Diário Oficial da Cidade de São Paulo, 12/07/2011
A cidade de São Paulo, aogra, tem uma lei que estabeleceas diretrizes para a política de atendimento a pessoas com TGD:
LEI Nº 15.409, DE 11 DE JULHO DE 2011
(Projeto de Lei nº 492/09, dos Vereadores Antonio Carlos Rodrigues - PR e Atílio Francisco - PRB)
Estabelecem diretrizes a serem observadas na formulação da Política Municipal de Atendimento às Pessoas com Transtorno Invasivo do Desenvolvimento - Autismo.
GILBERTO KASSAB, Prefeito do Município de São Paulo, no uso das atribuições que lhe são conferidas por lei, faz saber que a Câmara Municipal, em sessão de 15 de junho de 2011, decretou e eu promulgo a seguinte lei:
Art. 1º O Poder Público, quando da formulação e implementação da Política Municipal de Atendimento às Pessoas com Transtorno Invasivo do Desenvolvimento - Autismo, se pautará pelas seguintes diretrizes, dentre outras que visem à sua proteção, promoção e integração:
I - atendimento das pessoas com autismo nas instituições públicas municipais, de forma igualitária, respeitadas as peculiaridades inerentes às diferentes situações;
II - atendimento em equipamento de saúde previsto na legislação federal pertinente, através de projeto terapêutico individualizado e de acordo com as necessidades de cada pessoa, a partir de avaliações multiprofissionais;
III - promoção da estimulação das pessoas com autismo mediante emprego de recursos de fisioterapia, fonoaudiologia e psicopedagogia, além de outros que demonstrem eficácia nesse tratamento;
IV - (VETADO)
V - divulgação de informações sobre o autismo e os cuidados que ela demanda, preferencialmente pela realização de campanhas educativas e de conscientização.
Art. 2º As despesas decorrentes da execução desta lei correrão por conta das dotações orçamentárias próprias, suplementadas se necessário.
Art. 3º Esta lei entrará em vigor na data de sua publicação.
PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO, aos 11 de julho de 2011, 458º da fundação de São Paulo.
GILBERTO KASSAB, PREFEITO
NELSON HERVEY COSTA, Secretário do Governo Municipal
Publicada na Secretaria do Governo Municipal, em 11 de julho de 2011.
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quarta-feira, 27 de julho de 2011
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Salvador: palestra dia 5 de agosto
A Associação Baiana de Síndrome Down – SER DOWN, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer – SECULT tem o prazer de convidar V.S.para participar de uma palestra sobre "A educação das pessoas com deficiência na perspectiva dos direitos humanos", que será proferida pela Dra. Eugênia Gonzaga Fávero, Procuradora da República, Mestra em Direito Constitucional pela PUC/SP, membro do Instituto de Estudos sobre Direito e Cidadania e da ONG Ministério Público Democrático.
O evento acontecerá no Auditório Caetano Veloso, UNEB – Cabula, no dia 05 de agosto, das 8h00 às 12h00.
As inscrições serão no local do evento.
Atenciosamente,
Associação Baiana de Síndrome de Down – SER DOWN
Gilvan Silva Souza – Presidente
Palestra
A educação das pessoas com deficiência na perspectiva dos direitos humanos
Dra. Eugênia Gonzaga Fávero
(Procuradora da República, Mestra em Direito Constitucional pela PUC/SP, membro do Instituto de Estudos sobre Direito e Cidadania e da ONG Ministério Público Democrático)
Local:
Auditório Caetano Veloso
UNEB – Cabula
Data:
dia 05 de agosto, das 8h00 às 12h00
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O evento acontecerá no Auditório Caetano Veloso, UNEB – Cabula, no dia 05 de agosto, das 8h00 às 12h00.
As inscrições serão no local do evento.
