terça-feira, 6 de março de 2012

Muito prazer, eu sou palhaço

Oficina gratuita de palhaço para adultos com deficiência intelectual


A atividade integra o projeto Muito prazer, eu sou palhaço!, que prevê a realização de seis oficinas de palhaço em 2012.

De volta ao Espaço Xisto Bahia, o projeto Muito prazer, eu sou palhaço! estendeu sua programação para o ano de 2012. Contemplado em 2011 com o edital de Demanda Espontânea do Fundo de Cultura do Estado da Bahia e o Prêmio FUNARTE/Petrobrás Carequinha de Estímulo ao Circo, o projeto promoverá um total de seis oficinas gratuitas de palhaço, para adultos com deficiência intelectual, portadores de transtornos mentais e familiares destes dois grupos.

O projeto foi iniciado em 2011, com uma oficina que integrou a programação de verão do Espaço Xisto Bahia. As aulas são ministradas por Laili Flórez, palhaça, pesquisadora e professora, e Renata Berenstein, atriz, psicóloga e também palhaça.

A ação que lança o projeto este ano é uma oficina para adultos com deficiência intelectual, que objetiva iniciar os participantes na técnica do palhaço através do trabalho com o auto-conhecimento, auto-estima, aceitação e, claro, comicidade. A oficina será realizada entre os dias 12 de março e 13 de abril, no Espaço Xisto Bahia. As aulas acontecem sempre às segundas, quartas, e sextas, das 14h às 16h.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas diretamente no local. Para maiores informações sobre esta e outras oficinas do projeto, visitar o site www.eusoupalhaco.blogspot.com.

SERVIÇO:
"Muito prazer, eu sou palhaço!"
O quê: Oficina de palhaço para adultos com deficiência intelectual
Quando: 12 de março a 13 de abril, segundas, quartas e sextas, das 14h às 16h
Onde: Espaço Xisto Bahia
Quanto: Gratuito - Inscrições no local.
Informações: www.eusoupalhaco.blogspot.com ou 8787.3821 (Laili Flórez)

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segunda-feira, 5 de março de 2012

Programa Especial de 8 anos vai ao ar dia 9 de março

Denise Fonseca, mãe de João Pedro, avisou:

O Programa Especial, exibido pela TV Brasil, comemorará seus 8 anos no próximo dia 9 de março apresentando uma edição comemorativa com a história de 4 crianças, todas com 8 anos assim como o programa.

Uma criança tem deficiência visual, uma é cadeirante , outra tem síndrome de Down e o pequeno João Pedro representará o autismo.

Com essa sua participação, a família espera contribuir para a conscientização da sociedade, para que O Brasil conheça o autismo!

O Programa Especial de 8 anos vai ao ar no dia 9 de março (sexta-feira) às 19h30, com reprise no sábado, 10 de março, às 15h00, na TV Brasil.
TV aberta - canal 2
NET - canais 18 (RJ) , 4 (SP) e 16 (DF)
SKY - canal 116
TVA Digital - canal 181

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sexta-feira, 2 de março de 2012

Diagnóstico aos 6 meses?

| Diário da Saúde | 27/02/2012 |

Alterações no cérebro associadas aos transtornos do espectro autista poderiam ser detetadas a partir dos 6 meses de idade: cientistas encontraram diferenças nas vias de comunicação do cérebro de crianças que receberam mais tarde um diagnóstico definitivo de autismo.

A equipe do Dr. Joe Piven, da Universidade da Carolina do Norte (EUA), estudou o cérebro e o desenvolvimento do comportamento de 92 crianças que tinham irmãos mais velhos autistas e, assim, tinham maior chance de desenvolver a condição.

"Esses resultados nos dão a esperança de que possamos um dia ser capazes de identificar as crianças com risco de autismo antes que os sintomas comportamentais apareçam," disse a Dra. Geri Dawson, coautora do estudo, que acrescenta: "o objetivo é intervir o mais cedo possível para prevenir ou reduzir o aparecimento de sintomas incapacitantes."

