| Agência O Globo | Redação do Diário de Pernambuco | 20/10/2011 |
Uma nova pesquisa sobre as anomalias genéticas e bioquímicas associadas ao autismo revela que existe uma possível ligação entre a doença neurológica e o diabetes tipo 2. Os dois transtornos médicos tiveram o número de casos em ascensão nas últimas décadas.
"Parece que ambos, o diabetes tipo 2 e autismo, têm um mecanismo comum subjacente: a intolerância à glicose e a hiperinsulinemia (excesso de insulina na corrente sanguínea)", avalia Michael Stern, bioquímico da Rice University, nos EUA e autor do estudo que aparece na edição deste mês da revista Frontiers in Cellular Endocrinology.
A hiperinsulinemia, frequentemente um precursora da resistência à insulina, é uma condição caracterizada por níveis de excesso de insulina na corrente sanguínea. Resistência à insulina é freqüentemente associada com obesidade e com o diabetes tipo 2.
"Será muito fácil para os clínicos testar a hipótese deste estudo", afirma Stern, professor de bioquímica e biologia celular na Rice. "Eles podem fazer isso colocando crianças autistas em dietas de baixo carboidratos, que minimizam a secreção de insulina, e ver se os sintomas melhoram".
Stern diz também que a nova descoberta sugere que a tolerância à glicose em mulheres grávidas pode ter de ser abordada com mais seriedade do que tem sido feito até agora.
O laboratório de Stern está localizado no Collaborative Rice Research BioScience, seção especializada em investigar as interações genéticas associadas a doenças genéticas como a neurofibromatose, um distúrbio no qual os pacientes são várias vezes mais propensos a apresentar sintomas de autismo e de desordens do espectro do autismo, como a síndrome de Asperger. Autismo e Asperger são desordens neurológicas que têm forte base genética, mas ainda pouco compreendida pelos pesquisadores. Os Centros dos EUA para Controle de Doenças e Prevenção estimam que cerca de nove em cada mil crianças dos EUA são diagnosticadas com autismo ou Asperger.
Stern comenta que, pelo menos, quatro genes associados com freqüência ao autismo são conhecidos por produzir proteínas que desempenham um papel chave em um caminho bioquímico conhecido como PI3K/Tor. Stern diz que estava estudando uma forma de funcionamento anormal nas sinapses de cobaias com esta espécie de anomalias, notavelmente semelhantes a anormalidades observadas em cobaias com defeitos em um caminho diferente, conhecido como mGluR, que determina depressão a longo prazo.
"Passei muito tempo pensando sobre a sinalização da insulina, porque um outro projeto no meu laboratório é um projeto de endocrinologia em que estamos estudando como as principais proteínas envolvidas na sinalização de insulina afetam o tempo de metamorfose em cobaias de laboratório", diz Stern.
De seus estudos em ambas as áreas, Stern sabia duas coisas: PI3K/Tor foi a principal via de sinais de insulina dentro das células, e a insulina pode afetar as sinapses de modo muito semelhante aos defeitos mGluR associados com o autismo.
"Quando li que a incidência de autismo foi aumentando, e combinada com o fato de que a incidência de diabetes tipo 2 também está aumentando, parecia razoável que cada aumento poderia ter a mesma causa final — o aumento da hiperinsulinemia em geral na população", disse Stern.
Stern disse que ele organizou o estudo alguns meses atrás, quando uma empresa de consultoria de saúde cuidado pediu-lhe para fornecer informações sobre o autismo.
"Na preparação para esta entrevista, eu descobri que o diabetes gestacional foi o mais importante fator de risco materno identificado para o autismo, mas que nenhum mecanismo conhecido poderia ser responsável por isso", Stern lembrou. — Foi quando eu percebi que isso não era óbvio para os outros no campo científico. Então decidi escrever isto com a esperança de que os clínicos possam se tornar conscientes disso e tratar seus pacientes de acordo."
Ao escrever o artigo, Stern disse que aprendeu que o papel da insulina na função cognitiva está se tornando mais amplamente aceita.
"Eu estava verificando se a insulina era conhecida por afetar a função sináptica, e aprendi que a aplicação nasal de insulina já está sendo testada para ver se é benéfica para outros casos, como pacientes de Alzheimer e até de esquizofrenia".