Atenciosamente,
Associação Baiana de Síndrome de Down – SER DOWN
Gilvan Silva Souza – Presidente
Palestra
A educação das pessoas com deficiência na perspectiva dos direitos humanos
Dra. Eugênia Gonzaga Fávero
(Procuradora da República, Mestra em Direito Constitucional pela PUC/SP, membro do Instituto de Estudos sobre Direito e Cidadania e da ONG Ministério Público Democrático)
Local:
Auditório Caetano Veloso
UNEB – Cabula
Data:
dia 05 de agosto, das 8h00 às 12h00
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quinta-feira, 21 de julho de 2011
Criança percorre hospitais em busca de atendimento em Manaus
| Roberta Castralli | A Crítica | 20/7/2011 |
Nesta quarta-feira (20) um jovem de 14 anos, que é portador de uma doença chamada autismo, sofreu na pele o verdadeiro descaso da saúde no Estado do Amazonas. Após inúmeras convulsões na noite anterior ,o garoto foi levado pelo Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) para o SPA Galiléia, Zona Norte da cidade. Na manhã seguinte, foi transferido para o Hospital Pronto-Socorro Dr. Platão Araújo, na zona Leste.
Das 9h da manhã até às 20h, quando o pai retirou o garoto da unidade, EGM ficou em um corredor, numa maca sem lençóis, sem alimentação e medicação.
“Meu filho ficou jogado em uma maca o dia todo, sem nenhum cuidado, não comeu o dia todo, não foi medicado e nem atendido por um neurologista, me disseram que não tinha nenhum lá”, relata o pai da criança, Anildo Gomes Mereles.
De acordo com informações de Mereles, uma médica do turno da tarde iniciou um processo de internação para o paciente, mas EGM continuou no corredor até o final da tarde, quando arrumaram um leito sem lençóis e todo molhado para o jovem.
“Eles disseram que iam internar o meu filho, mas deixaram ele o dia todo em uma maca no corredor do hospital. No final da noite vagou uma cama e os médicos queriam colocar ele lá, em um colchão sem forro e todo molhado por outro paciente, eu não deixei”, relatou.
Quando decidiu retirar o filho da unidade, a resposta que Mereles ouviu, foi de que o medicamento não ia ser ministrado porque o pai não estava permitindo o atendimento.
“Ele (EGM), ficou o dia todo lá e quando disse que ia levar ele embora vieram com essa desculpa. Quero justiça, meu filho tem direito a atendimento médico, é lei. Vou levar ele para o Dr. Platão Araújo, para tentar conseguir atendimento”, finalizou Mereles.
A mãe da criança, Queli dos Santos, empregada doméstica, disse que chegou a faltar ao trabalho para poder cuidar do filho.
“Meu filho está com uma infecção pulmonar, porque as convulsões comprimiram as veias do pulmão dele, ele precisa tomar soro, foi a médica que me disse isso, e nada foi feito. Saímos com ele com a agulha enfiada no braço”.
A acrítica.com entrou em contato, por celular, com a assessora de comunicação da Secretaria de Estado da Saúde (SUSAM), por volta das 21h10, e a resposta que obteve foi que devido ao horário só poderia verificar as informações amanhã.
Criança percorre hospitais em busca de atendimento em Manaus
http://acritica.uol.com.br/manaus/Crianca-percorre-hospitais-busca-atendimento-Manaus-Amazonas-Amazonia_0_520748413.html
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Nesta quarta-feira (20) um jovem de 14 anos, que é portador de uma doença chamada autismo, sofreu na pele o verdadeiro descaso da saúde no Estado do Amazonas. Após inúmeras convulsões na noite anterior ,o garoto foi levado pelo Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) para o SPA Galiléia, Zona Norte da cidade. Na manhã seguinte, foi transferido para o Hospital Pronto-Socorro Dr. Platão Araújo, na zona Leste.
Das 9h da manhã até às 20h, quando o pai retirou o garoto da unidade, EGM ficou em um corredor, numa maca sem lençóis, sem alimentação e medicação.
“Meu filho ficou jogado em uma maca o dia todo, sem nenhum cuidado, não comeu o dia todo, não foi medicado e nem atendido por um neurologista, me disseram que não tinha nenhum lá”, relata o pai da criança, Anildo Gomes Mereles.
De acordo com informações de Mereles, uma médica do turno da tarde iniciou um processo de internação para o paciente, mas EGM continuou no corredor até o final da tarde, quando arrumaram um leito sem lençóis e todo molhado para o jovem.
“Eles disseram que iam internar o meu filho, mas deixaram ele o dia todo em uma maca no corredor do hospital. No final da noite vagou uma cama e os médicos queriam colocar ele lá, em um colchão sem forro e todo molhado por outro paciente, eu não deixei”, relatou.
Quando decidiu retirar o filho da unidade, a resposta que Mereles ouviu, foi de que o medicamento não ia ser ministrado porque o pai não estava permitindo o atendimento.
