sexta-feira, 31 de julho de 2009

Emprego para autistas é sucesso na Dinamarca

| Agência Federal de Notícias | Argentina, 20/07/2009 |

O dono de uma empresa na Dinamarca tem um filho autista e decidiu empregar pessoas que, como ele, têm capacidades especiais.

Uma empresa de computação dinamarquesa emprega pessoas com autismo. Sua experiência tem sido tão positiva que já pensa abrir uma sucursal na Escócia. Specialisterne é o nome dessa firma, criada por Thorkil Sonne, cujo filho de três anos foi diagnosticado com autismo.

O empresário se perguntou por que as pessoas afetadas por esta condição são deixadas de lado no mercado de trabalho e iniciou uma pesquisa sobre o que as pessoas com Transtornos do Espectro Autista (TEA) queriam e poderiam fazer melhor, com o objetivo de incorporá-las a seu projeto.

Assim, Sonne fundou sua empresa de análise de software, onde 75% dos empregados - cerca de 40 pessoas - possuem alguna forma de autismo e, nos próximos meses, espera recrutar outros 50 empregados para sua nova filial em Glasgow.

Segundo a NAS (National Autistic Society - Sociedade Autista Nacional, do Reino Unido), as pessoas autistas afirmam que um emprego é o fator que realmente melhoraria sua vida.

O empresário, que foi um dos presidentes regionais da organização dinamarquesa Autism Denmark, conhece muitos adolescentes e adultos com TEA.

Os autistas têm dificuldades com a interação social e quebras de rotina, mas sobressaem-se nas tarefas repetitivas que requerem alta precisão. Foi assim que Sonne se deu conta de que testar novos programas de computador era um trabalho adequado para essas pessoas.

Exitosa experiencia de una empresa con empleados autistas
http://www.derf.com.ar/despachos.asp?cod_des=277197&ID_Seccion=21

El dueño de una firma en Dinamarca, tiene un hijo con esa problemática y decidió emplear a gente que, como él, tiene capacidades especiales.

Una empresa de computación dinamarquesa emplea a personas que padezcan de autismo. Su experiencia ha sido tan favorable que ahora piensa extenderse a Escocoa, donde abrirán una sucursal.

Según publicó la BBC Mundo, Specialisterne es el nombre de la firma de computación creada por Thorkil Sonne, un hombre cuyo hijo de tres años fue diagnosticado con autismo o Trastornos del Espectro Autista (TEA).

El empresario se preguntó varias veces por qué la gente afectada con esta problemática es dejada de lado en el sector laboral y se embarcó en una investigación sobre qué era lo que la gente con TEA quería y podía hacer mejor, con el objetivo de incorporarlos a su proyecto.

Así, Sonne fundó su empresa de análisis de software, donde 75% de los empleados -unas 40 personas- tienen alguna forma del espectro autista y en los próximos meses espera reclutar a otros 50 empleados para su nueva planta en Glasgow.

Según la National Autistic Society (NAS, por sus siglas en inglés) (Sociedad Autística Nacional del Reino Unido) la gente con TEA suele afirmar que un empleo es el factor que realmente mejoraría su vida.

El empresario, que fue uno de los presidentes regionales de la organización danesa Autism Denmark, pudo conocer a muchos adolescentes y adultos con TEA.

Los autistas tienen dificultades en la interacción social y las incertidumbres, pero sobresalen en tareas repetitivas que requieren una alta capacidad de precisión. Así que Sonne se dio cuenta de que probar nuevos programas de software era una labor idónea para estas personas.

Pesquisa: alimentação não tem efeito sobre autismo

Alimentação não tem efeito sobre autismo, diz pesquisa
| UOL | 30/07/2009 |


Muitos pais colocam suas crianças autistas em dietas estritamente livres de glúten ou laticínios, convencidos de que problemas gastrointestinais são uma causa primária. Porém, um novo estudo sugere que as dietas complicadas podem não ser justificadas.

Pesquisadores da Mayo Clinic revisaram os registros médicos de mais de cem crianças autistas acima dos 18 anos, e os compararam a mais de 200 crianças sem a doença. Eles não encontraram diferenças na frequência geral de problemas gastrointestinais relatados pelos dois grupos, embora as crianças autistas sofressem com maior frequência de prisão de ventre e fossem comedores meticulosos (crianças muito exigentes em relação a sua comida), com maior dificuldade em ganhar peso.

O estudo, publicado na última segunda-feira no jornal "Pediatrics", é o primeiro a observar a incidência de problemas gastrointestinais numa população autista, segundo o primeiro autor do artigo, Samar H. Ibrahim, gastroenterologista pediátrico da Mayo Clinic.

