| Daily Mail – Reportagem | 5 /8/2013 |
Uma entidade de caridade para autistas levantou milhões para programas de educação, mas apenas uma fração desses recursos foram direcionados para a causa proposta, revelou uma nova investigação.
A Autism Spectrum Disorder Foundation (Fundação Transtorno do Espectro do Autismo) arrecadou mais de US $ 7,6 milhões ao longo de dois anos, porém mais de 90 por cento desses recursos foram usados para pagar empresas de captação de doações.
O jornal Tampa Bay Times e o Centro de Reportagem Investigativa (Center for Investigative Reporting) revelaram que a entidade – que declara a intenção de educar o público sobre o autismo e fornecer assistência financeira para quem tem a condição – é a pior em termos de direcionar seus fundos para o objetivo que diz ter.
A Fundação inicialmente não estava na lista das cinco piores instituições de caridade na América, quando o grupo de investigação foi lançado no início deste ano.
O Centro de Reportagem Investigativa explicou que o motivo da fiscalização foi porque a caridade declarou o total da angariação de fundos em formulários do IRS (Internal Revenue Service, o equivalente da Receita Federal brasileira - esses formulários seriam a Declaração de Rendimentos).
Os novos totais mostram um lado vergonhoso das operações da entidade sediada em Schererville, Indiana.
A entidade, que também é conhecida como Programa de Conscientização do Autismo (Autism Awareness Program) e Crianças Autistas da América (Autistic Children of America), explica em seu site que os "fundos doados para a ASDF serão usados para resolver todos e quaisquer tipos de questões de ajuda a crianças com autismo e suas famílias".
De acordo com os 990 registros no IRS 2009-2011, foi levantado um total de US$ 7,8 milhões, mas o grupo terceirizou muito da captação de recursos para empresas especializadas, que ficaram com US$ 7,6 milhões desse total.
Esse trabalho teve um custo, mas o que a fundação pagou às empresas de captação ultrapassou os US$ 7 milhões nesses três anos.
Ao todo, o Centro para Jornalismo Investigativo relata que foram gastos US$ 2,3 milhões nos programas de caridade indicadas.
A discrepância entre o montante que foi pago a grupos de captação de doações e o valor que realmente foi posto para promover a consciência do autismo lhes garante o preocupante título de pior entidade de caridade do país.
Na sua lista anterior, a equipe de investigação informou que a Breast Cancer Relief Foundation (Fundação Apoio ao Câncer de Mama) gastou 84 por cento das doações com serviços de solicitação de profissionais, o Cancer Fund of America (Fundo de Câncer da América), 83 por cento, e a American Breast Cancer Foundation (Fundação Americana de Câncer de Mama), 82 por cento.
Autism charity that spent 90% of its donations on private fundraising companies revealed as the 'worst' charity in America
http://www.dailymail.co.uk/news/article-2384907/Autism-Spectrum-Disorder-Foundation-revealed-worst-charity-America.html
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segunda-feira, 19 de agosto de 2013
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Abraça se filia à Riadis
A ABRAÇA - Associação Brasileira para a Ação por Direitos das Pessoas com Autismo - é a primeira entidade brasileira de defesa dos direitos de pessoas com transtornos globais do desenvolvimento a se filiar a RIADIS - Rede Latino-Americana de Organizações Não Governamentais de Pessoas com Deficiência e suas Famílias. A RIADIS foi criada em 2002, na Venezuela e tem como objetivo principal ações voltadas para o respeito dos direitos humanos, contra a discriminação e a favor do desenvolvimento inclusivo em função do melhoria da qualidade de vida das pessoas com deficiência e suas famílias. Uma das linhas de trabalho da RIADIS está orientada ao apoio e fortalecimento dos movimentos associativos nacionais, sob a base do exercício da democracia, da união e da transparência. A Rede agrega, atualmente, mais de 50 entidades de dezoito países da América Latina e do Caribe. A ABRAÇA, fundada em 2008 em Fortaleza, Ceará, reúne quatorze entidades de dez estados brasileiros e do Distrito Federal, é a única entidade, no Brasil, de defesa de direitos das pessoas com Transtornos Global do Desenvolvimento(TGD) a ter, em sua direção, cidadãos do espectro autista.
A ABRAÇA defende com veemência a não-institucionalização e à harmonia dos laços familiares e o respeito à pluralidade de metodologias existentes, desde que essas respeitem os direitos humanos. A entidade brasileira tem como finalidade estatutária, além do repúdio, a obrigação de denunciar práticas abusivas e autoritárias, que incluam a apresentação de estímulos aversivos (práticas punitivas) de maneira planejada a pessoas com TGD, seja com que propósito for.