“Ele (EGM), ficou o dia todo lá e quando disse que ia levar ele embora vieram com essa desculpa. Quero justiça, meu filho tem direito a atendimento médico, é lei. Vou levar ele para o Dr. Platão Araújo, para tentar conseguir atendimento”, finalizou Mereles.
A mãe da criança, Queli dos Santos, empregada doméstica, disse que chegou a faltar ao trabalho para poder cuidar do filho.
“Meu filho está com uma infecção pulmonar, porque as convulsões comprimiram as veias do pulmão dele, ele precisa tomar soro, foi a médica que me disse isso, e nada foi feito. Saímos com ele com a agulha enfiada no braço”.
A acrítica.com entrou em contato, por celular, com a assessora de comunicação da Secretaria de Estado da Saúde (SUSAM), por volta das 21h10, e a resposta que obteve foi que devido ao horário só poderia verificar as informações amanhã.
Criança percorre hospitais em busca de atendimento em Manaus
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Como se sentem os áspis?
A psicóloga portuguesa Adriana Campos, em artigo publicado no site Educare.pt, discute alguns nos aspectos de como um jovem áspi (pessoa com síndrome de Asperger) pode vir a se sentir, confuso no mundo dos neurotípicos.
Em Portugal, estima-se que 30 mil pessoas apresentam síndrome de Asperger. Compreender os sentimentos dos "áspis" pode ajudar imenso quem convive diariamente com eles e quem, por dever profissional, deve contribuir para potenciar ao máximo o seu desenvolvimento.
Como se sentem os aspis?
| Adriana Campos | Educare | 20-07-2011 |
http://www.educare.pt/educare/Detail.aspx?contentid=90393CD59D8BF36DE0400A0AB8001D4D&channelid=FB1E151EFC02264FAA334EBDFF922FA2&schemaid&opsel=2
Leia também o artigo da mesma autora:
Asperger: Será?
| Adriana Campos | Educare | 22-06-2011 |
http://www.educare.pt/educare/Opiniao.Artigo.aspx?contentid=90393CD58B1CF36DE0400A0AB8001D4D&channelid=90393CD58B1CF36DE0400A0AB8001D4D&schemaid=&opsel=2
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Em Portugal, estima-se que 30 mil pessoas apresentam síndrome de Asperger. Compreender os sentimentos dos "áspis" pode ajudar imenso quem convive diariamente com eles e quem, por dever profissional, deve contribuir para potenciar ao máximo o seu desenvolvimento.
Como se sentem os aspis?
| Adriana Campos | Educare | 20-07-2011 |
http://www.educare.pt/educare/Detail.aspx?contentid=90393CD59D8BF36DE0400A0AB8001D4D&channelid=FB1E151EFC02264FAA334EBDFF922FA2&schemaid&opsel=2
Leia também o artigo da mesma autora:
Asperger: Será?
| Adriana Campos | Educare | 22-06-2011 |
http://www.educare.pt/educare/Opiniao.Artigo.aspx?contentid=90393CD58B1CF36DE0400A0AB8001D4D&channelid=90393CD58B1CF36DE0400A0AB8001D4D&schemaid=&opsel=2
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quarta-feira, 20 de julho de 2011
Protesto na Espanha contra o despejo da família de menino autista
| Vega Media Press | 19/07/2011 |
A Plataforma de Atingidos por Hipotecas e Pessoas Desempregadas da Região de Murcia realizou um protesto, ocupando uma sucursal do Banco Cajamar na cidade de San Javier. Piquetes cidadãos ocuparam a agência durante vários minutos, para surpresa dos funcionários e clientes, mas, pouco depois, agentes da Guarda Civil acorreram, sem que tenha havido incidentes ou confrontos.
O Banco pretende despejar uma família da aldeia, cujo filho Aaron, entre outros problemas de saúde, apresenta TGD (Transtorno Global do Desenvolvimento), ou Transtorno do Espectro Autista.
O alto custo do tratamento e cuidados com a criança levaram a família a ter de decidir entre continuar pagando a hipoteca mensal ou tratá-la; eles fizeram "o que cada pai poderia fazer, ou seja, amar o filho acima das ameaças de qualquer instituição financeira", explica a Plataforma.
