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terça-feira, 21 de março de 2017

Terapia com búfalos do Exército Tailandês faz crianças autistas sorrir

| Aneeta Bhole | 15/8/2016 | Daily Mail Australia |

Uma terapia nova e surpreendente, que permite a crianças autistas desenvolverem laços emocionais e sociais ao montar nas costas de búfalos, tem ajudado centenas de jovens na Tailândia.

Essa terapia é o único programa de autismo conhecido a usar búfalos, com crianças sentadas nas grandes criaturas e conduzidas em torno de um campo.

O pioneiro projeto de bufaloterapia do exército tailandês fica em Lopburi (Tailândia Central) e cresceu de apenas um punhado de pessoas até algumas dúzias delas atendidas semanalmente.

Uma nova terapia que vê crianças autistas desenvolverem habilidades emocionais e sociais montando búfalos alega ajudar centenas de jovens na Tailândia.
Esta terapia é o único programa para autistas conhecido a usar búfalos, com as crianças sentadas sobre as grandes criaturas para dar uma voltinha.
Uma série de dez fotografias mostra crianças montadas nos búfalos, enquanto membros do exército tailandês os conduzem pelo pátio.

Primeiro, as crianças recebem aulas de arte e música com os soldados, antes de ser levadas a um passeio de búfalo por uma hora.

Soldados os ajudam a interagir e praticar jogos ao montar o búfalo, que incluem minicorridas.

Um tratamento típico pode levar até 20 horas de montaria em búfalos distribuídas ao longo de várias semanas, com os médicos verificando o progresso ao longo do caminho.

O general Kajonsak Jonpeng, que organiza o esquema com outros soldados, disse que muitas pessoas têm "medo" de búfalos, mas as crianças com autismo são muitas vezes "atraídas por eles".

"Eles se tornam amigos e gostam do contato. Os pais dizem que nunca viram isso antes com seus filhos ou filhas.
O Projeto Bufaloterapia é uma iniciativa pioneira do Exército Tailandês em Lopburi, Tailândia Central e cresceu de um punhado de pessoas a algumas dúzias.

Soldados do Exército Tailandês ajudam as crianças a dar uma volta pelo terreno, fazendo jogos e simulando uma corrida.

"Vemos as crianças que se mostravam tensas e sem emoção, apresentarem sorrisos e risos no rosto."

Porque os búfalos são amigáveis ​​e gostam das crianças, elas se divertem ao montar em cima deles, explicou o General Kajonsak Jonpeng.

"É um momento mágico, ver a emoção, adrenalina e alegria em seus rostos."

Equoterapia, que utiliza cavalos para crianças com autismo, tornou-se um tratamento alternativo popular nos últimos anos, com uma série de centros especializados em todo o mundo.

É um momento mágico ver a emoção, adrenalina e alegria nos seus rostos. Como os búfalos são animais mansos e gostam de crianças, estas podem aproveitar enquanto os montam.
Mas o Projeto de Terapia com Búfalos é um marco na terapia do autismo e o único a usar esses animais para ajudar a tratar crianças com essa condição que lhes causa dificuldade em comunicar e formar relacionamentos.

A ideia da bufaloterapia inspirou-se na equoterapia e veio a se tornar um tratamento alternativo popular na Tailândia.
O projeto começou quando um soldado que havia resgatado búfalos de fazendas e mercados precisava encontrar um uso para eles.

Os soldados tinham ouvido falar de tratamentos semelhantes usando golfinhos e cavalos e acreditavam que os búfalos teriam benefícios semelhantes.

Depois de vários testes positivos, eles decidiram continuar o programa e agora recebem crianças encaminhadas de escolas, médicos e hospitais por toda a Tailândia.

O tratamento também tem pessoas de Myanmar e Camboja recomendado através do boca-a-boca.

O general Kajonsak Jonpeng acrescentou: "As crianças autistas que têm montado búfalos mostraram melhorias no caráter, humor e confiança.