Para a ABRAÇA, o lema do movimento mundial das pessoas com deficiência é um princípio: "nada sobre nós sem nós".
Site da Abraça:
http://www.autismonobrasil.com.br
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A ABRAÇA defende com veemência a não-institucionalização e à harmonia dos laços familiares e o respeito à pluralidade de metodologias existentes, desde que essas respeitem os direitos humanos. A entidade brasileira tem como finalidade estatutária, além do repúdio, a obrigação de denunciar práticas abusivas e autoritárias, que incluam a apresentação de estímulos aversivos (práticas punitivas) de maneira planejada a pessoas com TGD, seja com que propósito for.
Para a ABRAÇA, o lema do movimento mundial das pessoas com deficiência é um princípio: "nada sobre nós sem nós".
Site da Abraça:
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quarta-feira, 20 de abril de 2011
Córdoba, Espanha: pais unidos pela felicidade dos filhos
| G. N. Jiménez | El Día de Córdoba | 17/4/2011 |
Doze familias cordobesas, frente ao desamparo que sofrem as crianças autistas, criaram a Asociación Abraza
Atualmente, umas 350.000 pessoas têm autismo ou algum transtorno global do desenvolvimento na Espanha
Os pais querem, antes de tudo, a felicidade e o bem-estar dos filhos, mas esta tarefa se complica quando, para atingir essa meta, precisam enfrentar obstáculos. Isso é o que passa pela cabeça dos pais de crianças autistas, ou que padecem de algum transtorno global do desenvolvimento (TGD), já que, a cada dia, deparam com dezenas de obstáculos para algo tão simples como ver seus pequenos sorrír.
Por isso, doze familias da capital cordobesa se uniram para criar a Asociación Abraza, de Autismo y TGD de Córdoba "frente ao desamparo que encontramos por parte das instituições para com este coletivo que engloba na Espanha, 350.000 afetados", assinalou seu presidente, Ricardo Bautista. Ainda não dispõem de sede, ainda que esperem a cessão de um local no Distrito Noroeste. Por isso, e com o objetivo de fazer a divulgação entre os vizinhos, realizaram uma grande paellada no centro comercial Sagrada Familia.
Graças à colaboração de cinco das peñas instaladas na região, fizeram um arroz "com muito carinho e amor", contou Ricardo. O preço por prato de paella foi de um euro. Toda a arrecadação se destinará ao trabalho da nova associação.
Atualmente, o grupo luta para aumentar a duração das terapias que os pequenos recebem do Servicio Andaluz de Salud. "Agora, só lhes oferecem sessões entre 45 e 90 minutos semanais, quando o ideal seriam 25 horas por semana", insiste o presidente. Mas eles sabem que não pararão até conseguir todos os objetivos que definiram para conseguir a felicidade de seus filhos.
Padres unidos por la felicidad de sus hijos
http://www.eldiadecordoba.es/article/cordoba/953305/padres/unidos/por/la/felicidad/sus/hijos.html
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Doze familias cordobesas, frente ao desamparo que sofrem as crianças autistas, criaram a Asociación Abraza
Atualmente, umas 350.000 pessoas têm autismo ou algum transtorno global do desenvolvimento na Espanha
Os pais querem, antes de tudo, a felicidade e o bem-estar dos filhos, mas esta tarefa se complica quando, para atingir essa meta, precisam enfrentar obstáculos. Isso é o que passa pela cabeça dos pais de crianças autistas, ou que padecem de algum transtorno global do desenvolvimento (TGD), já que, a cada dia, deparam com dezenas de obstáculos para algo tão simples como ver seus pequenos sorrír.
Por isso, doze familias da capital cordobesa se uniram para criar a Asociación Abraza, de Autismo y TGD de Córdoba "frente ao desamparo que encontramos por parte das instituições para com este coletivo que engloba na Espanha, 350.000 afetados", assinalou seu presidente, Ricardo Bautista. Ainda não dispõem de sede, ainda que esperem a cessão de um local no Distrito Noroeste. Por isso, e com o objetivo de fazer a divulgação entre os vizinhos, realizaram uma grande paellada no centro comercial Sagrada Familia.
Graças à colaboração de cinco das peñas instaladas na região, fizeram um arroz "com muito carinho e amor", contou Ricardo. O preço por prato de paella foi de um euro. Toda a arrecadação se destinará ao trabalho da nova associação.