A situação se agravou quando o pai perdeu o emprego, como tem acontecido com milhões de pessoas na Espanha.
Hoje, esta família deve sete prestações e o banco deu início ao processo de penhora da casa, ignorando o seu pedido de moratória, sem considerar a sua situação excepcional.
Com muito esforço e desejo de superar a situação, a família levantou o dinheiro para pagar as contas em débito com o banco, mas foi surpreendida com a recusa do credor em aceitar o pagamento, argumentando que o litígio já se encontra em aberto e não há como voltar atrás, alegando que, para quitar a dívida, teriam que pagar mais de 110.000 Euros (105.000 Euros de capital que deviam em Janeiro de 2011, mais 5000 Euros de juros desses sete pagamentos mensais), caso contrário, a família será expulsa de alojamento.
Para a Plataforma, "não se trata apenas de abuso de poder dos bancos, culpados em grande parte por uma crise da qual têm sido ajudados com dinheiro público, mas algo ainda mais revoltante, a falta de escrúpulos e ausência de valores dessas entidades, quando se trata de vidas humanas".
O Coletivo exige a devolução imediata da propriedade à família, com o pagamento dos atrasados sem juros de mora e uma moratória real, sem juros, até que pelo menos um membro da família encontre trabalho, ao mesmo tempo que vem "exigir das autoridades públicas a gratuidade de qualquer tratamento a ser recebido pela criança para sua realização como pessoa, seja terapia com medicamentos, creche, etc".
A Plataforma de Murcia rejeita "qualquer apreensão ou despejo de famílias com dificuldades financeiras devido a uma crise gerada pelo sistema financeiro que, além de expulsá-los de suas casas, também os expulsa de suas vidas, pois as deixam com uma dívida que lhes impede de ter uma nova oportunidade".
A Plataforma alerta também que, "como uma sociedade organizada, vai realizar ações pacíficas necessárias, incluindo a desobediência civil, para dar divulgação a tais abusos à dignidade humana".
De acordo com fontes da Plataforma, uma negociação está prevista para quarta-feira (dia 20 de julho), para evitar o despejo da família de San Javier.
OCUPAN EN SAN JAVIER UNA OFICINA DE CAJAMAR QUE VA A DESAHUCIAR A UNA FAMILIA CON UN NIÑO AUTISTA
http://www.vegamediapress.es/noticias/index.php?option=com_content&task=view&id=16748
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A Plataforma de Atingidos por Hipotecas e Pessoas Desempregadas da Região de Murcia realizou um protesto, ocupando uma sucursal do Banco Cajamar na cidade de San Javier. Piquetes cidadãos ocuparam a agência durante vários minutos, para surpresa dos funcionários e clientes, mas, pouco depois, agentes da Guarda Civil acorreram, sem que tenha havido incidentes ou confrontos.
O Banco pretende despejar uma família da aldeia, cujo filho Aaron, entre outros problemas de saúde, apresenta TGD (Transtorno Global do Desenvolvimento), ou Transtorno do Espectro Autista.
O alto custo do tratamento e cuidados com a criança levaram a família a ter de decidir entre continuar pagando a hipoteca mensal ou tratá-la; eles fizeram "o que cada pai poderia fazer, ou seja, amar o filho acima das ameaças de qualquer instituição financeira", explica a Plataforma.
A situação se agravou quando o pai perdeu o emprego, como tem acontecido com milhões de pessoas na Espanha.
Hoje, esta família deve sete prestações e o banco deu início ao processo de penhora da casa, ignorando o seu pedido de moratória, sem considerar a sua situação excepcional.
Com muito esforço e desejo de superar a situação, a família levantou o dinheiro para pagar as contas em débito com o banco, mas foi surpreendida com a recusa do credor em aceitar o pagamento, argumentando que o litígio já se encontra em aberto e não há como voltar atrás, alegando que, para quitar a dívida, teriam que pagar mais de 110.000 Euros (105.000 Euros de capital que deviam em Janeiro de 2011, mais 5000 Euros de juros desses sete pagamentos mensais), caso contrário, a família será expulsa de alojamento.
Para a Plataforma, "não se trata apenas de abuso de poder dos bancos, culpados em grande parte por uma crise da qual têm sido ajudados com dinheiro público, mas algo ainda mais revoltante, a falta de escrúpulos e ausência de valores dessas entidades, quando se trata de vidas humanas".