"Até hoje, não existe um experimento provando realmente que uma alimentação livre de caseína e glúten melhore o autismo", disse Ibrahim. "As dietas não são fáceis de seguir e podem, algumas vezes, causar deficiências nutricionais".

O estudo descobriu que a maioria das crianças, autistas ou não, sofria de problemas gastrointestinais comuns como prisão de ventre, diarreia ou vômitos. A alimentação meticulosa também era comum.

Alimentação não tem efeito sobre autismo, diz pesquisa
http://gazetaweb.globo.com/v2/noticias/texto_completo.php?c=181783

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Ami Klin nomeado professor titular de Yale

| Comunidade News | 29/7/2009 | Notícia selecionada por Mariene |

Ami Klin sopra bolinhas de sabão para um bebê, no Centro de Estudos da Universidade de Yale.
Sentado no chão, o doutor Klin sopra bolinhas de sabão para um bebê, que corre atrás delas.
Um psicólogo brasileiro foi recentemente apontado como Professor Titular do departamento de Psiquiatria e Psicologia da Criança da Universidade de Yale em New Haven, Connecticut. Ami Klin vem se destacando nos estudos e pesquisas sobre o autismo e é reconhecido mundialmente pelo conhecimento em outras sérias desordens do desenvolvimento.

O professor foi oficialmente nomeado no dia 1º de julho e a carreira dele em Yale já tem 20 anos. Como diretor do Programa de Autismo do Centro de Estudo da Criança em Yale, Ami Klin presta serviços clínicos às crianças com autismo e às famílias delas.

Segundo ele, o autismo tem muitas causas, sendo a mais importante delas a genética. Ainda segundo ele, o autismo não pode ser detectado até aproximadamente o primeiro ou o segundo ano de vida da criança. De acordo com o professor, houve muitos avanços em relação aos estudos do autismo, de 5 a 10 anos para cá. “Mas nada ainda que se traduz a uma maneira de se detectar o autismo antes da criança nascer”, disse ele.

Apesar do autismo ser uma síndrome genética que envolve o desenvolvimento do cérebro social, a detecção é puramente comportamental, segundo o professor. Geralmente um grupo de clínicos de diferentes disciplinas analisa a criança, a fim de ter uma idéia da história, do desenvolvimento e do perfil da criança.

“Tanto do ponto de vista de habilidades como inteligência, linguagem, como do ponto de vista de sintomas que tem a ver com o autismo, que são dificuldades na relação social e na comunicação”. Tudo o que tem a ver com o desenvolvimento social de um bebê, como a fala e sons (geralmente dos 14 aos 18 meses), linguagem e comunicação visual devem ser observados pelos pais. Se por exemplo a criança não reagir ao chamado deles, o professor recomenda procurar um clínico. Quanto mais cedo a criança for diagnosticada, melhor será o prognóstico dela.

O autismo é definido como uma desordem global do desenvolvimento que afeta a capacidade de comunicação e de se relacionar. Um mito bastante comum é o de que o autista vive em um “mundo próprio”. Por exemplo, uma criança autista que fica observando as outras brincarem apresenta dificuldade de iniciar, manter e terminar uma conversa, e desinteresse nas brincadeiras.

Formado em psicologia com ênfase em neurociência cognitiva pela Universidade Hebraica de Jerusalém, Israel, Ami Klin fez doutorado em psicologia cognitiva em Londres, Inglaterra. Após um período de pós-doutorado na Universidade de Yale, foi designado para ser membro da faculdade da escola de medicina. Os pais do professor são europeus que passaram pelo Holocausto e se estabeleceram no Brasil.

Psicólogo brasileiro é nomeado professor titular na faculdade de medicina de Yale
http://www.comunidadenews.com/local/psicologo-brasileiro-e-nomeado-professor-titular-na-faculdade-de-medicina-de-yale-5183

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Música ganha aplausos no trabalho com autismo

Evidência é fraca, mas especialistas dizem que musicoterapia é válida
| Jean Hwang | Washington Post | 3/3/2009 | Pág. HE05 |

Na hora do banho de Janna Simpson, sua mãe muitas vezes canta junto uma musiquinha: "Tomar banho, Tomar banho, Tomar banho..." Judy Simpson cantarola, distraindo a filha dentro da água.

Janna não é um bebê e sua mãe não está cantando à toa. Janna tem 15 anos e autismo. Música, explica Judy, tem sido a chave para envolvê-la em cada atividade diária como tomar um banho; também é uma alternativa a instruções verbais para ajudá-la a superar problemas sociais e comportamentais.

Janna, que nunca desenvolveu a fala normal, recebe musicoterapia formal na Escola Média de Hedgesville, Virginia do Oeste, onde frequenta uma classe para alunos com autismo. Sua mãe, uma ex-musicoterapeuta que é diretora de relações governamentais da Associação Americana de Musicoterapia, sediada em Silver Spring, mantém essa abordagem terapêutica em casa.