Atualmente, o grupo luta para aumentar a duração das terapias que os pequenos recebem do Servicio Andaluz de Salud. "Agora, só lhes oferecem sessões entre 45 e 90 minutos semanais, quando o ideal seriam 25 horas por semana", insiste o presidente. Mas eles sabem que não pararão até conseguir todos os objetivos que definiram para conseguir a felicidade de seus filhos.
Padres unidos por la felicidad de sus hijos
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quarta-feira, 7 de julho de 2010
Em Criciúma, venda de álbuns completos da Copa terá renda destinada à AMA
| Lene de Costa | Rádio Criciúma |Comunidade | 06/07/2010 |
Criciúma - A Copa do Mundo ainda pode render uma ação solidária por parte dos fãs do futebol. Cinco álbuns de figurinhas completos montados pelo comentarista esportivo João Nassif estão à venda no Koxixo, café instalado no térreo do Shopping Della.
Cada álbum está sendo vendido por R$ 500,00.
O valor adquirido com a comercialização dos álbuns será doado integralmente à Associação de Amigos dos Autistas de Criciúma (AMA).
Em Criciúma, venda de álbuns completos da Copa terá renda destinada à AMA
http://www.radiocriciuma.com.br/portal/vernoticia.php?id=15218
Respeite nosso trabalho. Se for copiar algum texto, cite-o como sua fonte e coloque um link para o Crônica Autista: http://cronicaautista.blogspot.com/
Criciúma - A Copa do Mundo ainda pode render uma ação solidária por parte dos fãs do futebol. Cinco álbuns de figurinhas completos montados pelo comentarista esportivo João Nassif estão à venda no Koxixo, café instalado no térreo do Shopping Della.
Cada álbum está sendo vendido por R$ 500,00.
O valor adquirido com a comercialização dos álbuns será doado integralmente à Associação de Amigos dos Autistas de Criciúma (AMA).
Em Criciúma, venda de álbuns completos da Copa terá renda destinada à AMA
http://www.radiocriciuma.com.br/portal/vernoticia.php?id=15218
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quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Os cinco anos de trabalho da AMA-REC-SC
| Saimon Novack | A Tribuna | 1°/10/2009 |
Hoje, a Associação de Amigos do Autista (Ama) completa cinco anos de atividades em Criciúma. "Cinco anos de história. Afortunada história", retifica a diretora e uma das fundadoras da instituição, Ivone Miranda Borges. "São cinco anos acolhendo, ensinando, compreendendo e, sobretudo, aprendendo muito, a cada dia", diz ela. A vida da Ama começou em 1º de outubro de 2004. Na época, contava com sete alunos e quatro profissionais. Com o passar do tempo esses números se multiplicaram. Atualmente são 23 profissionais e 54 alunos. Nicole Pereira da Cruz, 15, está entre eles há três anos. "Gosto daqui. Dos amigos, da professora e de pintar", comenta, enquanto dá acabamento em uma bandeja de madeira, na Oficina de Artes.
Oficina que estimula, diverte, acalma e eleva a autoestima dos autistas. De acordo com a pedagoga Rosane de Freitas Glashorester, a atividade faz parte do Integrar é Possível, projeto mantido pela Justiça Federal, que a cada dia ganha mais adeptos dentro do Ama. "O contato direto com a arte tem surtido resultados impressionantes. É um instrumento que alivia as tensões e tem feito com que tomem gosto pelos pincéis. Eles adoram pintar e principalmente receber elogios por aquilo que produzem", brinca.
Os frequentadores da Ama ainda têm à disposição uma equipe multidisciplinar composta por fisioterapeutas, psicólogos, assistentes sociais e fonoaudiólogos. Há ainda os voluntários, que vão semanalmente levar conhecimento e alegria ao grupo. O motoboy Emerson Figueira Gonçalves, 29, é um deles. Sempre que pode dá uma passada na instituição. Na manhã de ontem assumiu a função de instrutor de xadrez. "É muito prazeroso estar aqui. Venho para ensinar, mas acabo aprendendo muito mais. Sem contar na paz de espírito que estes encontros me promovem", diz.
Avanços com
acompanhamentos
Sob o comando do "professor" Gonçalves, o aluno Marcos Paulo da Silva, 18 anos, está virando um entendido no assunto. Olhos precavidos, ele presta atenção nas dicas de estratégias para combater o adversário. "Tem que ficar ligado senão a gente perde", comenta entre risos.