Carol Povey, diretora do Centro para o Autismo da Sociedade Nacional de Autistas (National Autistic Society's Centre for Autism - do Reino Unido), disse que esta foi a primeira vez que o búfalo foi usado para tratar crianças com autismo e disse que a organização "acolhe o desenvolvimento de novas iniciativas".

Ela diz: "A pesquisa mostra que os animais de estimação podem reduzir os níveis de estresse em algumas famílias, e também conhecemos muitas pessoas autistas e famílias que dizem que realmente se beneficiaram por estar com animais.


O projeto se iniciou quando soldados que resgataram búfalos de fazendas e mercados precisavam encontrar para eles uma finalidade. Ajudar crianças autistas e usar as dóceis criaturas pareceu servir a um objetivo comum.

Autismo, uma condição que afeta as habilidades sociais e emocionais, é posto à prova na bufaloterapia. Aqueles que são sensíveis a ruídos ou toque se beneficiam muito deste tipo de zooterapia.
"Mas o autismo afeta cada um de forma diferente, então isso não beneficiará todas as pessoas autistas e pode ser devastadora para alguns, particularmente aqueles que são extremamente sensíveis ao ruído ou ao toque.

"Não nos deparamos com a terapia de búfalo antes, mas ouvimos falar de famílias que se beneficiaram ao interagir ou cavalgar com eles.

"Congratulamo-nos com o desenvolvimento de novas iniciativas que têm um impacto positivo sobre as pessoas autistas e suas famílias.

"No entanto, sem qualquer evidência não há razão para pensar que a terapia com búfalos pode ser melhor do que outras formas de apoio envolvendo animais".

"Nós também aconselhamos qualquer pessoa que pense em terapia animal, ou mesmo qualquer forma de intervenção ou apoio, a procurar informações confiáveis ​​e robustas antes de tomar qualquer decisão".

Carol Povey, diretora do Centro para Autismo da National Autistic Society (Reino Unido) diz que esta foi a primeira vez que búfalos são usados para tratar crianças com autismo e diz que sua organização apoia o desenvolvimento de novas iniciativas.

Mas a Sra. Povey alerta que aqueles que pensam em terapias assistidas com animais, ou qualquer forma de apoio, devem procurar informações seguras e detalhadas antes de tomar qualquer decisão.
Thai army creates one-of-a-kind buffalo therapy for autistic children to make them smile instead of being 'emotionless and tense'
http://www.dailymail.co.uk/news/article-3741343/Thailand-buffalo-therapy-claims-help-autistic-children-form-emotional-bonds-build-social-skills.html


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quarta-feira, 9 de maio de 2012

Pará: Centro de Equoterapia da PM comemora o Dia Nacional da Cavalaria

| Julia Garcia - Secom | Agência Pará de Notícias | 09/05/2012 |

Nesta quinta-feira, 10 de maio, praticantes do Centro Interdisciplinar de Equoterapia (Ciec), da Polícia Militar do Pará, irão participar das comemorações pelo Dia Nacional da Cavalaria. O evento vai acontecer a partir das 9h00 na Clínica Médico-veterinária da Polícia Militar, localizada atrás do Estádio Olímpico do Pará e é realizado pelo regimento da Polícia Montada da PM.

Os pacientes atendidos pelo Ciec farão um desfile especial em homenagem ao cavalo, elemento principal da equoterapia e ainda haverá a apresentação musical de Reginaldo Santos, 30 anos, atendido pelo Centro há seis anos. “Faz parte do nosso cronograma de trabalho os eventos comemorativos, eles são muito importantes no processo de inclusão social, um dos pressupostos do trabalho que realizamos”, explica o coronel Raiol, coordenador do Ciec.

A equoterapia é uma prática recomendada a pacientes que possuam pouca autonomia motora ou deficiências comportamentais. O começo do tratamento envolve a família do praticante, que deve se sentir seguro para montar no cavalo. No primeiro dia da hipoterapia, que é o nome dado à primeira etapa do programa, são os pais ou responsáveis que sobem no cavalo. Os principais profissionais envolvidos são fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais, que a princípio estimulam a relação entre seres humanos e o animal. “Nosso tratamento é multidisciplinar e complementar a outras atividades. Atualmente 58% das pessoas atendidas estão na primeira fase de tratamento, que é fundamental”, avalia Clóvis Loureiro, psicólogo do Ciec.

