| Aline Leal Valcarenghi e Paula Laboissière / Edição: Lílian Beraldo | Agência Brasil | Saúde | 14/09/2012 |
Brasília – Levantamento do Conselho Federal de Medicina (CFM) com base em dados do Ministério da Saúde aponta que quase 42 mil leitos de internação do Sistema Único de Saúde (SUS) foram desativados entre outubro de 2005 e junho de 2012.
Entre as especialidades mais atingidas com o corte, de acordo com a análise, estão a psiquiatria (-9.297 leitos), a pediatria (-8.979), a obstetrícia (-5.862), a cirurgia-geral (-5.033) e a clínica-geral (-4.912).
Mato Grosso do Sul é apontado como o estado brasileiro que mais perdeu leitos (-26,6%), seguido pela Paraíba (-19,2%) e pelo Rio de Janeiro (-18%). Em números absolutos, São Paulo aparece na frente, com a redução de 10.278 leitos, seguido por Minas Gerais, com 5.177, e pelo Paraná, 3.057.
Já Roraima, segundo o levantamento, é o estado que registrou o maior aumento no número de leitos no mesmo período (33,5%), seguido por Rondônia (23,6%) e pelo Amapá (9,2%). Em números absolutos, o Pará aparece na frente, com 793 leitos criados, seguido por Rondônia, com 622, e pelo Amazonas, com 360.
Por meio de nota, o presidente do CFM, Roberto Luiz d’Ávila, avaliou que grande parte dos problemas enfrentados pelo SUS passa pelo subfinanciamento e pela falta de uma política eficaz de presença do Estado.
“Os gestores simplificaram a complexidade da assistência à máxima de que ‘faltam médicos no país’. Porém, não levam em consideração aspectos como a falta de infraestrutura física, de políticas de trabalho eficientes para profissionais da saúde, e, principalmente, de um financiamento comprometido com o futuro do SUS”, disse no comunicado.
O Ministério da Saúde apontou falhas no levantamento. De acordo com a pasta, o CFM não fez uma interpretação correta dos números, já que os dados não foram analisados ano a ano e os leitos remanejados não foram levados em consideração.
SUS perdeu quase 42 mil leitos nos últimos sete anos, diz Conselho Federal de Medicina
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-09-14/sus-perdeu-quase-42-mil-leitos-nos-ultimos-sete-anos-diz-conselho-federal-de-medicina
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segunda-feira, 17 de setembro de 2012
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
viver-sem-limites
Alexandre Mapurunga discute uma questão muito além da semântica: é possível viver sem limites? Será que a palavra adequada seria "barreiras"?
Pode alguém viver sem limites?
http://www.inclusaoediversidade.com/2012/01/pode-alguem-viver-sem-limites.html
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Pode alguém viver sem limites?
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quinta-feira, 26 de maio de 2011
ARTIGOS GRATIS - SAUDE NO BRASIL
Até 31 de maio, a respeitada revista britânica The Lancet distribui gratuitamente artigos sobre a saúde no Brasil - em português. Para acessá-los, siga o link:
Health in Brazil
Launched in Brasília May 9, 2011
http://www.thelancet.com/series/health-in-brazil
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Health in Brazil
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quarta-feira, 18 de maio de 2011
Falta de medicamentos em Salvador e São Paulo
Em 25 de abril último, a Rede Bahia exibia reportagem sobre a falta de medicamentos psiquiátricos nos CAPS (Centros de Atendimentos Psicossocial) de Salvador.
A Associação Metamorfose Ambulante, que reúne familiares e pacientes com transtornos mentais, já comunicou os problemas ao órgão e aguarda providência. "Não estão tendo vida digna, não tem remédio, não tem segurança. Aqui ao lado os usuários de crack utilizam a droga. Tem que mudar essa história da saúde mental", explica Girlene Almeida, representante da Associação Metamorfose Ambulante.
Segundo Célia Rocha, coordenadora da Saúde Mental de Salvador, no processo de contenção de despesas, foi diminuída a cota de combustíveis para os serviços, mas as visitas foram mantidas e que há agendamento para as visitas porque o número de psiquiatras é insuficiente.