Extremamente satisfeita e agradecida com o trabalho desenvolvido na Ama, a mãe do pequeno Kevin, aluno há três anos, Maria do Socorro Lucas dos Santos, 44, conta que o filho obteve progressos significativos nos primeiros meses. "Antes de ingressar no Ama meu filho não interagia com as pessoas. Hoje, é super sociável, um menino de fácil convivência. Ele adora ir para a instituição. No final de semana fica agitado, principalmente na hora do banho. Ele acha que está se preparando para ir pra lá. Daí ninguém o segura", conta a mãe.
Para comemorar os cinco anos de atividades, hoje haverá uma festa entre alunos e colaboradores pela manhã e à tarde. Bolo, música, fotos e diversão prometem assinalar a data. A Ama é mantida por pais de alunos e apoio de empresas, prefeitura e comunidade em geral. Interessados em colaborar devem ligar para (48) 3462 9804.
Os cinco anos de trabalho da AMA
http://www.atribunanet.com/home/site/ver/?id=101245
Hoje, a Associação de Amigos do Autista (Ama) completa cinco anos de atividades em Criciúma. "Cinco anos de história. Afortunada história", retifica a diretora e uma das fundadoras da instituição, Ivone Miranda Borges. "São cinco anos acolhendo, ensinando, compreendendo e, sobretudo, aprendendo muito, a cada dia", diz ela. A vida da Ama começou em 1º de outubro de 2004. Na época, contava com sete alunos e quatro profissionais. Com o passar do tempo esses números se multiplicaram. Atualmente são 23 profissionais e 54 alunos. Nicole Pereira da Cruz, 15, está entre eles há três anos. "Gosto daqui. Dos amigos, da professora e de pintar", comenta, enquanto dá acabamento em uma bandeja de madeira, na Oficina de Artes.
Oficina que estimula, diverte, acalma e eleva a autoestima dos autistas. De acordo com a pedagoga Rosane de Freitas Glashorester, a atividade faz parte do Integrar é Possível, projeto mantido pela Justiça Federal, que a cada dia ganha mais adeptos dentro do Ama. "O contato direto com a arte tem surtido resultados impressionantes. É um instrumento que alivia as tensões e tem feito com que tomem gosto pelos pincéis. Eles adoram pintar e principalmente receber elogios por aquilo que produzem", brinca.
Os frequentadores da Ama ainda têm à disposição uma equipe multidisciplinar composta por fisioterapeutas, psicólogos, assistentes sociais e fonoaudiólogos. Há ainda os voluntários, que vão semanalmente levar conhecimento e alegria ao grupo. O motoboy Emerson Figueira Gonçalves, 29, é um deles. Sempre que pode dá uma passada na instituição. Na manhã de ontem assumiu a função de instrutor de xadrez. "É muito prazeroso estar aqui. Venho para ensinar, mas acabo aprendendo muito mais. Sem contar na paz de espírito que estes encontros me promovem", diz.
Avanços com
acompanhamentos
Sob o comando do "professor" Gonçalves, o aluno Marcos Paulo da Silva, 18 anos, está virando um entendido no assunto. Olhos precavidos, ele presta atenção nas dicas de estratégias para combater o adversário. "Tem que ficar ligado senão a gente perde", comenta entre risos.
Extremamente satisfeita e agradecida com o trabalho desenvolvido na Ama, a mãe do pequeno Kevin, aluno há três anos, Maria do Socorro Lucas dos Santos, 44, conta que o filho obteve progressos significativos nos primeiros meses. "Antes de ingressar no Ama meu filho não interagia com as pessoas. Hoje, é super sociável, um menino de fácil convivência. Ele adora ir para a instituição. No final de semana fica agitado, principalmente na hora do banho. Ele acha que está se preparando para ir pra lá. Daí ninguém o segura", conta a mãe.
Para comemorar os cinco anos de atividades, hoje haverá uma festa entre alunos e colaboradores pela manhã e à tarde. Bolo, música, fotos e diversão prometem assinalar a data. A Ama é mantida por pais de alunos e apoio de empresas, prefeitura e comunidade em geral. Interessados em colaborar devem ligar para (48) 3462 9804.
Os cinco anos de trabalho da AMA
http://www.atribunanet.com/home/site/ver/?id=101245
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Montes Claros (MG) discute autismo em outubro
| O Norte de Minas | 5/8/2009 |
A vereadora Rita Vieira, vice-presidente da Câmara Municipal de Montes Claros, requereu a transformação da reunião daquela Casa no dia 1º de outubro em audiência pública para discutir o diagnóstico precoce do autismo.