Jadson Gaia dos Santos tem 12 anos, começou o tratamento há três meses. Ele possui paralisia cerebral e seus pais já percebem mudanças físicas e comportamentais no adolescente. “Desde que ele começou está sentando melhor, está mais calmo, fica muito feliz quando vem pro centro. A espera valeu a pena, eu sabia que os resultados eram bons, mas ao ver estas melhoras em tão pouco tempo estou convencido da eficácia”, comemora José Domingos Santos, pai de Jadson.

Orilene Alves é mãe de Diego, 22 anos, que aos sete meses de idade foi diagnosticado com Síndrome de West (forma grave de epilepsia em crianças) e autismo. Orilene conta que desde a descoberta destas deficiências seu filho faz fisioterapia e acompanhamento psicológico, mas foi na equoterapia que ela sentiu as maiores mudanças no quadro de Diego. "Nestes seis anos de tratamento terapêutico a evolução do Diego foi fenomenal, ele era uma pessoa agressiva, hoje não é mais, melhorou a coordenação e ele que não conseguia se comunicar, hoje consegue nos mostrar o que quer através de sinais, usa nossos braços como ferramenta para pegar o que quer”.

Outro ponto surpreendente no tratamento de Diego foi o desenvolvimento emocional. Algumas formas de autismo têm como sintoma o alheamento social. Segundo sua mãe, ele era muito arredio com pessoas estranhas e quase não demonstrava afetividade. “Isso mudou muito quando ele passou a se relacionar com o cavalo e com toda a equipe do centro. Os animais aqui são muito calmos e todos são muito atenciosos. O Diego gosta muito do cavalo, a relação entre eles é ótima, ele tinha muito medo no começo, mas hoje ele abraça, beija, é incrível, o animal acalma meu filho”, explica Orilene.

Expansão

O tempo de espera para a equoterapia ainda é grande, mas a Polícia Militar e o Governo do Estado já desenvolvem ações que pretendem mudar esta realidade. O tratamento de equoterapia realizado no Pará é referência na região Norte do país e o único a atender gratuitamente o público. Atualmente, a PM trata 120 pessoas nos centros de Belém e Castanhal e pretende ampliar seus serviços, que envolve o trabalho de mais de 30 profissionais. “Trabalhamos há mais de 20 anos com a equoterapia no Pará, possuímos uma das equipes mais completas do Brasil. Até o final deste ano devemos incluir mais um turno de equoterapia e planejamos a compra de novos cavalos”.

A ampliação do serviço terapêutico será levada também para o interior do Estado. O coronel Raiol irá na próxima semana para Santarém para realizar as reuniões preliminares de reinstalação do centro de tratamento no município. A meta é que ao final de 2012 ele já esteja funcionando. “Estou a caminho de Santarém, o centro de lá deverá ser reaberto até o final deste ano. Ainda temos um projeto de implantar mais dois até o final de 2013, em Marabá e Tucuruí. O Governo do Estado apóia diretamente nosso trabalho, já estamos em contato com a Casa Civil para realizar estas mudanças e desta forma oferecer a equoterapia para mais pessoas”, afirma Coronel Raiol.

http://www.pa.gov.br/noticia_interna.asp?id_ver=99028

(Dia enviada pelo twitter por Alexandre Costa.)

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quinta-feira, 15 de março de 2012

Regulamentação da equoterapia como método terapêutico e educacional

Senado Federal

A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) aprovou, nesta quinta-feira (17), projeto de lei que regulamenta a prática da equoterapia como método terapêutico e educacional. A proposta, de autoria do então senador Flávio Arns, dispõe sobre a utilização do cavalo em abordagem interdisciplinar nas áreas da saúde, educação e equitação para estimular o desenvolvimento biopsicossocial da pessoa com deficiência.

