundacion-orange-y-la-asociacion-argadini-acercan-el-arte-y-la-cultura-a-personas-con-autismo-en.html
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domingo, 4 de dezembro de 2011
Açores: Regulamentação para a intervenção precoce está a ser preparada
Ponta Delgada, 27 de Novembro de 2010
Presidência do Governo Regional dos Açores
Gabinete de Apoio à Comunicação Social
Está já em preparação a regulamentação do diploma referente aos projectos relacionados com a intervenção precoce, anunciou a Directora Regional da Saúde.
No discurso proferido no encerramento do “Colóquio Comemorativo 10 Anos de Intervenção Precoce - Articulação Saúde, Educação e Acção Social”, Sofia Duarte disse que esta acção tem como suporte legal um Decreto Legislativo Regional, mas é necessária a respectiva regulamentação, para permitir uma melhor agilização das actividades e uma mais fácil integração dos elementos responsáveis pela sua implementação no terreno.
A Intervenção Precoce visa a criação de condições para a adequação do processo educativo aos requisitos das crianças e jovens com necessidades especiais ou com dificuldades na aprendizagem. Trata-se, portanto, de uma ferramenta essencial para ajudar essas crianças a superarem os problemas de desenvolvimento.
O programa abrange crianças dos 0 aos 4 anos, podendo ir, em determinadas circunstâncias, até aos 6 anos.
Essas crianças são apoiadas por equipas especializadas que envolvem técnicos de saúde, de educação e de acção social. Existem já equipas em vários concelhos dos Açores.
O colóquio foi organizado pela equipa de Intervenção Precoce do Centro de Saúde de Ponta Delgada.
Na ocasião, a Directora Regional da Saúde, elogiou o esforço e o empenho de todos que colocaram de pé este plano e enalteceu os elementos das equipas de Intervenção Precoce que com esforço e dedicação desempenham um papel insubstituível nesta área.
Leia também:
Legislação açoriana para intervenção precoce em fase final de elaboração
http://cronicaautista.blogspot.com/2011/11/acores-lei.html
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Presidência do Governo Regional dos Açores
Gabinete de Apoio à Comunicação Social
Está já em preparação a regulamentação do diploma referente aos projectos relacionados com a intervenção precoce, anunciou a Directora Regional da Saúde.
No discurso proferido no encerramento do “Colóquio Comemorativo 10 Anos de Intervenção Precoce - Articulação Saúde, Educação e Acção Social”, Sofia Duarte disse que esta acção tem como suporte legal um Decreto Legislativo Regional, mas é necessária a respectiva regulamentação, para permitir uma melhor agilização das actividades e uma mais fácil integração dos elementos responsáveis pela sua implementação no terreno.
A Intervenção Precoce visa a criação de condições para a adequação do processo educativo aos requisitos das crianças e jovens com necessidades especiais ou com dificuldades na aprendizagem. Trata-se, portanto, de uma ferramenta essencial para ajudar essas crianças a superarem os problemas de desenvolvimento.
O programa abrange crianças dos 0 aos 4 anos, podendo ir, em determinadas circunstâncias, até aos 6 anos.
Essas crianças são apoiadas por equipas especializadas que envolvem técnicos de saúde, de educação e de acção social. Existem já equipas em vários concelhos dos Açores.
O colóquio foi organizado pela equipa de Intervenção Precoce do Centro de Saúde de Ponta Delgada.
Na ocasião, a Directora Regional da Saúde, elogiou o esforço e o empenho de todos que colocaram de pé este plano e enalteceu os elementos das equipas de Intervenção Precoce que com esforço e dedicação desempenham um papel insubstituível nesta área.
Leia também:
Legislação açoriana para intervenção precoce em fase final de elaboração
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domingo, 16 de outubro de 2011
Justiça obriga Amazonas e Manaus a atender pessoas autistas
O Juizado da Infância e Juventude Cível do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) determinou na última segunda-feira (10 de outubro de 2011) que a Prefeitura de Manaus e o Governo do Amazonas cumpram, em trinta dias, a prestação de atendimento e tratamento adequado à portadores da síndrome de autismo. Caso ocorra o descumprimento da ordem, será aplicada multa de R$ 10 mil por dia.
Segundo o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) formulado pelo Ministério Público do Estado (MPE) as secretarias de saúde do Estado e do Município devem prestar o atendimento e tratamento adequado a pessoas portadoras de síndrome de autismo.
As secretarias devem implementar um Centro de Atenção Psicossocial, Equipes da Estratégia Saúde da Família, equipes de saúde mental na atenção primária e Serviços de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Além disso, será necessário dotar um médico clínico e um assistente social da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) para a Associação Amigos do Autista do Amazonas (AMA), organização que cuida de portadores da síndrome.
O TAC prevê ainda a criação do Plano de Atendimento às Crianças, Adolescentes e Adultos Portadores de Síndrome do Autismo na cidade de Manaus, e a inclusão do orçamento da execução do projeto dentro do Plano Plurianual.
O Município e o Estado devem ainda qualificar profissionais para suprir as necessidades técnicas e operacionais dos serviços do Plano de Atendimento.
Atraso
Segundo o MPE há dois anos ficou acertado que o Município e o Estado iriam suprir as necessidades no atendimento ao autismo, o que não aconteceu.
Justiça obriga Governo do AM e Prefeitura de Manaus a atender e tratar portadores de autismo
A Crítica - 14/10/2011
http://acritica.uol.com.br/manaus/amazonia-Amazonas-Manaus-Justica-Governo-AM-Prefeitura-Manaus_0_572343063.html
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Segundo o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) formulado pelo Ministério Público do Estado (MPE) as secretarias de saúde do Estado e do Município devem prestar o atendimento e tratamento adequado a pessoas portadoras de síndrome de autismo.