Stern disse que também descobriu que estudos preliminares indicam que dietas baixas em carboidratos foram terapêutica para algumas pessoas com autismo e Asperger.
"Baseado no que já está na literatura, a insulina tem de ser levada a sério como um elemento causador de autismo", disse Stern. "Espero que os médicos possam dar o próximo passo e estabelecer parâmetros de um rigoroso teste para determinar a melhor forma de usar essa informação para beneficiar os pacientes".
Estudo mostra relação entre aumento de casos de autismo e diabetes
http://www.pernambuco.com/ultimas/nota.asp?materia=20111020202648&assunto=31&onde=Mundo
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domingo, 23 de outubro de 2011
domingo, 16 de outubro de 2011
Justiça obriga Amazonas e Manaus a atender pessoas autistas
O Juizado da Infância e Juventude Cível do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) determinou na última segunda-feira (10 de outubro de 2011) que a Prefeitura de Manaus e o Governo do Amazonas cumpram, em trinta dias, a prestação de atendimento e tratamento adequado à portadores da síndrome de autismo. Caso ocorra o descumprimento da ordem, será aplicada multa de R$ 10 mil por dia.
Segundo o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) formulado pelo Ministério Público do Estado (MPE) as secretarias de saúde do Estado e do Município devem prestar o atendimento e tratamento adequado a pessoas portadoras de síndrome de autismo.
As secretarias devem implementar um Centro de Atenção Psicossocial, Equipes da Estratégia Saúde da Família, equipes de saúde mental na atenção primária e Serviços de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Além disso, será necessário dotar um médico clínico e um assistente social da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) para a Associação Amigos do Autista do Amazonas (AMA), organização que cuida de portadores da síndrome.
O TAC prevê ainda a criação do Plano de Atendimento às Crianças, Adolescentes e Adultos Portadores de Síndrome do Autismo na cidade de Manaus, e a inclusão do orçamento da execução do projeto dentro do Plano Plurianual.
O Município e o Estado devem ainda qualificar profissionais para suprir as necessidades técnicas e operacionais dos serviços do Plano de Atendimento.
Atraso
Segundo o MPE há dois anos ficou acertado que o Município e o Estado iriam suprir as necessidades no atendimento ao autismo, o que não aconteceu.
Justiça obriga Governo do AM e Prefeitura de Manaus a atender e tratar portadores de autismo
A Crítica - 14/10/2011
http://acritica.uol.com.br/manaus/amazonia-Amazonas-Manaus-Justica-Governo-AM-Prefeitura-Manaus_0_572343063.html
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Segundo o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) formulado pelo Ministério Público do Estado (MPE) as secretarias de saúde do Estado e do Município devem prestar o atendimento e tratamento adequado a pessoas portadoras de síndrome de autismo.
As secretarias devem implementar um Centro de Atenção Psicossocial, Equipes da Estratégia Saúde da Família, equipes de saúde mental na atenção primária e Serviços de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Além disso, será necessário dotar um médico clínico e um assistente social da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) para a Associação Amigos do Autista do Amazonas (AMA), organização que cuida de portadores da síndrome.
O TAC prevê ainda a criação do Plano de Atendimento às Crianças, Adolescentes e Adultos Portadores de Síndrome do Autismo na cidade de Manaus, e a inclusão do orçamento da execução do projeto dentro do Plano Plurianual.
O Município e o Estado devem ainda qualificar profissionais para suprir as necessidades técnicas e operacionais dos serviços do Plano de Atendimento.
Atraso
Segundo o MPE há dois anos ficou acertado que o Município e o Estado iriam suprir as necessidades no atendimento ao autismo, o que não aconteceu.
Justiça obriga Governo do AM e Prefeitura de Manaus a atender e tratar portadores de autismo
A Crítica - 14/10/2011
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sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Terapia com jumentos tem bons resultados com pessoas autistas na Espanha
O programa iniciado em setembro pela Associacion Andrea conseguiu melhora dos pacientes
L.F. - ALLARIZ - Em setembro e outubro, usuários da Asociación Autismo Ourense participaram de um Programa Especial de Psicoestimulação Multifuncional Assistida com Jumentos (Psicoestimulación Multifuncional Asistido con Asnos - PMA), realizado pela equipe interdisciplinar da Associacion Andrea, liderada pela psicóloga clínica Elsa Perez e supervisionado por um neurologista e um psiquiatra. Um programa de grande sucesso.