Em São Paulo, a Clozapina, única opção de tratamento para pacientes com esquizofrenia do tipo refratária e fornecido gratuitamente pelo Ministério da Saúde, está em falta para os 66 pacientes atendidos pelo Programa de Esquizofrenia (Proesq) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Em fevereiro, o ex-comerciário Fábio Roberto Oliveira Modesto, 31, enforcou-se após mais uma forte crise do distúrbio psiquiátrico. Ele sofria de esquizofrenia e dependia da medicação distribuída gratuitamente pelo governo do Estado.
A última vez que ele conseguiu obter a caixa do remédio Olanzapina 10 mg, cuja caixa dura um mês, foi no dia 10 de outubro.
Pacientes psiquiátricos têm dificuldades de atendimento na Bahia
http://g1.globo.com/bahia/noticia/2011/04/pacientes-psiquiatricos-tem-dificuldades-de-atendimento-na-bahia.html
Remédio contra a esquizofrenia está em falta em São Paulo
http://www.espacoholos.com.br/noticias_interna.aspx?id=664
Falta de Zyprexa® (Olanzapina 10 mg) na Farmácia do Estado da Bahia leva paciente a morte segundo a mãe do paciente, Idália Oliveira Modesto, 54
http://cidadaniatransparencia.blogspot.com/2011/03/falta-de-zyprexa-olanzapina-10-mg-na.html
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A Associação Metamorfose Ambulante, que reúne familiares e pacientes com transtornos mentais, já comunicou os problemas ao órgão e aguarda providência. "Não estão tendo vida digna, não tem remédio, não tem segurança. Aqui ao lado os usuários de crack utilizam a droga. Tem que mudar essa história da saúde mental", explica Girlene Almeida, representante da Associação Metamorfose Ambulante.
Segundo Célia Rocha, coordenadora da Saúde Mental de Salvador, no processo de contenção de despesas, foi diminuída a cota de combustíveis para os serviços, mas as visitas foram mantidas e que há agendamento para as visitas porque o número de psiquiatras é insuficiente.
Em São Paulo, a Clozapina, única opção de tratamento para pacientes com esquizofrenia do tipo refratária e fornecido gratuitamente pelo Ministério da Saúde, está em falta para os 66 pacientes atendidos pelo Programa de Esquizofrenia (Proesq) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Em fevereiro, o ex-comerciário Fábio Roberto Oliveira Modesto, 31, enforcou-se após mais uma forte crise do distúrbio psiquiátrico. Ele sofria de esquizofrenia e dependia da medicação distribuída gratuitamente pelo governo do Estado.
A última vez que ele conseguiu obter a caixa do remédio Olanzapina 10 mg, cuja caixa dura um mês, foi no dia 10 de outubro.
Pacientes psiquiátricos têm dificuldades de atendimento na Bahia
http://g1.globo.com/bahia/noticia/2011/04/pacientes-psiquiatricos-tem-dificuldades-de-atendimento-na-bahia.html
Remédio contra a esquizofrenia está em falta em São Paulo
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Falta de Zyprexa® (Olanzapina 10 mg) na Farmácia do Estado da Bahia leva paciente a morte segundo a mãe do paciente, Idália Oliveira Modesto, 54
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Nota do Secretário de Saúde da Bahia Jorge Solla sobre a luta antimanicomial
Em nota, secretário de Saúde da Bahia comenta sobre as conquistas da luta antimanicomial, resslatando o aumento do número de CAPS e a redução do número de internações:
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"O número de internações psiquiátricas pelo SUS na Bahia reduziu de 9.144 em 2006 para 5.866 em 2010. Enquanto em 2006, 54,2% das internações psiquiátricas pelo SUS na Bahia foram em hospitais privados, em 2010 inverteu, com 54,3% em unidades públicas. De 88 CAPs na Bahia em 2006 passamos para 180 em 2010 e em abril de 2011 já chegamos a 191 serviços em 153 municípios. Hoje a Bahia é o quinto estado em número de CAPs por habitante, 43% acima da média nacional."http://inbloglio.blogspot.com/2011/05/jorge-solla-antimanicomial.html
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segunda-feira, 25 de abril de 2011
Pediatras dos EUA querem mais rigor com produtos químicos
| Genevra Pittman | Reuters Health | 25/4/2011 |
Os EUA não estão fazendo o bastante para proteger as crianças da exposição a produtos químicos potencialmente perigosos, afirmou a Academia Americana de Pediatria, em um comunicado divulgado nesta segunda-feira, dia 25 de abril.