- "Latitude, longitude, olhar em um microscópio: essas habilidades não são importantes", diz Judy. "Ela precisa de habilidades básicas para a vida como: escovar os dentes, banhar-se, o relacionamento com pessoas. Essa é uma coisa difícil de se ensinar".

A confiança de Judy na musicoterapia se baseia na sua própria experiência e na de outros pais de crianças autistas que estão ávidos por melhorar as habilidades funcionais de seus filhos. Mas, exatamente como e no que a musicoterapia atua não é bem entendido. Há apenas um ano, uma sessão intitulada "A agenda do autismo" na conferência da Associação Americana de Musicoterapia enfatizou a necessidade de mais pesquisas e prática para basear-se em evidências.

'Olá, Pessoal'

Apesar das informações sobre sua efetividade serem limitadas, fazer música tem sido parte importante de diversos programas para crianças autistas. Leanne Belasco, uma musicoterapeuta da Kennedy Krieger School do Campus do Condado Montgomery campus em Rockville, diz que a música dá estrutura e um ritmo previzível a direções verbais. Quando Belasco toca a cítara para seus alunos, ela canta letras encorajadoras e instrutivas como, "Eu sei que posso; sou um bom escutador" e "Seja flexível".

Na escola, onde todos os 37 alunos de turno integral estão inscritos na musicoterapia, Belasco começa suas sessões de 30 a 45 minutos cantando um refrão: "Alô, todo mundo, agora é hora de música." Ela roda entre os alunos, sentados em ferradura, dirigindo-se a cada um com uma canção. Um deles, de 16 anos, que usa headphones por causa de sua sensibilidade auditiva, responde com evidente prazer, assim como um garoto mais jovem, que toca uma cítara com evidente prazer enquanto balança para a frente e para trás em sua cadeira. Quando Belasco pede que chacoalhem suas maracas azuis, as auxiliares precisam ajudar. Quando um aluno parece sofrer com o exercício, os assistentes o colocam na cadeira.

Apesar dos benefícios associados à música, crianças com autismo enfrentam desafios especiais. "Alguns alunos são sensíveis a sirenes e aspiradores de pó; alguns são sensíveis à música, a certos instrumentos ou à sua freqüência", diz Linda Brandebourg, diretora de serviços do autismo da escola em Kennedy Krieger, de Baltimore. O musicoterapeuta gradualmente facilita estudantes com tais sensibilidades a participar do grupo.

Para alunos de alto funcionamento no espectro autista, a música pode ser uma alternativa criativa, além de que ajuda a regular o comportamento, dizem os terapeutas. Na Rockville's Frost School, para crianças com desordens emocionais que incluem o espectro autista, Donny Toker, da nona série, desfruta da música desde pequeno e agora compõe jazz e rock, que apresenta para a família e na escola. Sua mãe, Nancy Toker, diz que a música o ajuda a se focalizar e alivia a ansiedade e a frustração. "Quando está em um ambiente musical, pode interagir com seus pares, e suas habilidades de conversação são apropriadas", diz Nancy.

Medindo o resultado

Desenvolver estudos para avaliar os benefícios da musicoterapia é um desafio. Petra Kern, professora de musicoterapia na Universidade Estadual de Nova York, em New Paltz, e uma dos organizadoras da conferência Agenda do Autismo, diz que é difícil conduzir pesquisa em autismo usando experimentações aleatórias controladas porque autismo é um espectro e o comportamento varia muito de indivíduo para indivíduo. Ela defende o trablaho tanto quanto possível com grupos de estudos de casos relacionados, para compreender como e porque a musicoterapia funciona.

Catherine Lord, uma professora de psicologia da Universidade de Michigan que se especializou na pesquisa do autismo, explica:

-"Sabemos que o tratamento com musicoterapia está associado com a melhora, mas não sabemos qual é a causa dessa melhora".

Ela diz que estudos sugerindo resultados positivos com a musicoterapia, tipicamente, "não controlam o que se precisa controlar para encontrar o que causa a mudança". Os alunos podem melhorar por causa de fatores como entusiasmo e atenção do terapueta mais do que a própria música.

Catherine explicar que apoiaria o uso da musicoterapia somente se fosse possível mostrar que ajudou a diminuir comportamentos-problema e também se for claramente determinado que os alunos com autismo apreciam a terapia. Para muitas pessoas com autismo faltam formas de entretenimento e relaxamento; assim, fornecer tratamento comportamental efetivo que seja também agradável seria de grande valor, diz.

Mijin Kim, musicoterapeuta do Instituto Beth Abraham, em Nova York, diz que a música pode ser eficaz porque complementa as habilidades cognitivas das pessoas autistas, o que inclui uma forte inclinação para criar padrões.