Massa branca

Os pesquisadores usaram uma tecnologia de ressonância magnética, chamada imagens de tensores de difusão, para avaliar os cérebros de crianças de 6 meses, 1 ano e 2 anos de idade, o que permitiu criar imagens tridimensionais para analisar alterações ao longo do tempo na "massa branca" de cada criança. Tais diferenças de desenvolvimento podem sugerir um desenvolvimento mais lento da substância branca na primeira infância.

Autismo pode ser detectado no cérebro aos seis meses de idade
http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=autismo-detectado-cerebro-seis-meses-idade&id=7457


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Treinamento dos pais aumenta eficácia dos remédios

Treinamento destinado a pais de crianças autistas aumenta eficácia dos remédios

| Veja | Saúde Mental | 27/02/2012 |

Os diversos problemas de comportamento apresentados por crianças autistas podem aprsentar melhoras significativas se os pais forem treinados para lidar com eles.

A medicação ajuda com esses problemas, mas a conscientização dos familiares sobre o transtorno favorece o tratamento.

O professor Lawrence Scahill, professor da Escola de Enfermagem e do Centro de Estudos da Criança da Universidade de Yale afirma que o treinamento dos pais é uma das intervenções mais bem comprovadas para outras condições. Estranhamente, ele nota, nunca foi devidamente tentada com crianças com autismo. E acrescenta: "Tivemos de fazer nosso próprio manual".

O estudo envolveu 124 crianças autistas entre 4 e 13 anos que mostravam questões comportamentais como ataques de raiva, hetero e autoagressão. A elas foi prescrita Risperidona, um medicamento aprovado pela FDA, a agência estadunidense de controle de medicamentos e alimentos.

Para metade dos pais, foi dado um período de seis meses de treinamento. A eles foi pedido que identificassem os comportamentos mais difíceis de lidar, mais disruptivos e a pensar quais incidentes os precediam.

Os pesquisadores mostraram que a medicação sozinha já é capaz de ajudar a amenizar esses sintomas. O estudo está presente na edição deste mês do periódico Journal of the American Academy of Child & Adolescent Psychiatry.

A pesquisa — Participaram da pesquisa 124 crianças de 4 a 13 anos que tinham autismo e enfrentavam outros problemas de comportamento, como múltiplos e prolongados acessos de raiva e agressividade. Todos os participantes receberam tratamento com medicação, mas somente os pais de alguns deles fizeram parte do programa de treinamento para pais de crianças autistas. Os jovens foram acompanhados por seis meses.

Os pesquisadores observaram que, embora os dois grupos tenham demonstrado melhora na inteiração social e na comunicação funcional dos jovens, o tratamento que associou medicação e treinamento dos pais foi mais eficiente para ajudar tais problemas.

"Problemas graves de comportamento interferem diretamente na vida cotidiana das crianças e na de suas famílias. Diminuir as consequências dessas dificuldades pode facilitar o dia-a-dia desses jovens e melhorar sua qualidade de vida", afirma Lawrence Scahill, coordenador do estudo.

A partir desses resultados, a equipe que realizou o estudo vai desenvolver outra pesquisa para observar como o tratamento feito apenas com o treinamento dos pais, e sem medicação, ajuda crianças autistas. Os pesquisadores também pretendem publicar um manual de treinamento de pais de jovens com autismo a fim de compartilhar esses conhecimentos com o público em geral.

Treinamento destinado a pais de crianças autistas aumenta eficácia dos remédios
http://veja.abril.com.br/noticia/saude/treinamento-destinado-a-pais-de-criancas-autistas-aumenta-eficacia-dos-remedios


Parent training helps with autism behaviour
http://www.health24.com/news/Child_safety/1-943,73056.asp


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terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

plasticidade

Durante a conferência anual da AAAS (Associação Americana para o Progresso da Ciência), que terminou em 20 de fevereiro em Vancouver, Canadá, foram apresentadas pesquisas sobre como a plasticidade neuronal não se encerra em determinadas etapas da vida. Ao contrário, com estímulos adequados, o cérebro pode retomar etapas do desenvolvimento que não foram devidamente aproveitadas.