O documento explica que a lei destinada a informar o público sobre os riscos das substâncias químicas e dar ao governo o direito de intervir para afastar do mercado os produtos químicos perigosos não tem atingido esses objetivos. O Dr. Jerome Paulson, do Conselho da AAP para Saúde Ambiental, as consequências são imprevisíveis.
- "Crianças não são pequenos adultos", afirmou ele, que é médico do Children's National Medical Center, em Washington, DC. "Seus corpos e seus comportamentos são diferentes. Isso significa que a sua exposição a produtos químicos no meio ambiente é diferente, e a forma como seus corpos lidam com essas substâncias, também."
Crianças podem ser especialmente vulneráveis a produtos químicos em importantes períodos do desenvolvimento, quando seus cérebros e corpos estão mudando rapidamente, acrescentou, explicando que o objetivo do relatório é incluir os pediatras nas atuais discussões sobre a necessidade de atualizar o Toxic Substances Control Act, aprovado em 1976, com a intenção de proteger a população contra a exposição a produtos químicos perigosos.
Paulson esclarece que essa lei só é usada para regular cinco substâncias, ou tipos de produtos químicos, porque dá às empresas uma saída fácil, não exigindo que sejam feitas pesquisas sobre a segurança dos produtos químicos antes de serem postos no mercado e, sem dados de segurança, a Agência de Proteção Ambiental não pode provar que qualquer um dos 80 mil produtos químicos utilizados nos EUA apresentem riscos que exijam sua regulamentação.
Paulson acrescentou que, mesmo sem leis mais rigorosas sobre o uso de químicos, a falta de informação sobre o seu perigo torna difícil para as pessoas evitar os riscos potenciais. E lembrou:
- "A realidade é que vivemos em um mundo químico e, enquanto alguns (desses produtos) são benignos e outros, não. Não sabemos, quais são e quais não são. Torna-se impossível definir o que as pessoas devem fazer para proteger-se e a seus filhos."
Comentando recente preocupação com o bisphenol A em mamadeiras e retardadores de chama, Paulson disse:
- "Não podemos lidar com esses tipos de problemas de um produto químico de cada vez. Precisamos de um melhor sistema de triagem de produtos químicos antes de serem introduzidos do mercado, tentando fazer o melhor possível para identificar aqueles que poderiam trazer problemas (...) e, ao mesmo tempo, monitorar aqueles que já estão no mercado".
Michael Wilson, que estuda políticas para a Química na Universidade da Califórnia, campus de Berkeley, disse que estava "emocionado" ao ver o papel da nova política e que "é uma declaração poderosa e, embora atrasada, oportuna".
Duas semanas atrás, a senadora por Nova Jersey, Frank Lautenberg, apresentou pela segunda vez um projeto de lei que reforma o Toxic Substances Control Act.
- "Os problemas que enfrentamos hoje, são muito concretos (...) e vão se ampliar e aprofundar nos próximos anos", disse Wilson, que não participa do conselho da AAP.
Um porta-voz do Conselho Americano de Química disse em um e-mail que as empresas concordam que o Toxic Substances Control Act precisa ser atualizado e que a indústria química também está trabalhando com o governo para proteger a saúde das crianças através de outros meios.
A reforma das leis representaria "um sinal da indústria" de que os impactos de seus produtos na saúde, especialmente sobre os bebês e crianças, são tão importantes quanto a sua função e preço, disse Wilson.
Como o Conselho indicou, as empresas seriam incentivadas a produzir produtos mais seguros, em vez de ter incentivos para deixar de tomar medidas de saúde e segurança.
FONTE:
http://bit.ly/c7DozH Pediatrics, online em 25 de abril de 2011.
Pediatricians call for stricter laws for chemicals
http://www.reuters.com/article/2011/04/25/us-pediatricians-chemicals-idUSTRE73O0UB20110425
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Os EUA não estão fazendo o bastante para proteger as crianças da exposição a produtos químicos potencialmente perigosos, afirmou a Academia Americana de Pediatria, em um comunicado divulgado nesta segunda-feira, dia 25 de abril.
O documento explica que a lei destinada a informar o público sobre os riscos das substâncias químicas e dar ao governo o direito de intervir para afastar do mercado os produtos químicos perigosos não tem atingido esses objetivos. O Dr. Jerome Paulson, do Conselho da AAP para Saúde Ambiental, as consequências são imprevisíveis.