-"A música é inerentemente estruturada e padronizada", ela diz. "Você pode ver as pessoas com autismo que são hipersensíveis ao som mas responder diferentemente à música, por causa da sua estrutura".

Music Wins Applause for Addressing Autism
http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2009/03/02/AR2009030201759.html

Garoto autista engana autoridades britânicas

Garoto cria falsa cia aérea e engana autoridades britânicas
| Terra Notícias | 19/7/2009 |


Um adolescente britânico de Yorkshire convenceu executivos de aviação da Inglaterra de que ele era um magnata e que estava prestes a lançar sua própria companhia aérea. Usando o psdeudônimo de Adam Tait, o garoto de 17 anos afirmou possuir uma frota de jatos.

Segundo o jornal britânico The Times, Tait, que disse ter 20 e poucos anos, chegou a viajar para a localidede de Jersey para participar de uma reunião de 14 horas com o diretor do aeroporto local. A conversa foi tão boa que outro encontro estava programado para as próximas semanas.

Outros diretores da indústria de aviação chegaram a trocar e-mails e telefonemas com David Rich e Anita Dash, supostamente sócios de Tait. O objetivo era lançar uma companhia aérea baseada nas Channel Islands, no Canal da Mancha, onde fica Jersey, que atendesse grande parte da Europa.

O que eles não perceberam foi que Tait, Rich e Anita eram todos a mesma pessoa. Tait chegou a publicar artigos de aviação em revistas especializadas. Foi aí, no entanto, que o sonho do garoto acabou. Uma das publicações, a Airlines World, desconfiou e decidiu investigar. Pouco tempo depois, foi descoberta a farsa.

Na última segunda-feira ele foi questionado pela polícia de Essex enquanto tentava embarcar em um jato de 93 lugares no aeroporto de Southend, depois de ter convencido o agente de marketing da empresa dona da aeronave de que a sua gostaria de alugar aquele avião.

A polícia, que havia sido avisada pela Airliner World, descobriu a identidade real do adolescente. Segundo o Times, o garoto ainda não sofreu nenhuma punição. Seu pai alegou que ele sofre de uma "espécie de autismo que o torna ousado e criativo" (?).

Garoto cria falsa cia aérea e engana autoridades britânicas
http://noticias.terra.com.br/mundo/interna/0,,OI3882255-EI8142,00-Garoto+cria+falsa+cia+aerea+e+engana+autoridades+britanicas.html

Campanha em defesa de hacker aspie

Jornal lança campanha para evitar extradição de "hacker" britânico aos EUA
| Agencia EFE | 3/7/2009 |

Londres, 3 jul (EFE) -
O jornal britânico "Daily Mail" iniciou uma campanha midiática para evitar a extradição aos Estados Unidos de Gary McKinnon, um "hacker" que sofre da síndrome de Asperger (uma forma de autismo) e que em 2002 conseguiu entrar nos sistemas de informática do Pentágono e da Nasa, por causa de sua obsessão com a vida extraterrestre.

Desde então as autoridades americanas o perseguem para que cumpra uma pena de prisão por "ciberterrorismo" e estão a ponto de conseguir que o Governo do Reino Unido conceda a extradição, segundo denuncia o "Daily Mail".

O nacionalista "Daily Mail" pede publicamente ao ministro do Interior, Alan Johnson, que detenha a extradição de McKinnon, de 43 anos, porque pediu perdão pelo delito cometido e porque viver preso fora de seu país pode pôr sua vida em perigo.

A campanha é respaldada por vários parlamentares, que aproveitam a ocasião para atacar a lei de extradição entre Londres e Washington, que foi aprovada em 2003, porque transforma em um trâmite fácil a entrega de um nacional britânico aos EUA.

Segundo o "Daily Mail", a defesa de McKinnon praticamente esgotou todos os recursos legais a seu alcance, por isso que a extradição poderia ser autorizada em questão de umas poucas semanas.

Seus advogados lembram que a síndrome de Asperger é uma forma de autismo, que em algumas ocasiões deriva em comportamento obsessivos.

"O que fiz foi ilegal e foi mal, mas a reação dos americanos é agressiva e totalmente desproporcional", disse o acusado citado pelo "Daily Mail".

A decisão final sobre a extradição é do Ministério do Interior, onde um porta-voz lembrou a este jornal que os recursos apresentados pela defesa de McKinnon contra a extradição foram rechaçados pela Corte Suprema britânica, a Câmara dos Lordes e o Tribunal Europeu de Direitos Humanos.

© EFE 2009. Está expresamente prohibida la redistribución y la redifusión de todo o parte de los contenidos de los servicios de Efe, sin previo y expreso consentimiento de la Agencia EFE S.A.