Leia mais no artigo Cérebros tornados mais jovens, de Carlos Eduardo Lins da Silva, publicado em 28/02/2012 pela Agência Fapesp.

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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

viver-sem-limites

Alexandre Mapurunga discute uma questão muito além da semântica: é possível viver sem limites? Será que a palavra adequada seria "barreiras"?

Pode alguém viver sem limites?
http://www.inclusaoediversidade.com/2012/01/pode-alguem-viver-sem-limites.html


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sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Fumar durante a gravidez não causa autismo em crianças

Fumar durante a gravidez não causa autismo em crianças

| Zeenews | 13/1/2012 |

Washington: Um novo estudo refutou qualquer ligação entre o fumo durante a gravidez e transtornos do espectro do autismo (ASD) em crianças.

Pesquisadores têm considerado uma variedade de exposições a substâncias químicas no ambiente durante a gravidez e primeiros anos de vida como possíveis fatores a contribuir para o desenvolvimento de transtornos do espectro do autismo.

Muitos consideraram a exposição pré-natal ao fumo do tabaco uma causa possível devido a associações conhecidas com distúrbios comportamentais e complicações obstétricas.

Estudos anteriores do tabagismo materno e autismo tiveram resultados divergentes.

"Não encontramos nenhuma evidência de que o tabagismo materno durante a gravidez aumenta o risco de transtornos do espectro do autismo", afirmou Dr. Brian Lee, epidemiologista da Drexel’s School of Public Health que liderou a pesquisa, em colaboração com pesquisadores do Institute Karolinska, da Suécia, e da Universidade de Bristol.

No estudo, Lee e colegas analisaram dados de registros nacionais suecos e regionais para um conjunto de 3.958 crianças com transtornos do espectro do autismo, junto com um conjunto de controle de 38.983 crianças nascidas durante o mesmo período que não receberam diagnóstico de TEA.

Globalmente, 19,8 por cento dos casos de TEA foram expostos a tabagismo materno durante a gravidez, em comparação com 18,4 por cento dos casos controle. Essas taxas, quando as análises não foram ajustadas a outros fatores, indicaram uma associação entre tabagismo materno e as chances de um transtorno do espectro do autismo. No entanto, essa ligação desapareceu quando a análise foi ajustada para fatores sociodemográficos, como o nível de renda, educação e profissão dos pais.

O relatório ajuda a tranquilizar as mães que fumaram durante a gravidez de que seu comportamento não foi o provável responsável do autismo de seu filho, disse Lee, e "exclui mais um suspeito de fazer parte da lista de possíveis fatores de risco ambientais para os TEA".

No entanto, o pesquisador advertiu que fumar durante a gravidez continua sendo pouco saudável para as mães, apresentando outros riscos conhecidos para seus bebês.

O estudo será publicado na próxima edição do Journal of Autism and Developmental Disorders.

Lee recebeu seu Ph.D. e M.H.S. em Epidemiologia pela Johns Hopkins University, e graduou-se Cum laude em Antropologia Biológica pela Universidade de Harvard. Suas pesquisas incluem a epidemiologia de doenças neurológicas do desenvolvimento, manutenção e declínio, incluindo exposições ambientais pré-natais e risco para autismo; interação gene-ambiente; e métodos epidemiológicos, incluindo a metodologia de inferência causal, coleta de dados e algoritmos de aprendizagem de máquinas. Recentemente, recebeu da Autism Speaks um subsídio de 3 anos para estudar se anormalidades precoces do sistema imunológico estariam associadas ao risco de desenvolvimento de transtornos do espectro autista.

O estudo do risco materno de fumar foi financiado pelo Conselho de Estocolmo.

No Link Found Between Prenatal Exposure to Tobacco Smoke and Autism, Swedish Study Finds
http://www.sciencedaily.com/releases/2012/01/120112193220.htm


Smoking during pregnancy does not cause autism in children
http://zeenews.india.com/news/health/diseases/smoking-during-pregnancy-does-not-cause-autism-in-children_15247.html


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