- "Crianças não são pequenos adultos", afirmou ele, que é médico do Children's National Medical Center, em Washington, DC. "Seus corpos e seus comportamentos são diferentes. Isso significa que a sua exposição a produtos químicos no meio ambiente é diferente, e a forma como seus corpos lidam com essas substâncias, também."
Crianças podem ser especialmente vulneráveis a produtos químicos em importantes períodos do desenvolvimento, quando seus cérebros e corpos estão mudando rapidamente, acrescentou, explicando que o objetivo do relatório é incluir os pediatras nas atuais discussões sobre a necessidade de atualizar o Toxic Substances Control Act, aprovado em 1976, com a intenção de proteger a população contra a exposição a produtos químicos perigosos.
Paulson esclarece que essa lei só é usada para regular cinco substâncias, ou tipos de produtos químicos, porque dá às empresas uma saída fácil, não exigindo que sejam feitas pesquisas sobre a segurança dos produtos químicos antes de serem postos no mercado e, sem dados de segurança, a Agência de Proteção Ambiental não pode provar que qualquer um dos 80 mil produtos químicos utilizados nos EUA apresentem riscos que exijam sua regulamentação.
Paulson acrescentou que, mesmo sem leis mais rigorosas sobre o uso de químicos, a falta de informação sobre o seu perigo torna difícil para as pessoas evitar os riscos potenciais. E lembrou:
- "A realidade é que vivemos em um mundo químico e, enquanto alguns (desses produtos) são benignos e outros, não. Não sabemos, quais são e quais não são. Torna-se impossível definir o que as pessoas devem fazer para proteger-se e a seus filhos."
Comentando recente preocupação com o bisphenol A em mamadeiras e retardadores de chama, Paulson disse:
- "Não podemos lidar com esses tipos de problemas de um produto químico de cada vez. Precisamos de um melhor sistema de triagem de produtos químicos antes de serem introduzidos do mercado, tentando fazer o melhor possível para identificar aqueles que poderiam trazer problemas (...) e, ao mesmo tempo, monitorar aqueles que já estão no mercado".
Michael Wilson, que estuda políticas para a Química na Universidade da Califórnia, campus de Berkeley, disse que estava "emocionado" ao ver o papel da nova política e que "é uma declaração poderosa e, embora atrasada, oportuna".
Duas semanas atrás, a senadora por Nova Jersey, Frank Lautenberg, apresentou pela segunda vez um projeto de lei que reforma o Toxic Substances Control Act.
- "Os problemas que enfrentamos hoje, são muito concretos (...) e vão se ampliar e aprofundar nos próximos anos", disse Wilson, que não participa do conselho da AAP.
Um porta-voz do Conselho Americano de Química disse em um e-mail que as empresas concordam que o Toxic Substances Control Act precisa ser atualizado e que a indústria química também está trabalhando com o governo para proteger a saúde das crianças através de outros meios.
A reforma das leis representaria "um sinal da indústria" de que os impactos de seus produtos na saúde, especialmente sobre os bebês e crianças, são tão importantes quanto a sua função e preço, disse Wilson.
Como o Conselho indicou, as empresas seriam incentivadas a produzir produtos mais seguros, em vez de ter incentivos para deixar de tomar medidas de saúde e segurança.
FONTE:
http://bit.ly/c7DozH Pediatrics, online em 25 de abril de 2011.
Pediatricians call for stricter laws for chemicals
http://www.reuters.com/article/2011/04/25/us-pediatricians-chemicals-idUSTRE73O0UB20110425
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segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Lançamento de livro: Gestão Municipal do SUS
Temos o prazer de divulgar o
Lançamento do livro
Dilemas & Desafios da Gestão Municipal do SUS
Autor: Jorge Solla
Editora: Hucitec
Dia 26 de agosto de 2010 - às 12h00
I Congresso Brasileiro de Política, Planejamento e Gestão em Saúde
Centro de Convenções da Bahia
O Dr. Jorge Solla é médico, Secretário de Saúde do Estado da Bahia. Este trabalho foi produzido enquanto Tese de Doutorado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Clínica Médica da Universidade Federal do Rio de Janeiro sob o título “Avaliação da Implantação do Sistema Municipal de Saúde em Vitória da Conquista (Bahia), 1997 – 2008”, como requisito parcial a obtenção do título de Doutor em Medicina (Clínica Médica – Micropolítica do Trabalho e Cuidado em Saúde), sob a orientação dos Professores Doutores Marcelo Gerardin Poirot Land e Emerson Elias Merhy.