De acordo com Rita Vieira, a audiência pública terá como objetivo esclarecer a população sobre o autismo e contribuir para melhorar ainda mais o trabalho realizado pela ANDA – Associação Norte-mineira De apoio ao Autista.
A parlamentar acrescenta que a ANDA desenvolve um grande trabalho em Montes Claros e na região mas o assunto ainda carece de mais informações. Segundo ela, apesar do bom trabalho executado, ainda há muitas portas e janelas fechadas para o autismo.
- "Por isso, estamos trazendo o assunto para um profundo debate na câmara, objetivando com isso esclarecer melhor a população sobre essa patologia e conseguir mais ajuda para a ANDA" - conclui a vereadora.
Em Montes Claros, a entidade funciona, provisoriamente, no gabinete da deputada Ana Maria Resende, no bairro Todos os Santos. A diretoria é formada por Marcia Sergy do N. Alozanni (presidente), Laura Vicuña Santos Bandeira Lopes (vice-presidente), Maria Helena Martins Bastos (secretária), Keila Marielle Neri (pedagoga e tesoureira) e Waleska Araújo (relações públicas).
Câmara vai discutir diagnóstico precoce do autismo em outubro
http://www.onorte.net/noticias.php?id=22212
Fonte:
A vereadora Rita Vieira, vice-presidente da Câmara Municipal de Montes Claros, requereu a transformação da reunião daquela Casa no dia 1º de outubro em audiência pública para discutir o diagnóstico precoce do autismo.
De acordo com Rita Vieira, a audiência pública terá como objetivo esclarecer a população sobre o autismo e contribuir para melhorar ainda mais o trabalho realizado pela ANDA – Associação Norte-mineira De apoio ao Autista.
A parlamentar acrescenta que a ANDA desenvolve um grande trabalho em Montes Claros e na região mas o assunto ainda carece de mais informações. Segundo ela, apesar do bom trabalho executado, ainda há muitas portas e janelas fechadas para o autismo.
- "Por isso, estamos trazendo o assunto para um profundo debate na câmara, objetivando com isso esclarecer melhor a população sobre essa patologia e conseguir mais ajuda para a ANDA" - conclui a vereadora.
Em Montes Claros, a entidade funciona, provisoriamente, no gabinete da deputada Ana Maria Resende, no bairro Todos os Santos. A diretoria é formada por Marcia Sergy do N. Alozanni (presidente), Laura Vicuña Santos Bandeira Lopes (vice-presidente), Maria Helena Martins Bastos (secretária), Keila Marielle Neri (pedagoga e tesoureira) e Waleska Araújo (relações públicas).
Câmara vai discutir diagnóstico precoce do autismo em outubro
http://www.onorte.net/noticias.php?id=22212
Fonte:
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Vereador pede apoio à Casa da Esperança
O vereador de Fortaleza Carlos Mesquita (PMDB) alertou no dia 19, para a situação das entidades assistenciais e filantrópicas do município, destacando a Casa da Esperança, que atende pessoas autistas e corre o risco de ter seus trabalhos suspensos por falta de recursos:
- "A Casa da Esperança está acabada e não tem mais como atender 3 mil pessoas diariamente".
Vereador reclama mais atenção para filantrópicas
http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=663467
- "A Casa da Esperança está acabada e não tem mais como atender 3 mil pessoas diariamente".
Vereador reclama mais atenção para filantrópicas
http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=663467
sexta-feira, 24 de julho de 2009
Casa da Esperança atrasa salários
Entidade que cuida de crianças autistas atrasa salários
| TV Verdes Mares | 22/07/2009 |
A única entidade que atende crianças com autismo no Ceará, a Casa da Esperança, mantida pelo Governo Federal, está ameaçada. Os profissionais da instituição estão sem receber os salários. Segundo a direção do local, o motivo seria o atraso no repasse da verba.
A assessoria de imprensa da Secretaria Municipal de Saúde informou que o repasse para a Casa da Esperança demora cerca de dois ou três meses porque auditores conferem, a cada mês, todas as despesas da entidade. Depois desse procedimento, as informações são repassadas ao Ministério da Saúde e só, então, o pagamento é liberado.
No início da tarde desta quarta-feira (22), a assessoria da informou Secretaria Municipal que a verba do mês de abril foi depositada nesta terça-feira (21).
Entidade que cuida de crianças autistas atrasa salários
http://verdesmares.globo.com/v3/canais/noticias.asp?codigo=264663&modulo=178
| TV Verdes Mares | 22/07/2009 |
A única entidade que atende crianças com autismo no Ceará, a Casa da Esperança, mantida pelo Governo Federal, está ameaçada. Os profissionais da instituição estão sem receber os salários. Segundo a direção do local, o motivo seria o atraso no repasse da verba.