As secretarias devem implementar um Centro de Atenção Psicossocial, Equipes da Estratégia Saúde da Família, equipes de saúde mental na atenção primária e Serviços de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Além disso, será necessário dotar um médico clínico e um assistente social da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) para a Associação Amigos do Autista do Amazonas (AMA), organização que cuida de portadores da síndrome.
O TAC prevê ainda a criação do Plano de Atendimento às Crianças, Adolescentes e Adultos Portadores de Síndrome do Autismo na cidade de Manaus, e a inclusão do orçamento da execução do projeto dentro do Plano Plurianual.
O Município e o Estado devem ainda qualificar profissionais para suprir as necessidades técnicas e operacionais dos serviços do Plano de Atendimento.
Atraso
Segundo o MPE há dois anos ficou acertado que o Município e o Estado iriam suprir as necessidades no atendimento ao autismo, o que não aconteceu.
Justiça obriga Governo do AM e Prefeitura de Manaus a atender e tratar portadores de autismo
A Crítica - 14/10/2011
http://acritica.uol.com.br/manaus/amazonia-Amazonas-Manaus-Justica-Governo-AM-Prefeitura-Manaus_0_572343063.html
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quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Prefeitura de Indaiatuba (SP) repassa prédio para atendimento a pessoas autistas
A Prefeitura de Indaiatuba, por meio da Secretaria de Educação, entregou, no dia 4 de agosto, o prédio da Emeb "Profª Lucia Steffen" para o Colégio Integração e Vivência do Autista de Indaiatuba (Civai) ligado ao Centro de Integração, Reabilitação e Vivência do Autista (Cirva).
Serão atendidos 20 alunos no Ensino Fundamental. Para 2012, a previsão é que haja um aumento de 20% dos alunos atendidos. O atendimento no sistema de ambulatório, continuará a ser feito na unidade antiga.
O prédio da Unidade Escolar foi desativado no início de 2010 e os alunos da Educação Infantil foram remanejados para a Emeb "Profª Áurea Moreira da Costa", localizada no mesmo bairro. A reforma de adequação do prédio, que possui 211,05 m², custou R$ 170.050,26 e incluiu a divisão de duas salas de aula em quatro, adaptação do pátio para uma secretaria, adequação de banheiros, substituição do alambrado por mureta e gradil e pintura geral. Também foi feito o aterro de uma parte do pátio e instalado um playground no local.
A Unidade Escolar está localizada na rua Alberto Santos Dumont nº 95, Vila Teller.
Cirva
O Cirva foi fundado em 997 por Maria Rosilda da Silva, que gerencia a entidade; a presidente é Rosimeire Martinha de Souza. Atualmente, funciona na Rua Padre Bento Pacheco nº 741 - Jardim Pau Preto, atendendo a famílias, portadores de autismo, e outras síndromes, na faixa etária de 5 a 30 anos, tendo convênios com a as Secretarias de Saúde, Educação e Social da Prefeitura de Idaiatuba.
São atendidos 42 pacientes, 20 alunos do Núcleo Civai em três salas de aulas. São 22 alunos do Programa de Inclusão que recebem atendimentos de ambulatório. Também conta com profissionais de Fonoaudilogia, Terapia Ocupacional, Fisioterapia, Educação Física, Psicologia, Educação Física, Refloxologia e Serviço Social além das orientações para mães e famílias.
Prédio da Emeb 'Profª Lucia Steffen' é entregue para o Civai
http://www.itu.com.br/regiao/noticia/o-predio-da-emeb-prof-lucia-steffen-e-entregue-para-o-civai-20110808
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Serão atendidos 20 alunos no Ensino Fundamental. Para 2012, a previsão é que haja um aumento de 20% dos alunos atendidos. O atendimento no sistema de ambulatório, continuará a ser feito na unidade antiga.
O prédio da Unidade Escolar foi desativado no início de 2010 e os alunos da Educação Infantil foram remanejados para a Emeb "Profª Áurea Moreira da Costa", localizada no mesmo bairro. A reforma de adequação do prédio, que possui 211,05 m², custou R$ 170.050,26 e incluiu a divisão de duas salas de aula em quatro, adaptação do pátio para uma secretaria, adequação de banheiros, substituição do alambrado por mureta e gradil e pintura geral. Também foi feito o aterro de uma parte do pátio e instalado um playground no local.
A Unidade Escolar está localizada na rua Alberto Santos Dumont nº 95, Vila Teller.
Cirva
O Cirva foi fundado em 997 por Maria Rosilda da Silva, que gerencia a entidade; a presidente é Rosimeire Martinha de Souza. Atualmente, funciona na Rua Padre Bento Pacheco nº 741 - Jardim Pau Preto, atendendo a famílias, portadores de autismo, e outras síndromes, na faixa etária de 5 a 30 anos, tendo convênios com a as Secretarias de Saúde, Educação e Social da Prefeitura de Idaiatuba.
São atendidos 42 pacientes, 20 alunos do Núcleo Civai em três salas de aulas. São 22 alunos do Programa de Inclusão que recebem atendimentos de ambulatório. Também conta com profissionais de Fonoaudilogia, Terapia Ocupacional, Fisioterapia, Educação Física, Psicologia, Educação Física, Refloxologia e Serviço Social além das orientações para mães e famílias.
Prédio da Emeb 'Profª Lucia Steffen' é entregue para o Civai
http://www.itu.com.br/regiao/noticia/o-predio-da-emeb-prof-lucia-steffen-e-entregue-para-o-civai-20110808
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