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Lançamento do livro
Dilemas & Desafios da Gestão Municipal do SUS
Autor: Jorge Solla
Editora: Hucitec
Dia 26 de agosto de 2010 - às 12h00
I Congresso Brasileiro de Política, Planejamento e Gestão em Saúde
Centro de Convenções da Bahia
O Dr. Jorge Solla é médico, Secretário de Saúde do Estado da Bahia. Este trabalho foi produzido enquanto Tese de Doutorado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Clínica Médica da Universidade Federal do Rio de Janeiro sob o título “Avaliação da Implantação do Sistema Municipal de Saúde em Vitória da Conquista (Bahia), 1997 – 2008”, como requisito parcial a obtenção do título de Doutor em Medicina (Clínica Médica – Micropolítica do Trabalho e Cuidado em Saúde), sob a orientação dos Professores Doutores Marcelo Gerardin Poirot Land e Emerson Elias Merhy.
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sexta-feira, 16 de julho de 2010
Sergipe tem novo CAPS infantil
O município de Nossa Senhora do Socorro é o segundo município sergipano a instalar um Centro de Atendimento Psicossocial/Infantil (CAPS/Infantil), com o nome de São Domingos Sávio.
Segundo o secretário de Saúde municipal, Saulo Eloi Filho, no Estado só há dois CAPS Infantis, um em Aracaju e agora este, em Socorro. Segundo sua coordenadora, o CAPS São Domingos Sávio terá capacidade para atender 180 crianças e jovens, de 12 a 16 anos de idade, que têm problemas mentais, com álcool ou drogas, ou autismo.
O CAPS São Domingos Sávio dispõe de cinco salas de atendimento individual, sete banheiros, uma sala dormitório, uma sala de oficinas pedagógicas, salão de oficinas de artesanato, sala de coordenação, enfermagem, refeitório, auditório, sala de jogos, sala da administração, almoxarifado e uma copa.
Prefeitura de Socorro inaugura o 2º CAPS Infantil do Estado
| Plenário | 16/07/2010 |
http://www.faxaju.com.br/viz_conteudo.asp?codigo=16720107424739931
Prefeitura de Socorro inaugura o 2º CAPS Infantil do Estado
| Agência Notícias de Socorro | 15/7/2010 |
http://www.ansocorro.com.br/viz_conteudo.asp?codigo=66070
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Segundo o secretário de Saúde municipal, Saulo Eloi Filho, no Estado só há dois CAPS Infantis, um em Aracaju e agora este, em Socorro. Segundo sua coordenadora, o CAPS São Domingos Sávio terá capacidade para atender 180 crianças e jovens, de 12 a 16 anos de idade, que têm problemas mentais, com álcool ou drogas, ou autismo.
O CAPS São Domingos Sávio dispõe de cinco salas de atendimento individual, sete banheiros, uma sala dormitório, uma sala de oficinas pedagógicas, salão de oficinas de artesanato, sala de coordenação, enfermagem, refeitório, auditório, sala de jogos, sala da administração, almoxarifado e uma copa.
Prefeitura de Socorro inaugura o 2º CAPS Infantil do Estado
| Plenário | 16/07/2010 |
http://www.faxaju.com.br/viz_conteudo.asp?codigo=16720107424739931
Prefeitura de Socorro inaugura o 2º CAPS Infantil do Estado
| Agência Notícias de Socorro | 15/7/2010 |
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terça-feira, 20 de abril de 2010
Os perigos da Medicina das Celebridades
| Robin Hausman Morris | Examiner | 12/06/2009 |
Traduzido por Argemiro Garcia
(Originalmente escrito para a Autism Science Foundation)
Estou preocupada com o fenômeno da medicina das celebridades. Diariamente, mais um ator ou comediante se posiciona a respeito de danos vacinais. A ideia de uma formação obtida na "Universidade Google" está ficando velha. Não apenas tediosa, ela é perigosa. Talvez os cuidados médicos estejam sendo postos em xeque nos Estados Unidos, mas esta epidemia tem outra postura.