Jornal lança campanha para evitar extradição de "hacker" britânico aos EUA
http://www.google.com/hostednews/epa/article/ALeqM5jSGjDOG6shcWY2bbMqshSW_d9wvg

Casa da Esperança atrasa salários

Entidade que cuida de crianças autistas atrasa salários
| TV Verdes Mares | 22/07/2009 |


A única entidade que atende crianças com autismo no Ceará, a Casa da Esperança, mantida pelo Governo Federal, está ameaçada. Os profissionais da instituição estão sem receber os salários. Segundo a direção do local, o motivo seria o atraso no repasse da verba.

A assessoria de imprensa da Secretaria Municipal de Saúde informou que o repasse para a Casa da Esperança demora cerca de dois ou três meses porque auditores conferem, a cada mês, todas as despesas da entidade. Depois desse procedimento, as informações são repassadas ao Ministério da Saúde e só, então, o pagamento é liberado.

No início da tarde desta quarta-feira (22), a assessoria da informou Secretaria Municipal que a verba do mês de abril foi depositada nesta terça-feira (21).

Entidade que cuida de crianças autistas atrasa salários
http://verdesmares.globo.com/v3/canais/noticias.asp?codigo=264663&modulo=178

Minas: Associação busca parcerias

Associação de autistas busca parcerias

| O Norte de Minas | 23/07/2009 |

O vereador e presidente da Ademoc – Associação das pessoas com deficiência de Montes Claros, Valcir Soares (PTB), esteve reunido com diretores da Associação de Autistas, quando foram apresentadas demandas da entidade para que possa prestar atendimento aos associados. Durante o encontro, o vereador ouviu as reivindicações e se comprometeu em buscar junto às autoridades municipais o apoio para que as cerca de 40 famílias associadas daquela entidade tenham uma melhor assistência.

As representantes da associação, Laura Vicuna Santos Bandeira (vice-presidente), Kelia Merielle Néri Santos (tesoureira) e Celeste Ranyela Alves Pimentel (secretaria voluntária), foram pedir o apoio do vereador Valcir Soares e da Ademoc para continuarem a prestar assistência com atendimentos especiais. Dentre as necessidades estão a contratação de pessoal para atendimento, construção de sede e criação de um plano que possa ajudar no andamento das atividades

AUTISMO

O autismo é uma alteração cerebral que afeta a capacidade da pessoa se comunicar, estabelecer relacionamentos e responder apropriadamente ao ambiente. Algumas crianças apesar de autistas apresentam inteligência e fala intactas, outras apresentam também retardo mental, mutismo ou importantes retardos no desenvolvimento da linguagem. Alguns parecem fechados e distantes outros presos a comportamentos restritos e rígidos padrões de comportamento.

As características mais comuns verificadas nos autistas são: não estabelece contato com os olhos; parece surdo; pode começar a desenvolver a linguagem, mas repentinamente isso é completamente interrompido sem retorno; age como se não tomasse conhecimento do que acontece com os outros; ataca e fere outras pessoas mesmo que não existam motivos para isso; apresenta certos gestos imotivados como balançar as mãos ou balançar-se, cheira ou lambe os brinquedos; e mostra-se insensível aos ferimentos podendo inclusive ferir-se intencionalmente.

Associação de autistas busca parcerias
http://www.onorte.net/noticias.php?id=21961

terça-feira, 21 de julho de 2009

Preconceito nas escolas brasileiras

Pesquisa indica que há 99,3% de preconceito no ambiente escolar

| Flávia Albuquerque | Agência Brasil | 17/6/2009|

São Paulo -
Pesquisa realizada em 501 escolas públicas de todo o país, baseada em entrevistas com mais de 18,5 mil alunos, pais e mães, diretores, professores e funcionários, revelou que 99,3% dessas pessoas demonstram algum tipo de preconceito etnorracial, socioeconômico, com relação a portadores de necessidades especiais, gênero, geração, orientação sexual ou territorial. O estudo, divulgado hoje (17), em São Paulo, e pioneiro no Brasil, foi realizado com o objetivo de dar subsídios para a criação de ações que transformem a escola em um ambiente de promoção da diversidade e do respeito às diferenças.

De acordo com a pesquisa Preconceito e Discriminação no Ambiente Escolar, realizada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) a pedido do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), 96,5% dos entrevistados têm preconceito com relação a portadores de necessidades especiais, 94,2% têm preconceito etnorracial, 93,5% de gênero, 91% de geração, 87,5% socioeconômico, 87,3% com relação à orientação sexual e 75,95% têm preconceito territorial.

Segundo o coordenador do trabalho, José Afonso Mazzon, professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP), a pesquisa conclui que as escolas são ambientes onde o preconceito é bastante disseminado entre todos os atores. “Não existe alguém que tenha preconceito em relação a uma área e não tenha em relação a outra. A maior parte das pessoas tem de três a cinco áreas de preconceito. O fato de todo indivíduo ser preconceituoso é generalizada e preocupante”, disse.