Ao justificar o projeto (PLS 264/2010), o autor afirmou que as técnicas da equoterapia promovem benefícios físicos, psicológicos e educacionais aos praticantes, além de propiciarem novas formas de socialização, autoconfiança e autoestima.

De acordo com a proposta, o centro de equoterapia deverá ter personalidade jurídica, alvará oficial, instalações adequadas, bem como equipe mínima composta por um profissional de equitação, um fisioterapeuta e um psicólogo. A proposta também exige manutenção adequada, bom adestramento e boas condições de saúde dos cavalos.

Em seu relatório - lido pela senadora Ana Amélia (PP-RS) - a senadora Ângela Portela (PT-RR) ressaltou a necessidade de reconhecimento desta prática como método terapêutico destinado a pessoas com deficiência, assim como método educacional favorável à alfabetização, à socialização e ao desenvolvimento de pessoas com necessidades educativas especiais.

Após ser transformada em lei, prevê a proposta, a matéria será regulamentada por comissão especial da qual ferá parte representante de entidade civil de notória atuação e especialização na prática da equoterapia no Brasil.

Agora, o projeto será examinado pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) e, em caráter terminativo, pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS).

CRA aprova regulamentação da equoterapia como método terapêutico e educacional
http://www12.senado.gov.br/noticias/materias/2011/11/17/cra-aprova-regulamentacao-da-equoterapia-como-metodo-terapeutico-e-educacional
| Agência Senado | 17/11/2011 |

http://www.fisioterapia.com/noticias/imprimir/328
| fisioterapia.com | 9/3/2012 |


Enviado por Maria Cristina Guimarães Brito - Presidente da Associação Bahiana de Equoterapia.

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quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Ecologista questiona delfinoterapia

Ric O'Barry, ativista em defesa dos golfinhos, disse hoje que o delfinário proposto pelo prefeito Jorge Santini, de San Juan, capital de Porto Rico, usa como desculpa a delfinoterapia para montar um negócio que, mundialmente, gera muita renda para os seres humanos, matando e torturando esses mamíferos.

"É muito triste, recebo telefonemas de todo o mundo por parte de mães de crianças autistas. A delfinoterapia não é real, aqui as crianças estão vulneráveis, seus pais estão vulneráveis e os golfinhos também. É um negócio para o qual as famílias, desesperadas, pagam US$ 7.000,00", disse O'Barry. Em entrevista a El Nuevo Dia, acrescentou que não há evidências científicas de que a delfinoterapia seja benéfica a crianças autistas.

O ativista convidou Santini para participar de um debate em que apresente provas de efeitos reais da delfinoterapia para crianças autistas.

O'Barry, que treinou o famoso golfinho Flipper da memorável série de televisão, percebeu durante o treinamento do animal o cruel cativeiro dos golfinhos. Assim, ele voltou seus esforços para denunciar as práticas de matança e captura para parques como o Sea World. O'Barry estrelou o documentário The Cove, que ganhou o Oscar em 2010. Este documentário expôs a prática cruel de matar golfinhos na baía japonesa de Taiji, no Japão.

Ali, treinadores de golfinhos de todo o mundo selecionam os animais com maior potencial para o show e os demais são mortos por pescadores japoneses. A Baía de Taiji se tinge de vermelho com o sangue dos golfinhos mortos.

- "Eles não se preocupam com a ética, apenas olham para a parte econômica. Quando se captura um golfinho, sua qualidade de vida é destruída, supostamente para melhorar a nossa."

Explicando que os golfinhos nadam 14 milhas diariamente (24 km), salienta que esses animais sofrem maior estresse no cativeiro que as demais espécies, acrescentando que aquários e zoológicos são uma forma de "má educação", pois ensinam a abusar da natureza:

- "As crianças pensam que o espetáculo é bom, mas lhes estamos ensinando algo errado".

O prefeito da capital portorriquenha, de sua parte, pronunciou-se por escrito, mas sem citar o convite ao debate:

- "É parte da diversidade, da democracia que nos permite o privilégio de discernir. Há os que se opõem e há os milhares que apoiam e necessitam."