A Dra. Virgínia Keane, presidente da Academia de Maryland de Pediatria (Maryland Academy of Pediatrics), disse ao jornal Baltimore Sun que "estamos na borda de uma crise, em relação às vacinas". Ela declarou que "as celebridades espalham falsas acusações de perigo, perpetuando o mito de uma relação de causa e efeito entre vacinas e autismo. Quando a ciência não apoia suas afirmações, acusam a comunidade médica pediatra de estar no bolso das companhias produtoras de vacinas, de fazer grandes concessões e receber pequenos presentes para dar sustentação às vacinas”.
Não tenho dúvida alguma de que, em todas as comunidades, seja financeira, médica ou educacional, em cada setor das relações humanas, haja pessoas de mau caráter. Não obstante, quando as celebridades "acusam", passamos a ser vítimas de nossas próprias vulnerabilidades. Insisto: quem será o próximo acusado, e porque ainda estamos lhes dando ouvidos?
Continuo firme em meu interesse nos perigos da "medicina das celebridades". Se são as vacinas hoje, o que estará na loja amanhã? - eu pergunto. Esta não é uma pergunta retórica. Quando as bofetadas da mídia são justificáveis? O ator Dennis Quaid tem todo o direito de lutar por diretrizes hospitalares mais específicas para as dosagens medicinais. Seus gêmeos receberam uma dose maciça e exagerada de um afinador de sangue. Sua cruzada foi justificada e certamente vantajosa para a proteção pública. Não houve nenhum debate. Quaid não se posicionou como médico ou cientista. Os fatos falaram por si.
Entretanto, as águas se turvam quando o pânico é promovido por garotas da Playboy e por oportunistas fazendo carreira... e a ironia é que acredito que elas amem suas crianças. Simplesmente, os efeitos intoxicantes da atenção mundial parecem dotá-las de uma "proteção" para a prudência. Tristemente, ser o centro das atenções é uma espada de dois gumes. Ele nos dá o prazer do entretenimento, mas canoniza os participantes. Mesmo que nós, como povo, tenhamos essa vocação para a idolatria, ela deve se restringir às idiossincrasias da cultura Pop, não às perigosas percepções e equívocos da vida.
http://www.examiner.com/x-3565-Autism--Parenting-Examiner~y2009m6d12-The-Dangers-of-Celebrity-Medicine
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Traduzido por Argemiro Garcia
(Originalmente escrito para a Autism Science Foundation)
Estou preocupada com o fenômeno da medicina das celebridades. Diariamente, mais um ator ou comediante se posiciona a respeito de danos vacinais. A ideia de uma formação obtida na "Universidade Google" está ficando velha. Não apenas tediosa, ela é perigosa. Talvez os cuidados médicos estejam sendo postos em xeque nos Estados Unidos, mas esta epidemia tem outra postura.
A Dra. Virgínia Keane, presidente da Academia de Maryland de Pediatria (Maryland Academy of Pediatrics), disse ao jornal Baltimore Sun que "estamos na borda de uma crise, em relação às vacinas". Ela declarou que "as celebridades espalham falsas acusações de perigo, perpetuando o mito de uma relação de causa e efeito entre vacinas e autismo. Quando a ciência não apoia suas afirmações, acusam a comunidade médica pediatra de estar no bolso das companhias produtoras de vacinas, de fazer grandes concessões e receber pequenos presentes para dar sustentação às vacinas”.
Não tenho dúvida alguma de que, em todas as comunidades, seja financeira, médica ou educacional, em cada setor das relações humanas, haja pessoas de mau caráter. Não obstante, quando as celebridades "acusam", passamos a ser vítimas de nossas próprias vulnerabilidades. Insisto: quem será o próximo acusado, e porque ainda estamos lhes dando ouvidos?
Continuo firme em meu interesse nos perigos da "medicina das celebridades". Se são as vacinas hoje, o que estará na loja amanhã? - eu pergunto. Esta não é uma pergunta retórica. Quando as bofetadas da mídia são justificáveis? O ator Dennis Quaid tem todo o direito de lutar por diretrizes hospitalares mais específicas para as dosagens medicinais. Seus gêmeos receberam uma dose maciça e exagerada de um afinador de sangue. Sua cruzada foi justificada e certamente vantajosa para a proteção pública. Não houve nenhum debate. Quaid não se posicionou como médico ou cientista. Os fatos falaram por si.