Embora os usuários mostrem grande diversidade em termos de sintomas dos Transtornos do Espectro Autista, com diferentes níveis de severidade e comprometimento, a intervenção foi planejada, principalmente, para desenvolver as áreas de socialização, comunicação verbal e não-verbal e para ampliar seu campo de interesse, oferecendo novas possibilidades de interação comportamental com os animais.
Depois dessa experiência inovadora, a avaliação das equipes terapêuticas de ambas as associações foi muito positiva, já lançando as bases para a continuação de um trabalho conjunto nesta nova área de pesquisa.
Diz Elsa Perez que, "apesar de ter sido um programa curto, já nas primeiras sessões vimos melhorias no nível emocional, com diminuição de comportamentos auto-lesivos e agressivos, e o aumento da resposta de relaxamento, à medida que a sessão avançava". Ao longo do programa, os usuários tiveram a oportunidade de melhorar sua interação social através do contato com os jumentos mediado pelos terapeutas.
A realização destes objetivos abre uma nova linha de investigação para melhorar o desempenho e a independência das pessoas autistas e aponta para a transformação do atual panorama clínico de intervenção terapêutica nessa condição chamada de epidemia invisível da sociedade, pois cada vez há mais e mais crianças com esse transtorno, cuja origem é desconhecida e que não tem até hoje uma terapia única, consensual e eficaz.
La nueva terapia con asnos obtiene buenos resultados en personas con autismo
http://www.farodevigo.es/portada-ourense/2011/10/14/nueva-terapia-asnos-obtiene-buenos-resultados-personas-autismo/588238.html
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L.F. - ALLARIZ - Em setembro e outubro, usuários da Asociación Autismo Ourense participaram de um Programa Especial de Psicoestimulação Multifuncional Assistida com Jumentos (Psicoestimulación Multifuncional Asistido con Asnos - PMA), realizado pela equipe interdisciplinar da Associacion Andrea, liderada pela psicóloga clínica Elsa Perez e supervisionado por um neurologista e um psiquiatra. Um programa de grande sucesso.
Embora os usuários mostrem grande diversidade em termos de sintomas dos Transtornos do Espectro Autista, com diferentes níveis de severidade e comprometimento, a intervenção foi planejada, principalmente, para desenvolver as áreas de socialização, comunicação verbal e não-verbal e para ampliar seu campo de interesse, oferecendo novas possibilidades de interação comportamental com os animais.
Depois dessa experiência inovadora, a avaliação das equipes terapêuticas de ambas as associações foi muito positiva, já lançando as bases para a continuação de um trabalho conjunto nesta nova área de pesquisa.
Diz Elsa Perez que, "apesar de ter sido um programa curto, já nas primeiras sessões vimos melhorias no nível emocional, com diminuição de comportamentos auto-lesivos e agressivos, e o aumento da resposta de relaxamento, à medida que a sessão avançava". Ao longo do programa, os usuários tiveram a oportunidade de melhorar sua interação social através do contato com os jumentos mediado pelos terapeutas.
A realização destes objetivos abre uma nova linha de investigação para melhorar o desempenho e a independência das pessoas autistas e aponta para a transformação do atual panorama clínico de intervenção terapêutica nessa condição chamada de epidemia invisível da sociedade, pois cada vez há mais e mais crianças com esse transtorno, cuja origem é desconhecida e que não tem até hoje uma terapia única, consensual e eficaz.
La nueva terapia con asnos obtiene buenos resultados en personas con autismo
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terça-feira, 27 de setembro de 2011
Doença de Lyme e autismo
| Eric Harryman | FOX40 News | 26/9/2011 |
Sacramento, California
Mary começou a apresentar os sintomas de autismo aos dois anos de idade. Apresentando problemas digestivos, infecções de pele e outros problemas de saúde, ela vivia sentindo dores, o que a levava a se morder, chorar, gemer e bater na cabeça. Durante dezessete anos, seus pais procuraram tratamento para ela.