A assessoria de imprensa da Secretaria Municipal de Saúde informou que o repasse para a Casa da Esperança demora cerca de dois ou três meses porque auditores conferem, a cada mês, todas as despesas da entidade. Depois desse procedimento, as informações são repassadas ao Ministério da Saúde e só, então, o pagamento é liberado.
No início da tarde desta quarta-feira (22), a assessoria da informou Secretaria Municipal que a verba do mês de abril foi depositada nesta terça-feira (21).
Entidade que cuida de crianças autistas atrasa salários
http://verdesmares.globo.com/v3/canais/noticias.asp?codigo=264663&modulo=178
Minas: Associação busca parcerias
Associação de autistas busca parcerias
| O Norte de Minas | 23/07/2009 |
O vereador e presidente da Ademoc – Associação das pessoas com deficiência de Montes Claros, Valcir Soares (PTB), esteve reunido com diretores da Associação de Autistas, quando foram apresentadas demandas da entidade para que possa prestar atendimento aos associados. Durante o encontro, o vereador ouviu as reivindicações e se comprometeu em buscar junto às autoridades municipais o apoio para que as cerca de 40 famílias associadas daquela entidade tenham uma melhor assistência.
As representantes da associação, Laura Vicuna Santos Bandeira (vice-presidente), Kelia Merielle Néri Santos (tesoureira) e Celeste Ranyela Alves Pimentel (secretaria voluntária), foram pedir o apoio do vereador Valcir Soares e da Ademoc para continuarem a prestar assistência com atendimentos especiais. Dentre as necessidades estão a contratação de pessoal para atendimento, construção de sede e criação de um plano que possa ajudar no andamento das atividades
AUTISMO
O autismo é uma alteração cerebral que afeta a capacidade da pessoa se comunicar, estabelecer relacionamentos e responder apropriadamente ao ambiente. Algumas crianças apesar de autistas apresentam inteligência e fala intactas, outras apresentam também retardo mental, mutismo ou importantes retardos no desenvolvimento da linguagem. Alguns parecem fechados e distantes outros presos a comportamentos restritos e rígidos padrões de comportamento.
As características mais comuns verificadas nos autistas são: não estabelece contato com os olhos; parece surdo; pode começar a desenvolver a linguagem, mas repentinamente isso é completamente interrompido sem retorno; age como se não tomasse conhecimento do que acontece com os outros; ataca e fere outras pessoas mesmo que não existam motivos para isso; apresenta certos gestos imotivados como balançar as mãos ou balançar-se, cheira ou lambe os brinquedos; e mostra-se insensível aos ferimentos podendo inclusive ferir-se intencionalmente.
Associação de autistas busca parcerias
http://www.onorte.net/noticias.php?id=21961
| O Norte de Minas | 23/07/2009 |
O vereador e presidente da Ademoc – Associação das pessoas com deficiência de Montes Claros, Valcir Soares (PTB), esteve reunido com diretores da Associação de Autistas, quando foram apresentadas demandas da entidade para que possa prestar atendimento aos associados. Durante o encontro, o vereador ouviu as reivindicações e se comprometeu em buscar junto às autoridades municipais o apoio para que as cerca de 40 famílias associadas daquela entidade tenham uma melhor assistência.
As representantes da associação, Laura Vicuna Santos Bandeira (vice-presidente), Kelia Merielle Néri Santos (tesoureira) e Celeste Ranyela Alves Pimentel (secretaria voluntária), foram pedir o apoio do vereador Valcir Soares e da Ademoc para continuarem a prestar assistência com atendimentos especiais. Dentre as necessidades estão a contratação de pessoal para atendimento, construção de sede e criação de um plano que possa ajudar no andamento das atividades
AUTISMO
O autismo é uma alteração cerebral que afeta a capacidade da pessoa se comunicar, estabelecer relacionamentos e responder apropriadamente ao ambiente. Algumas crianças apesar de autistas apresentam inteligência e fala intactas, outras apresentam também retardo mental, mutismo ou importantes retardos no desenvolvimento da linguagem. Alguns parecem fechados e distantes outros presos a comportamentos restritos e rígidos padrões de comportamento.
As características mais comuns verificadas nos autistas são: não estabelece contato com os olhos; parece surdo; pode começar a desenvolver a linguagem, mas repentinamente isso é completamente interrompido sem retorno; age como se não tomasse conhecimento do que acontece com os outros; ataca e fere outras pessoas mesmo que não existam motivos para isso; apresenta certos gestos imotivados como balançar as mãos ou balançar-se, cheira ou lambe os brinquedos; e mostra-se insensível aos ferimentos podendo inclusive ferir-se intencionalmente.