Com relação à intensidade do preconceito, o estudo avaliou que 38,2% têm mais preconceito com relação ao gênero e que isso parte do homem com relação à mulher. Com relação à geração (idade), 37,9% têm preconceito principalmente com relação aos idosos. A intensidade da atitude preconceituosa chega a 32,4% quando se trata de portadores de necessidades especiais e fica em 26,1% com relação à orientação sexual, 25,1% quando se trata de diferença socioeconômica, 22,9% etnorracial e 20,65% territorial.

O estudo indica ainda que 99,9% dos entrevistados desejam manter distância de algum grupo social. Os deficientes mentais são os que sofrem maior preconceito com 98,9% das pessoas com algum nível de distância social, seguido pelos homossexuais com 98,9%, ciganos (97,3%), deficientes físicos (96,2%), índios (95,3%), pobres (94,9%), moradores da periferia ou de favelas (94,6%), moradores da área rural (91,1%) e negros (90,9%).

De acordo com o diretor de Estudos e Acompanhamentos da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad) do Ministério da Educação (MEC), Daniel Chimenez, o resultado desse estudo será analisado detalhadamente uma vez que o MEC já demonstrou preocupação com o tema e com a necessidade de melhorar o ambiente escolar e de ampliar ações de respeito à diversidade.

“No MEC já existem iniciativas nesse sentido [de respeito à diversidade], o que precisa é melhorar, aprofundar, alargar esse tipo de abordagem, talvez até para a criação de um possível curso de ambiente escolar que reflita todas essas temáticas em uma abordagem integrada”, disse.

Edição: Lílian Beraldo

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Associação do Norte de Minas quer ajuda

Associação de apoio aos autistas quer ajuda para desenvolver seus trabalhos

Paula Machado | O Norte de Minas | 13/07/2009 |


A Anda - Associação norte mineira de apoio aos autistas, formada por trinta famílias e profissionais especializados, com dois fonoaudiólogos, uma psicopedagoga e uma pedagoga, faz um mês de aniversário e oferece aulas de capacitação gratuita a professores ou interessados, a fim de orientá-los como lidar com o autismo.

De acordo com a presidente da associação, Márcia Sergy Avozani, muitas crianças que têm esse problema não estão nas escolas, devido à falta de informação sobre o assunto e a falta de preparo dos professores e escolas para receber esses alunos especiais.

- Muitas escolas aceitam essas crianças porque são obrigadas, devido à lei de inclusão. As escolas têm realizado muitos projetos para tratar das deficiências físicas, auditivas, visuais, mas não quanto à deficiência mental - afirma.

O ensino destinado aos autistas deve ser adaptado de acordo com a necessidade de cada um. (foto: XU MEDEIROS)
De acordo com ela, já foram realizados dois cursos na cidade para promover a capacitação de professores, para que possam saber lidar com a doença e garantir um aprendizado de qualidade para os alunos que sofrem de autismo.

- A príncípio estamos correndo atrás de capacitação para esses profissionais, estamos em uma sede provisória no bairro Todos os Santos, problema que por enquanto foi solucionado, pois não tínhamos lugar algum para realizar nossas reuniões, mas desenvolvemos nas escolas um acompanhamento escolar para as crianças com autismo - ressalta.

Segundo a presidente da associação, uma psicopedagoga, de Belo Horizonte, vem à cidade de Montes Claros, a cada dois meses e aplica nas escolas as atividades adaptadas para cada aluno, pois conforme Macia informa, não há um modelo padrão de ensino a seguir, cada autista tem suas dificuldades e necessidades que devem ser tratadas de maneira diferenciada.

- Esse trabalho de funcionamento já funciona na escola João e Maria, no bairro Esplanada, onde meu filho estuda, na escola Montessori Pedaçinho do Céu, onde estuda quatro crianças autistas que participam da associação, na Marista São José, onde tem duas crianças e no Imaculada Conceição, também com duas crianças. Percebo que essas escolas estão tentando proporcionar também a esses alunos um ensino melhor e de qualidade, pois participaram das capacitações – enfatiza.

Márcia afirma que ainda não há um levantamento preciso de quantas crianças autistas existem em Montes Claros, mas afirma que é um assunto que tem despertado muito interesse nas pessoas e servido de fonte de pesquisas para muitas faculdades.

Ela afirma que reuniões já haviam sido realizadas entre as famílias antes do surgimento da associação buscando soluções para este problema, desde novembro de 2008, e algumas famílias conforme a presidente diz se conheceram através da palestra da fonoaudióloga Vanessa que apresentou uma palestra no colégio Marista São José no ano passado.