Quando seus pais a levaram para uma consulta com o Dr. Lynn Mielke, especialista em autismo que lançou um olhar mais amplo sobre a saúde da moça, muita coisa mudou. ele solicitou um teste para a doença de Lyme para Tina, a mãe de Mary. Quando o resultado se mostrou positivo, ele solicitou um exame também para a filha e constatou que era um caso de Lyme congênita. Tina se lembrou, então, que encontrara dois carrapatos em sua pele, pouco antes de engravidar, mas nuca deu importância ao fato, nem o associou a seus próprios problemas de saúde, ou aos da filha.
A doença de Lyme é uma infecção pela bactéria espiroqueta Borrelia burgdorferi, transmitida pela picada de um carrapato infectado. Caracteriza-se por erupção cutânea, sintomas parecidos com gripe nos estágios iniciais e, depois, manifestações artríticas, neurológicas, psiquiátricas e cardíacas. Sua causa só foi descoberta em 1977 na região de Lyme, connecticut, EUA.
O Dr. Mielke afirma que Mary contraiu Lyme da mãe durante a gravidez e acredita que a doença teve um papel fundamental no desenvolvimento do autismo. E sua mãe afirma que, com o tratamento, muitos dos sintomas de autismo da garota vieram a desaparecer.
O médico diz que tem tratado pacientes diagnosticados como autistas que, após serem tratados de Lyme, melhoram tanto que se pode dizer terem deixado de ser autistas.
Fonte:
Treating Lyme induced autism (com vídeo)
http://www.fox40.com/news/headlines/ktxl-treating-lyme-induced-autism-20110926,0,3201075.story
Veja também:
Doença de Lyme no Brasil ou Borreliose brasileira
http://www.invivo.fiocruz.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=745&sid=8
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Sacramento, California
Mary começou a apresentar os sintomas de autismo aos dois anos de idade. Apresentando problemas digestivos, infecções de pele e outros problemas de saúde, ela vivia sentindo dores, o que a levava a se morder, chorar, gemer e bater na cabeça. Durante dezessete anos, seus pais procuraram tratamento para ela.
Quando seus pais a levaram para uma consulta com o Dr. Lynn Mielke, especialista em autismo que lançou um olhar mais amplo sobre a saúde da moça, muita coisa mudou. ele solicitou um teste para a doença de Lyme para Tina, a mãe de Mary. Quando o resultado se mostrou positivo, ele solicitou um exame também para a filha e constatou que era um caso de Lyme congênita. Tina se lembrou, então, que encontrara dois carrapatos em sua pele, pouco antes de engravidar, mas nuca deu importância ao fato, nem o associou a seus próprios problemas de saúde, ou aos da filha.
A doença de Lyme é uma infecção pela bactéria espiroqueta Borrelia burgdorferi, transmitida pela picada de um carrapato infectado. Caracteriza-se por erupção cutânea, sintomas parecidos com gripe nos estágios iniciais e, depois, manifestações artríticas, neurológicas, psiquiátricas e cardíacas. Sua causa só foi descoberta em 1977 na região de Lyme, connecticut, EUA.
O Dr. Mielke afirma que Mary contraiu Lyme da mãe durante a gravidez e acredita que a doença teve um papel fundamental no desenvolvimento do autismo. E sua mãe afirma que, com o tratamento, muitos dos sintomas de autismo da garota vieram a desaparecer.
O médico diz que tem tratado pacientes diagnosticados como autistas que, após serem tratados de Lyme, melhoram tanto que se pode dizer terem deixado de ser autistas.
Fonte:
Treating Lyme induced autism (com vídeo)
http://www.fox40.com/news/headlines/ktxl-treating-lyme-induced-autism-20110926,0,3201075.story
Veja também:
Doença de Lyme no Brasil ou Borreliose brasileira
http://www.invivo.fiocruz.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=745&sid=8
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domingo, 25 de setembro de 2011
Escola expulsa autista em Contagem (MG)
Reportagem da TV Alterosa exibiu um dos mais absurdos casos de exclusão escolar de que temos notícia: o Conselho Escolar da Escola Municipal Coronel Antônio Augusto Diniz Costa, da cidade mineira de Contagem, prmoveu um abaixo-assinado pedindo que um aluno autista de oito anos fosse "retirado" da escola!
Na reportagem, surpreendentemente, a vice-diretora Heloísa Ribeiro da Rocha afirmou que nunca houve discriminação na escola e que acredita que seria melhor para o aluno que fosse para outra instituição! Se isso não é preconceito, o que seria?