O Coletivo exige a devolução imediata da propriedade à família, com o pagamento dos atrasados sem juros de mora e uma moratória real, sem juros, até que pelo menos um membro da família encontre trabalho, ao mesmo tempo que vem "exigir das autoridades públicas a gratuidade de qualquer tratamento a ser recebido pela criança para sua realização como pessoa, seja terapia com medicamentos, creche, etc".
A Plataforma de Murcia rejeita "qualquer apreensão ou despejo de famílias com dificuldades financeiras devido a uma crise gerada pelo sistema financeiro que, além de expulsá-los de suas casas, também os expulsa de suas vidas, pois as deixam com uma dívida que lhes impede de ter uma nova oportunidade".
A Plataforma alerta também que, "como uma sociedade organizada, vai realizar ações pacíficas necessárias, incluindo a desobediência civil, para dar divulgação a tais abusos à dignidade humana".
De acordo com fontes da Plataforma, uma negociação está prevista para quarta-feira (dia 20 de julho), para evitar o despejo da família de San Javier.
OCUPAN EN SAN JAVIER UNA OFICINA DE CAJAMAR QUE VA A DESAHUCIAR A UNA FAMILIA CON UN NIÑO AUTISTA
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terça-feira, 19 de julho de 2011
Município cearense oferece serviço odontológico especializado
Maracanaú oferece serviço odontológico diferenciado para portadores de necessidades especiais
Uma demanda formada por portadores de autismo, paralisia cerebral e histeria. Esse é o público que passou a ser atendido por um serviço odontológico especializado e multidisciplinar, numa iniciativa pioneira no Nordeste, para realização de cirurgias e outros procedimentos dentários.
O Programa de Atendimento Odontológico para Pessoas com Necessidades Especiais foi implantado desde abril passado. De lá para cá, já se realizaram mais de uma dezena de cirurgia e há uma fila de espera de mais de 30 pacientes.
O coordenador do Centro de Especialidade Odontológica (CEO) de Maracanaú, Carlos César Oliveira Carneiro, diz que o serviço surgiu da necessidade de atender uma grande demanda local e nos Municípios limítrofes, que teve o favorecimento do CEO funcionar dentro de um hospital secundário.
Artigo completo:
Maracanaú - CEO oferece serviço especial
http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1013093
MAIS INFORMAÇÕES
Hospital Municipal de Maracanaú. Rua Padre José Holanda do Vale, S/N Centro - Telefone: (85) 3521.5067
www.maracanau.ce.gov.br/saude
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Uma demanda formada por portadores de autismo, paralisia cerebral e histeria. Esse é o público que passou a ser atendido por um serviço odontológico especializado e multidisciplinar, numa iniciativa pioneira no Nordeste, para realização de cirurgias e outros procedimentos dentários.
O Programa de Atendimento Odontológico para Pessoas com Necessidades Especiais foi implantado desde abril passado. De lá para cá, já se realizaram mais de uma dezena de cirurgia e há uma fila de espera de mais de 30 pacientes.
O coordenador do Centro de Especialidade Odontológica (CEO) de Maracanaú, Carlos César Oliveira Carneiro, diz que o serviço surgiu da necessidade de atender uma grande demanda local e nos Municípios limítrofes, que teve o favorecimento do CEO funcionar dentro de um hospital secundário.
Artigo completo:
Maracanaú - CEO oferece serviço especial
http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1013093
MAIS INFORMAÇÕES
Hospital Municipal de Maracanaú. Rua Padre José Holanda do Vale, S/N Centro - Telefone: (85) 3521.5067
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Por que autismo atinge mais meninos que meninas
Gene que interage com hormônios pode explicar a diferença entre os sexos no autismo
| Janelle Weaver | 19 jul 2011 | Scientific American |
Autismo, um transtorno do desenvolvimento que causa déficits no comportamento social e na comunicação, afeta quatro vezes mais meninos do que meninas. Devido a esse desequilíbrio extremo de gênero, alguns cientistas postulam que os hormônios sexuais podem contribuir para a doença. Agora, pesquisadores identificaram pela primeira vez um gene que pode ajudar a explicar a discrepância de gênero e fundamentar alguns sintomas do autismo comum.