- Sabemos de mais vinte famílias com crianças autistas e estamos tentando correr atrás para cadastra-las - revela.

O AUTISMO

O autismo é uma síndrome de transtorno evasivo de desenvolvimento que limita à criança nas questões sociais, na linguagem e no comportamento, e está presente desde o nascimento, se manifesta aos 18 meses de idade, período em que os pais começam a detectar que os filhos possuem algum tipo de problema.

- Ainda não se sabe a cauda e nem a origem da doença, desde 1911 é estudada, mas existem diversas teorias, como por exemplo, de que seria transmitida através da genética. Na associação sempre buscamos entrar em contato com especialistas e laboratórios, como o laboratório Son Rise, nos Estados Unidos – informa.

Como características presentes nos autistas ela cita as alterações de sono, quietude ou choro excessivo, aversão ao contato físico, ausência de imitação dos gestos dos pais, contato ocular ausente ou de forma atípica quando ainda são bebês.

- Ainda são observadas estereotipias, gestos estranhos e ecolalia, repetição do que se escuta risos e gargalhadas inoportunas, bem como choros e angústias inexplicáveis, dificuldade na fala e apego a rotinas e rituais – explica.

Mas a presidente ressalta que não são necessárias todas as características para se identificar o autismo, e que cada autista tem características que lhe são peculiares.

- É importante ressaltar que existem vários graus de autismo, onde as manifestações podem ocorrer de forma leve, moderada, grave ou severa, existem vários métodos de trabalhar com o autista, dentre os quais há o método ABA, o PECS e O teaacch - diz

Associação de apoio aos autistas quer ajuda para desenvolver seus trabalhos
http://www.onorte.net/noticias.php?id=21770

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Pais de autistas planejam associação

| Jornal de Bauru | 03/07/2009 |

Com o objetivo de capacitar a família, o primeiro encontro do grupo está previsto para ocorrer no dia 15 deste mês
Luciana La Fortezza
Pais de crianças autistas em Bauru estão dispostos a formar uma associação capaz de prestar serviços a quem dele precisar. Por meio da entidade, também esperam compartilhar informações que possam ajudar os pequenos e suas respectivas famílias a lidar com a situação. O primeiro encontro do grupo está previsto para o dia 15 deste mês, na Casa dos Conselhos.

O autismo é um distúrbio do desenvolvimento humano estudado há décadas, mas também cercado por divergências e incógnitas. A neurociência ainda não explicou suas causas. Trata-se de uma síndrome definida por alterações presentes desde idades muito precoces, tipicamente antes dos 3 anos, que se caracteriza sempre por dificuldades na comunicação e na interação social. A idéia de formar a entidade partiu da funcionária pública Sílvia Helena Ferreira, mãe de Nicolas, 6 anos.

Após uma via-sacra em consultórios médicos, o diagnóstico do garoto foi fechado. Nem por isso a romaria terminou. Além da escola, Nicolas freqüenta psicóloga, fonoaudióloga e terapeuta ocupacional. Os pais, que contam com serviços particulares, despendem cerca de R$ 3 mil por mês. Outros recorrem a atendimento público, em Bauru prestado pela Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae). Em qualquer situação, a assistência sempre é mais proveitosa quando a família acompanha o desenvolvimento em casa.

A associação pode ajudar inclusive nisso, avalia a terapeuta ocupacional especializada em psicopedagogia, Janete Teresinha Nery Moreira Rossi. De acordo com ela, orientados, os pais têm mais propriedade para conversar com professores da rede regular de ensino, muitas vezes sem repertório para trabalhar com crianças autistas. Por essa razão, a idéia é agregar à nova associação a ser formada uma equipe multidisciplinar de profissionais, que possam orientar os participantes.

Individual

Num segundo momento, o objetivo da associação também é o de prestar os serviços que, em alguns casos, devem ser individuais. A possibilidade de algumas crianças necessitarem de estímulo individual antes de serem apresentadas ao grupo foi confirmada pelo neuropediatra Plínio Ferraz. “Seria mais uma porta”, comenta o médico ao aprovar a idéia da associação. Todos os ouvidos pela reportagem elogiam o serviço prestado pela Apae. Sílvia, no entanto, explica que a entidade tem demanda reprimida.

A informação não foi confirmada junto à Apae. Segundo a entidade, são oferecidos três programas. O primeiro deles é a escola de educação especial. Mas, para freqüentá-la, o aluno deve apresentar não apenas autismo como também deficiência intelectual. A outra possibilidade é o Centro de Reabilitação, voltado para a área de saúde. No programa, profissionais como fonoaudiólogos, fisioterapeutas, nutricionistas, enfermeiros e terapeutas ocupacionais são oferecidos - dependendo do caso, de forma individual.