Entretanto, as águas se turvam quando o pânico é promovido por garotas da Playboy e por oportunistas fazendo carreira... e a ironia é que acredito que elas amem suas crianças. Simplesmente, os efeitos intoxicantes da atenção mundial parecem dotá-las de uma "proteção" para a prudência. Tristemente, ser o centro das atenções é uma espada de dois gumes. Ele nos dá o prazer do entretenimento, mas canoniza os participantes. Mesmo que nós, como povo, tenhamos essa vocação para a idolatria, ela deve se restringir às idiossincrasias da cultura Pop, não às perigosas percepções e equívocos da vida.
http://www.examiner.com/x-3565-Autism--Parenting-Examiner~y2009m6d12-The-Dangers-of-Celebrity-Medicine
The Dangers of Celebrity Medicine
I wrote this piece for the Autism Science Foundation .
Robin Hausman Morris
I have been worried about the phenomenon of celebrity medicine. Every day, another actor or comedian takes a position on vaccine injury. The notion of an education procured at the “University of Google” is getting old. Not only is it tedious, it’s dangerous. Perhaps health care is being tested in this country, but this epidemic takes on quite another posture.
Dr. Virginia Keane, President of the Maryland Academy of Pediatrics, tells the Baltimore Sun that “We are at the precipice of a crisis when it comes to vaccines.” Dr. Keane states: “Celebrities spread false accusations of danger, perpetuating the myth of a causal link between vaccines and autism. When science does not support their statements, they accuse the pediatric physician community of being in the pocket of the vaccine companies, accepting large grants and small gifts in exchange for our continued support of vaccines.”
I have no doubts that in all communities, financial, medical, educational and every sector of human relations that there are disingenuous characters. Nevertheless, when celebrities “accuse,” we are victims of our own vulnerabilities. I reiterate. Who will be the next subject for accusation, and why are we listening?
I remain steadfast in my concern about the dangers in “celebrity medicine.” It’s vaccines today, what’s in store for tomorrow, I ask. This is not a rhetorical question. When is media clout is justifiable? Actor Dennis Quaid had every right to fight for more stringent hospital guidelines regarding medicine dosage. His twins were given a massive overdose of a blood thinner. His crusade was justified and certainly a win-win for public protection. There was no debate. Quaid did not posture himself as a physician or scientist. The facts spoke for themselves.
However the waters are muddied when panic is fostered by Playboy centerfolds and various career seeking opportunists….and the ironic thing is that I do believe that they love their children. It’s simply that the intoxicating effects of world attention seem to endow them with a “shingle” for sage guidance. Sadly, the limelight is a double-edged sword. It gives us entertainment pleasure, yet canonizes the participants. Whether or not we as a people crave that need for idolatry, it should be relegated to the idiosyncrasies of pop culture, not life threatening perceptions and misconceptions.
http://www.examiner.com/x-3565-Autism--Parenting-Examiner~y2009m6d12-The-Dangers-of-Celebrity-Medicine
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quinta-feira, 21 de maio de 2009
Europa não está avaliando a gripe suína adequadamente
A Europa pode ter mais casos de gripe suína do que tem sido divulgado. O procedimento adotado pelo países europeus consiste em testar as pessoas com sintomas de gripe apenas se elas estiveram no México, ou em contato com pessoas que visitaram aquele país nos últimos sete dias.
Um leitor britânico da revista New Scientist relata que apresentou sintomas de hripe após ter visitado Nova York em 10 de abril - e não foi testado para o vírus H1N1.
Testes para a gripe suína não estão disponíveis de maneira suficiente.
http://www.newscientist.com/article/mg20227094.400-europe-may-be-blind-to-swine-flu-cases.html
Europe may be blind to swine flu cases
Um leitor britânico da revista New Scientist relata que apresentou sintomas de hripe após ter visitado Nova York em 10 de abril - e não foi testado para o vírus H1N1.
Testes para a gripe suína não estão disponíveis de maneira suficiente.
http://www.newscientist.com/article/mg20227094.400-europe-may-be-blind-to-swine-flu-cases.html
Europe may be blind to swine flu cases
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