Associação de autistas busca parcerias
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segunda-feira, 13 de julho de 2009
Associação do Norte de Minas quer ajuda
Associação de apoio aos autistas quer ajuda para desenvolver seus trabalhos
Paula Machado | O Norte de Minas | 13/07/2009 |
A Anda - Associação norte mineira de apoio aos autistas, formada por trinta famílias e profissionais especializados, com dois fonoaudiólogos, uma psicopedagoga e uma pedagoga, faz um mês de aniversário e oferece aulas de capacitação gratuita a professores ou interessados, a fim de orientá-los como lidar com o autismo.
De acordo com a presidente da associação, Márcia Sergy Avozani, muitas crianças que têm esse problema não estão nas escolas, devido à falta de informação sobre o assunto e a falta de preparo dos professores e escolas para receber esses alunos especiais.
- Muitas escolas aceitam essas crianças porque são obrigadas, devido à lei de inclusão. As escolas têm realizado muitos projetos para tratar das deficiências físicas, auditivas, visuais, mas não quanto à deficiência mental - afirma.
De acordo com ela, já foram realizados dois cursos na cidade para promover a capacitação de professores, para que possam saber lidar com a doença e garantir um aprendizado de qualidade para os alunos que sofrem de autismo.
- A príncípio estamos correndo atrás de capacitação para esses profissionais, estamos em uma sede provisória no bairro Todos os Santos, problema que por enquanto foi solucionado, pois não tínhamos lugar algum para realizar nossas reuniões, mas desenvolvemos nas escolas um acompanhamento escolar para as crianças com autismo - ressalta.
Segundo a presidente da associação, uma psicopedagoga, de Belo Horizonte, vem à cidade de Montes Claros, a cada dois meses e aplica nas escolas as atividades adaptadas para cada aluno, pois conforme Macia informa, não há um modelo padrão de ensino a seguir, cada autista tem suas dificuldades e necessidades que devem ser tratadas de maneira diferenciada.
- Esse trabalho de funcionamento já funciona na escola João e Maria, no bairro Esplanada, onde meu filho estuda, na escola Montessori Pedaçinho do Céu, onde estuda quatro crianças autistas que participam da associação, na Marista São José, onde tem duas crianças e no Imaculada Conceição, também com duas crianças. Percebo que essas escolas estão tentando proporcionar também a esses alunos um ensino melhor e de qualidade, pois participaram das capacitações – enfatiza.
Márcia afirma que ainda não há um levantamento preciso de quantas crianças autistas existem em Montes Claros, mas afirma que é um assunto que tem despertado muito interesse nas pessoas e servido de fonte de pesquisas para muitas faculdades.
Ela afirma que reuniões já haviam sido realizadas entre as famílias antes do surgimento da associação buscando soluções para este problema, desde novembro de 2008, e algumas famílias conforme a presidente diz se conheceram através da palestra da fonoaudióloga Vanessa que apresentou uma palestra no colégio Marista São José no ano passado.
- Sabemos de mais vinte famílias com crianças autistas e estamos tentando correr atrás para cadastra-las - revela.
O AUTISMO
O autismo é uma síndrome de transtorno evasivo de desenvolvimento que limita à criança nas questões sociais, na linguagem e no comportamento, e está presente desde o nascimento, se manifesta aos 18 meses de idade, período em que os pais começam a detectar que os filhos possuem algum tipo de problema.
- Ainda não se sabe a cauda e nem a origem da doença, desde 1911 é estudada, mas existem diversas teorias, como por exemplo, de que seria transmitida através da genética. Na associação sempre buscamos entrar em contato com especialistas e laboratórios, como o laboratório Son Rise, nos Estados Unidos – informa.
Como características presentes nos autistas ela cita as alterações de sono, quietude ou choro excessivo, aversão ao contato físico, ausência de imitação dos gestos dos pais, contato ocular ausente ou de forma atípica quando ainda são bebês.
- Ainda são observadas estereotipias, gestos estranhos e ecolalia, repetição do que se escuta risos e gargalhadas inoportunas, bem como choros e angústias inexplicáveis, dificuldade na fala e apego a rotinas e rituais – explica.
Mas a presidente ressalta que não são necessárias todas as características para se identificar o autismo, e que cada autista tem características que lhe são peculiares.