Em 2010, a bióloga Valerie Hu e seus colegas do Centro Médico da George Washington University descobriram que os cérebros de pessoas com autismo têm baixos níveis de uma proteína produzida por um gene chamado receptor-alfa órfão relacionado ao ácido retinóico (RORA). Agora, em um estudo publicado na PLoS ONE de 16 de fevereiro, relataram que esse gene interage com certos tipos de estrogênio e testosterona encontrada no cérebro.
Hu e sua equipe analisaram células neurais em laboratório. Eles descobriram que o RORA controla a produção de uma enzima chamada aromatase, que converte a testosterona em estrogênio. Mas em seus testes, a presença de testosterona fez com que o RORA ficasse menos ativo, levando a um declínio na aromatase e um acúmulo maior de testosterona. O estrogênio teve o efeito oposto. Em um cérebro normal, o equilíbrio dos hormônios sexuais regula a atividade do RORA e mantém os níveis hormonais constantes, mas qualquer desequilíbrio pode ser exacerbado por este loop.
Em seguida, os pesquisadores confirmaram que o tecido cerebral dos doadores que tiveram autismo de fato contém baixas quantidades da proteína do RORA e da aromatase. Os autores sugerem que uma deficiência nessas moléculas faz com que o ciclo químico entre num loop espiral fora de controle, resultando em um acúmulo de testosterona, que poderia causar autismo. Na maioria das mulheres, níveis mais altos de estrogênio poderiam protegê-las da desordem.
Além da influência do gênero, o RORA poderia estar envolvido nas anormalidades de rotina que caracterizam o autismo. Por exemplo, os ratos que não possuem este gene fixam-se em objetos e mostram comportamento exploratório limitado, similar a indivíduos com autismo. "Não acho que um gene sozinho vai explicar todas as patologias associadas ao autismo, mas RORA deixa de explicar bem pouco deles", diz Hu.
Why Autism Strikes More Boys Than Girls
http://www.scientificamerican.com/article.cfm?id=why-autism-strikes-more-boys-than-girls
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| Janelle Weaver | 19 jul 2011 | Scientific American |
Autismo, um transtorno do desenvolvimento que causa déficits no comportamento social e na comunicação, afeta quatro vezes mais meninos do que meninas. Devido a esse desequilíbrio extremo de gênero, alguns cientistas postulam que os hormônios sexuais podem contribuir para a doença. Agora, pesquisadores identificaram pela primeira vez um gene que pode ajudar a explicar a discrepância de gênero e fundamentar alguns sintomas do autismo comum.
Em 2010, a bióloga Valerie Hu e seus colegas do Centro Médico da George Washington University descobriram que os cérebros de pessoas com autismo têm baixos níveis de uma proteína produzida por um gene chamado receptor-alfa órfão relacionado ao ácido retinóico (RORA). Agora, em um estudo publicado na PLoS ONE de 16 de fevereiro, relataram que esse gene interage com certos tipos de estrogênio e testosterona encontrada no cérebro.
Hu e sua equipe analisaram células neurais em laboratório. Eles descobriram que o RORA controla a produção de uma enzima chamada aromatase, que converte a testosterona em estrogênio. Mas em seus testes, a presença de testosterona fez com que o RORA ficasse menos ativo, levando a um declínio na aromatase e um acúmulo maior de testosterona. O estrogênio teve o efeito oposto. Em um cérebro normal, o equilíbrio dos hormônios sexuais regula a atividade do RORA e mantém os níveis hormonais constantes, mas qualquer desequilíbrio pode ser exacerbado por este loop.
Em seguida, os pesquisadores confirmaram que o tecido cerebral dos doadores que tiveram autismo de fato contém baixas quantidades da proteína do RORA e da aromatase. Os autores sugerem que uma deficiência nessas moléculas faz com que o ciclo químico entre num loop espiral fora de controle, resultando em um acúmulo de testosterona, que poderia causar autismo. Na maioria das mulheres, níveis mais altos de estrogênio poderiam protegê-las da desordem.
Além da influência do gênero, o RORA poderia estar envolvido nas anormalidades de rotina que caracterizam o autismo. Por exemplo, os ratos que não possuem este gene fixam-se em objetos e mostram comportamento exploratório limitado, similar a indivíduos com autismo. "Não acho que um gene sozinho vai explicar todas as patologias associadas ao autismo, mas RORA deixa de explicar bem pouco deles", diz Hu.
Why Autism Strikes More Boys Than Girls
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