Insistindo que os golfinhos melhoram a saúde da criança autista, declarou-se contra a matança desses animais:

- "Em nenhum momento esses golfinhos serão capturados como se tem dito, ou maltratados, ao contrário" - afirmou Santini.

E Flipper?

- "Flipper era uma mulher", disse O'Barry, que capturou e treinou cinco dos golfinhos que protagonizaram a série dos anos 1960. Ele contou que Kathy, uma das golfinhas, "suicidou-se". Scotty, outra das protagonistas, morreu durante o programa. As demais faleceram pouco depois do fim da série.

Explicou ainda que, além da morte de Kathy, o animal que mais fez o papel de Flipper, outras razões o levaram a abandonar o trabalho de caçar e treinar golfinhos:

- "Permaneci ingnorante tanto quanto foi possível, me pagavam muito dinheiro, mas a principal razão para me demitir foi que cansei de mentir ao público".

Activista reta a Jorge Santini a un debate sobre delfinario
| Sara M. Justiça Doll | Primera hora | 14/12/2011 |
http://www.primerahora.com/activistaretaajorgesantiniaundebatesobredelfinario-592502.html

Ric OBarry objeta el delfinario de San Juan
| Cynthia López Cabán | El Nuevo Dia | 15/12/2011 |
http://www.elnuevodia.com/losdelfinesestanincompletossineloceano-1144005.html

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sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Terapia com jumentos tem bons resultados com pessoas autistas na Espanha

O programa iniciado em setembro pela Associacion Andrea conseguiu melhora dos pacientes
A terapia é feita com jumentos. Foto: I. Osorio

L.F. - ALLARIZ - Em setembro e outubro, usuários da Asociación Autismo Ourense participaram de um Programa Especial de Psicoestimulação Multifuncional Assistida com Jumentos (Psicoestimulación Multifuncional Asistido con Asnos - PMA), realizado pela equipe interdisciplinar da Associacion Andrea, liderada pela psicóloga clínica Elsa Perez e supervisionado por um neurologista e um psiquiatra. Um programa de grande sucesso.

Embora os usuários mostrem grande diversidade em termos de sintomas dos Transtornos do Espectro Autista, com diferentes níveis de severidade e comprometimento, a intervenção foi planejada, principalmente, para desenvolver as áreas de socialização, comunicação verbal e não-verbal e para ampliar seu campo de interesse, oferecendo novas possibilidades de interação comportamental com os animais.

Depois dessa experiência inovadora, a avaliação das equipes terapêuticas de ambas as associações foi muito positiva, já lançando as bases para a continuação de um trabalho conjunto nesta nova área de pesquisa.

Diz Elsa Perez que, "apesar de ter sido um programa curto, já nas primeiras sessões vimos melhorias no nível emocional, com diminuição de comportamentos auto-lesivos e agressivos, e o aumento da resposta de relaxamento, à medida que a sessão avançava". Ao longo do programa, os usuários tiveram a oportunidade de melhorar sua interação social através do contato com os jumentos mediado pelos terapeutas.

A realização destes objetivos abre uma nova linha de investigação para melhorar o desempenho e a independência das pessoas autistas e aponta para a transformação do atual panorama clínico de intervenção terapêutica nessa condição chamada de epidemia invisível da sociedade, pois cada vez há mais e mais crianças com esse transtorno, cuja origem é desconhecida e que não tem até hoje uma terapia única, consensual e eficaz.

La nueva terapia con asnos obtiene buenos resultados en personas con autismo
http://www.farodevigo.es/portada-ourense/2011/10/14/nueva-terapia-asnos-obtiene-buenos-resultados-personas-autismo/588238.html

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quinta-feira, 27 de maio de 2010

cinoterapia-SC

A Tribuna de Criciúma traz interessante artigo sobre a terapia assistida com cães promovida pela AMA-REC/SC, com fotos.

Em parceria com o Grupo de Patrulhamento com Cães (GPC) do 9º Batalhão de Polícia Militar e coordenação da fisioterapeuta Márcia Felisbino, a cinoterapia tem trazido bons resultados em curtíssimo período.