A Apae também oferece o Centro de Apoio Especializado, que atende crianças matriculadas na rede municipal de ensino, em horário inverso ao da aula. Em qualquer caso, o acompanhamento dos pais em casa é imprescindível. No total, a Apae atende atualmente 72 autistas.


• Serviço

A Casa dos Conselhos fica na rua Manoel Bento Cruz, 7-60. O encontro será às 14h.


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Atendimento integral

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembléia Legislativa de São Paulo deu parecer favorável ao projeto de lei número 266/09, de autoria do deputado estadual Hamilton Pereira (PT), que define uma política de atendimento integral às pessoas com autismo no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

“A própria Constituição Federal é clara no sentido de preconizar, em seu artigo 196, que a saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem a redução do risco de doenças e de outros agravos”, aponta o parecer assinado pelo relator, deputado estadual André Soares.

Entre as principais diretrizes do projeto proposto por Hamilton Pereira está o desenvolvimento de programas e ações que visem diagnosticar precocemente a síndrome; o envolvimento e participação da família, assim como da sociedade civil, na definição e controle das ações e serviços de saúde; apoio à pesquisa e ao desenvolvimento tecnológico e científico voltados ao enfrentamento da síndrome; disponibilização na rede pública de equipes multi e interdisciplinares; entre outras coisas, informa a assessoria de imprensa.

O projeto também prevê a possibilidade de realização de convênios entre o governo do Estado e entidades e clínicas afins visando o repasse de recursos para custeio ou remuneração de serviços. “Não temos a pretensão de apresentar uma proposta pronta, mas de inaugurar um debate que traga aos olhos da sociedade e, principalmente, do Governo do Estado, a necessidade de se dar atenção especial a essas pessoas e seus familiares”, salienta Hamilton Pereira.

Portugal: Alunas criam brinquedo para criança autista

| Juliana Martins | Jornal do Centro, ed. 381 | 3/7/2009 |

Um grupo de alunas do 12º ano da Escola Secundária de Santa Comba Dão (ESSCD) construíram um boneco adaptado para entregar a uma criança portadora de autismo.

"Um cão, um comando que faz de livro e uma casota, são os três brinquedos que compõem o boneco adaptado", refere José António, professor da escola ESSCD.

As alunas escolheram o tema "reabilitação cognitiva" para ao longo do terceiro período lectivo, desenvolver o boneco adaptado, na disciplina de Área de Projecto . "Escolhemos o tema reabilitação cognitiva e depois fomos falar com uma professora do Instituto Piaget para saber como podíamos explorar mais este assunto" explica Liliana Costa, uma das colaboradoras do projecto.

O brinquedo contém um circuito electrónico que é activado quando a criança carrega no botão do livro e depois o cão começa a ladrar. O som do cão vai estimular a parte motora e cerebral da criança. "Este brinquedo vai ser entregue a uma criança com autismo, mas podia ser entregue a outra criança qualquer, visto que o objectivo principal do brinquedo é estimular o desenvolvimento das crianças", esclarece Sofia Marques, outra das alunas envolvidas no projecto.

As alunas pensaram ainda em doar o brinquedo a um dos lares do concelho, mas quando tiveram conhecimento da criança que frequenta a Creche da Misericórdia nem hesitaram em lhe oferecer o boneco.

A entrega do brinquedo ainda não ocorreu porque a criança se encontra hospitalizada.

O que é o autismo?

É uma deficiência não uma doença porque quando se fala de doença implicada remédios e cura e o autismo é uma deficiência que se pode controlar com terapia" esclarece Prazeres Domingues da Associação Portuguesa para as Perturbações de Desenvolvimento e Autismo (APPDA). É uma alteração "cerebral" / "comportamental" que afecta a capacidade da pessoa comunicar, de estabelecer relacionamentos e de responder apropriadamente ao ambiente que a rodeia.

Algumas crianças, apesar de autistas, apresentam inteligência e falas intactas, outras apresentam também retardo mental, "mutismo" ou importantes atrasos no desenvolvimento da linguagem.

http://www.jornaldocentro.pt/?lop=conteudo&op=d9fc5b73a8d78fad3d6dffe419384e70&id=f90ea870c8cfa6c7a71d2f4684415f24

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Entrevista com o idealizador da Escola da Ponte

| UOL Educação | Simone Harnik |

Na entrevista "Trabalho há mais de 30 anos com escola que não tem aula, série e prova, e dá certo", o educador português José Pacheco conta sua experiência com a Escola da Ponte, instituição fundada em 1976 em que os alunos aprendem sem sala de aula ou divisão em disciplinas ou turmas.

A melhor escola nas provas nacionais de Portugal não tem aulas, séries, horários ou diretor.

http://educacao.uol.com.br/ultnot/2009/06/30/ult105u8320.jhtm

Enviada por Diva Calles para o grupo Autismo no Brasil.