- É importante ressaltar que existem vários graus de autismo, onde as manifestações podem ocorrer de forma leve, moderada, grave ou severa, existem vários métodos de trabalhar com o autista, dentre os quais há o método ABA, o PECS e O teaacch - diz
Associação de apoio aos autistas quer ajuda para desenvolver seus trabalhos
http://www.onorte.net/noticias.php?id=21770
Paula Machado | O Norte de Minas | 13/07/2009 |
A Anda - Associação norte mineira de apoio aos autistas, formada por trinta famílias e profissionais especializados, com dois fonoaudiólogos, uma psicopedagoga e uma pedagoga, faz um mês de aniversário e oferece aulas de capacitação gratuita a professores ou interessados, a fim de orientá-los como lidar com o autismo.
De acordo com a presidente da associação, Márcia Sergy Avozani, muitas crianças que têm esse problema não estão nas escolas, devido à falta de informação sobre o assunto e a falta de preparo dos professores e escolas para receber esses alunos especiais.
- Muitas escolas aceitam essas crianças porque são obrigadas, devido à lei de inclusão. As escolas têm realizado muitos projetos para tratar das deficiências físicas, auditivas, visuais, mas não quanto à deficiência mental - afirma.
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- A príncípio estamos correndo atrás de capacitação para esses profissionais, estamos em uma sede provisória no bairro Todos os Santos, problema que por enquanto foi solucionado, pois não tínhamos lugar algum para realizar nossas reuniões, mas desenvolvemos nas escolas um acompanhamento escolar para as crianças com autismo - ressalta.
Segundo a presidente da associação, uma psicopedagoga, de Belo Horizonte, vem à cidade de Montes Claros, a cada dois meses e aplica nas escolas as atividades adaptadas para cada aluno, pois conforme Macia informa, não há um modelo padrão de ensino a seguir, cada autista tem suas dificuldades e necessidades que devem ser tratadas de maneira diferenciada.
- Esse trabalho de funcionamento já funciona na escola João e Maria, no bairro Esplanada, onde meu filho estuda, na escola Montessori Pedaçinho do Céu, onde estuda quatro crianças autistas que participam da associação, na Marista São José, onde tem duas crianças e no Imaculada Conceição, também com duas crianças. Percebo que essas escolas estão tentando proporcionar também a esses alunos um ensino melhor e de qualidade, pois participaram das capacitações – enfatiza.
Márcia afirma que ainda não há um levantamento preciso de quantas crianças autistas existem em Montes Claros, mas afirma que é um assunto que tem despertado muito interesse nas pessoas e servido de fonte de pesquisas para muitas faculdades.
Ela afirma que reuniões já haviam sido realizadas entre as famílias antes do surgimento da associação buscando soluções para este problema, desde novembro de 2008, e algumas famílias conforme a presidente diz se conheceram através da palestra da fonoaudióloga Vanessa que apresentou uma palestra no colégio Marista São José no ano passado.
- Sabemos de mais vinte famílias com crianças autistas e estamos tentando correr atrás para cadastra-las - revela.
O AUTISMO
O autismo é uma síndrome de transtorno evasivo de desenvolvimento que limita à criança nas questões sociais, na linguagem e no comportamento, e está presente desde o nascimento, se manifesta aos 18 meses de idade, período em que os pais começam a detectar que os filhos possuem algum tipo de problema.
- Ainda não se sabe a cauda e nem a origem da doença, desde 1911 é estudada, mas existem diversas teorias, como por exemplo, de que seria transmitida através da genética. Na associação sempre buscamos entrar em contato com especialistas e laboratórios, como o laboratório Son Rise, nos Estados Unidos – informa.
Como características presentes nos autistas ela cita as alterações de sono, quietude ou choro excessivo, aversão ao contato físico, ausência de imitação dos gestos dos pais, contato ocular ausente ou de forma atípica quando ainda são bebês.
- Ainda são observadas estereotipias, gestos estranhos e ecolalia, repetição do que se escuta risos e gargalhadas inoportunas, bem como choros e angústias inexplicáveis, dificuldade na fala e apego a rotinas e rituais – explica.
Mas a presidente ressalta que não são necessárias todas as características para se identificar o autismo, e que cada autista tem características que lhe são peculiares.
- É importante ressaltar que existem vários graus de autismo, onde as manifestações podem ocorrer de forma leve, moderada, grave ou severa, existem vários métodos de trabalhar com o autista, dentre os quais há o método ABA, o PECS e O teaacch - diz
Associação de apoio aos autistas quer ajuda para desenvolver seus trabalhos
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