Se você não conseguir acesso à matéria, avise.

Terapia com cães ajuda tratamento de autistas

| Saimon Novack | A Tribuna | Criciúma, 24/05/2010 |
http://www.atribunanet.com/noticia/terapia-com-caes-ajuda-tratamento-de-autistas-50592

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sexta-feira, 16 de abril de 2010

Filme: Um menino e um cavalo

Comemorando o Mês do Autismo, a Sociedade de Autismo da Area da Baía de San Francisco, na California (EUA), apresenta o documentário The Horse Boy, em eventos abertos ao público.

O filme, de Michel Orion Scott, traz a história de um casal texano que, ao descobrir que o filho é autista, procuram os melhores tratamentos, até perceber a conexão do menino com os cavalos e o benéfico efeito que estes têm sobre ele. Esta é a história de como uma família encontrou uma forma de compreender e ajudar o filho.

Veja o trailer em
http://www.sfgate.com/cgi-bin/blogs/lshumaker/detail??blogid=171&entry_id=61029#ixzz0lHOBkthn

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quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Menino autista se liga nos elefantes

Menino autista se liga nos elefantes de zoológico do Oregon
| Katie Boer | 11/1/2010 | KPIC News |


Wylie e George
Há mais ou menos um mês, os elefantes Tiki, Alice e George, do Wildlife Safari, no Oregon (EUA), recebem a visita de Wylie Malek, de 10 anos.

-"Quando tinha três anos, ele foi diagnosticado autista" - conta seu pai, Kris Malek. "Quando ele começou a frequentar o jardim de infância, o diagnóstico já era de autismo de alto funcionamento."

Para algumas crianças com autismo, a interação com animais melhora as habilidades sociais e reduz a ansiedade. Podem ser câes, gatos, coelhos... ou elefantes! No Wildlife Safari, Wylie se ligou nesses bichões, 300 vezes maiores que ele.

-"Este é o animal", diz Kris. "Quero dizer, ele se interessa por elefantes desde que saiu do ventre da mãe."

Wylie encontrou os elefantes - e pessoas interessadas neles - no Wildlife Safari, em Winston, Oregon.

-"As pessoas costumam ser complicadas", explica Katie Alayan, tratadora sênior do Safari. "Animais são bem mais simples. Eles são mais fáceis de entender, de se relacionar, especialmente para uma criança que pode não ter muitas habilidades sociais."

A interação trouxe a Wylie - agora, um tratador de elefantes júnior - uma meta:

-"Quando crescer, quero trabalhar aqui!"

De certa forma, ele já trabalha:

-"Ele nos ajuda quando damos banho e com coisas assim" - conta Alayan - "abrindo suas orelhas, levantando suas patas, ele nos ajuda a esfregá-los."

-"Ele diz que é seu trabalho", diz seu pai. "ele fala para as irmãs o tempo todo que vai trabalhar, ou que vai para seu emprego - é como ele costuma dizer."

Wylie conta aos treinadores histórias sobre dinossauros e dragões, mas também sabe coisas sobre os elefantes.

-"Wylie é capaz de falar as coisas mais bizarras que quiser, os elefantes não ligam" - brinca seu pai. "Eles provavelmente pensam que é normal. Acho que ele conversaria com um elefante um dia inteiro."

A equipe do Wildlife Safari diz que o garoto tímido de 10 anos saiu de sua concha.

-"É recompensador, para nós que tratamos desses animais", entra dia sai dia, diz Alayan. "Adoramos interagori com alguém que tão claramente gosta deles."

-"Estar perto de Wylie, vê-lo aprender coisas que muitos garotos não aprendem - não há palavras para descrever" - comenta Timothy Hamilton, outro tratador de elefantes. "Só de vê-lo sorrir, já fico nas nuvens."

Veja o vídeo:
Boy with autism bonds with elephants at Oregon's Wildlife Safari
http://www.kval.com/news/local/81183427.html


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Boy with autism bonds with elephants at Oregon's Wildlife Safari

| Katie Boer | KPIC News | Jan 11, 2010 |

WINSTON, Ore. -
About once a month, elephants Tiki, Alice and George get a special visit from 10-year-old Wylie Malek.

"Wylie was diagnosed as autistic at the age of 3," said his father, Kris Malek. "When he started school about kindergarten they kind of moved it up to a high functioning autism."

For some children with autism, animal interaction improves their social skills and decreases anxiety. That can mean dogs, cats, rabbits -- or elephants? At Wildlife Safari, Wylie has bonded with animals 312 times his size.

"This is the one animal," Kris Malek said. "I mean he's been interested in elephants basically since he climbed out of the womb."

Wylie found elephants -- and people interested in elephants -- at Wildlife Safari in Winston, Ore.

"People kind of tend to be really complicated," said Katie Alayan, senior elephant keeper at Wildlife Safari. "Animals are a lot simpler. They're a lot easier to understand, they're a lot easier to relate to in some ways, especially for a child who might not have the same social abilities."

The interaction has given Wylie -- now a junior elephant keeper -- a goal.

"When I grow up, I want to work here," he said.

In some ways, he already does.

"He'll actually help us when we're doing baths and things like that," Alayan said, "Putting their ears out, picking their feet up, he helps us scrub on them."

Volunteering at the Safari gives Wylie a sense of responsibility.

"He calls it work," his father said. "He tells his sisters all the time he's got to go to work -- or go to his job is usually how he phrases it."

Wylie has told the the elephant trainers stories about dinosaurs and dragons, but he can tell you facts about the elephants.

"Wylie can say all the weird things in the world he wants to. The elephants don't care," his dad joked. "They think that's probably just normal. Heck he could have a normal conversation with an elephant all day long I guess."

The staff at Wildlife Safari said the once-timid 10 year old has really come out of his shell.

"It's so rewarding for us as people who care for these animals everyday, day in and day out," Alayan said. "We love to interact with someone who clearly gets so much out of them."

"Being around wylie and watching him learn things that most kids don't get to, there's no words to describe it," said Timothy Hamilton, another elephant keeper. "Just watching him smile makes me ecstatic."
http://www.kval.com/news/local/81183427.html

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

O benefício dos animais para a saúde

O Centro Waltham de Nutrição Animal, da Inglaterra, bem como o Instituto Eunice Kennedy Shriever de Saúde Infantil e Desenvolvimento Humano, parte do Instituto Nacional de Saúde dos EUA, estão buscando determinar se a presença de cães na vida de crianças pode auxiliar na saúde humana.
O interesse do instituto nacional por esse tipo de pesquisa surgiu há pelo menos duas décadas. Valerie Maholmes, que dirige a pesquisa sobre desenvolvimento infantil e comportamento no instituto de saúde infantil, afirmou que, em uma reunião de especialistas realizada em 1987 para discutir os potenciais benefícios de animais de estimação para a saúde, o instituto havia concluído que "seria necessário pesquisar muito mais", especialmente no que tange ao desenvolvimento infantil.

Outras sessões de debate confirmaram essa necessidade de pesquisa, mas a maioria dos estudos concentra suas atenções em interações negativas, como por exemplo o papel dos animais de estimação na transmissão de doenças, disse James Griffin, diretor assistente de desenvolvimento e comportamento infantil, no instituto.

Enquanto isso, o centro Waltham estava expandindo as pesquisas que realiza e começou a conduzir pequenos estudos sobre a interação entre crianças e animais, disse Catherine Wotecki, diretora mundial de assuntos científicos na Mars. "Somos uma empresa que produz ração para animais de estimação e produtos para eles", afirmou, "e estamos interessados em manter esse relacionamento o mais forte possível".
A reportagem ainda relata o caso de Milo Vaccaro, um menino autista de 11 anos, e seu cão Chad, um labrador amarelo.

Leia mais no Terra (9/10/2009):
EUA querem explorar benefícios dos animais para crianças

ou no New York Times (5/10/2009):
Exploring the Health Benefits of Pets