Proteste! O Secretário de Educação de Contagem se chama Lindomar Diamantino Segundo e é graduado em Filosofia e Ciências Sociais. Seu e-mail é lindomar.segundo@contagem.mg.gov.br e o e-mail da Secretaria é educacao@contagem.mg.gov.br
A prefeita de Contagem, Marília Aparecida Campos, é psicóloga.
Se quiser enviar um fax, não vacile: (31)3352-7001
Assista à reportagem aqui:
Escola expulsa aluno autista
| Darlisson Dutra | TV Alterosa | 23/9/2011 |
http://www.alterosa.com.br/html/noticia_interna,id_sessao=7&id_noticia=61541/noticia_interna.shtml
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Na reportagem, surpreendentemente, a vice-diretora Heloísa Ribeiro da Rocha afirmou que nunca houve discriminação na escola e que acredita que seria melhor para o aluno que fosse para outra instituição! Se isso não é preconceito, o que seria?
Proteste! O Secretário de Educação de Contagem se chama Lindomar Diamantino Segundo e é graduado em Filosofia e Ciências Sociais. Seu e-mail é lindomar.segundo@contagem.mg.gov.br e o e-mail da Secretaria é educacao@contagem.mg.gov.br
A prefeita de Contagem, Marília Aparecida Campos, é psicóloga.
Se quiser enviar um fax, não vacile: (31)3352-7001
Assista à reportagem aqui:
Escola expulsa aluno autista
| Darlisson Dutra | TV Alterosa | 23/9/2011 |
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sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Ginástica em Manaus
| D24AM | 22/9/2011 |
O programa Viva as Diferenças, da prefeitura de Manaus, tem um projeto de atividades direcionadas a crianças com autismo.
Secretaria Municipal de Desporto e Lazer (SEMDEJ) de Manaus, em parceria com o grupo Mãos Unidas pelo Autismo (MUPA) e a Federação Amazonense de Ginástica (FAG), desenvolve um projeto de Ginástica Artística para crianças com Síndrome de Autista, com a finalidade de promover a integração de crianças autistas nas atividades esportivas dos Centros de Esportes e Lazer (CELs).
Tendo um mês de atividades, a Ginástica para Autistas conta com cerca de dez crianças entre quatro e doze anos, com a perspectiva de criar mais turmas, até para bem menores. "Estamos ainda no começo, mas esperamos bem mais crianças para que possamos aumentar a quantidade de turmas" comenta o coordenador Eldo Gomes.
As aulas são ministradas às sextas-feiras, de 8h00 as 10h00, no CEL do Eldorado (Av. Rondônia, s/n, Conj. Eldorado, Parque Dez) com materiais de ginástica cedidos pela FAG.
Crianças autistas praticam ginástica artística em Manaus
22 Set 2011
http://www.d24am.com/esportes/mais-esportes/criancas-autistas-praticam-ginastica-artistica-em-manaus/36583
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Tendo um mês de atividades, a Ginástica para Autistas conta com cerca de dez crianças entre quatro e doze anos, com a perspectiva de criar mais turmas, até para bem menores. "Estamos ainda no começo, mas esperamos bem mais crianças para que possamos aumentar a quantidade de turmas" comenta o coordenador Eldo Gomes.
As aulas são ministradas às sextas-feiras, de 8h00 as 10h00, no CEL do Eldorado (Av. Rondônia, s/n, Conj. Eldorado, Parque Dez) com materiais de ginástica cedidos pela FAG.
Crianças autistas praticam ginástica artística em Manaus
22 Set 2011
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quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Falsa psicologa consegue habeas corpus
A falsa psicóloga Beatriz da Silva Cunha que, por doze anos, atendeu crianças autistas se apresentando como especialista no método ABA (Análise do Comportamento Aplicada, na sigla em inglês), teve seu habeas corpus concedido pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. A decisão causou a revolta do advogado Gilson Moreira, de 48 anos, cujo filho, Igor, de oito, foi uma das vítimas da falsária.
Fontes:
Falsa psicóloga vai responder em liberdade
Band - 22/9/2011
http://www.band.com.br/noticias/cidades/noticia/?id=100000457658
Pai de vítima se revolta com liberdade de falsa psicóloga
Cuiabá / Várzea Grande, 22/09/2011
http://www.odocumento.com.br/noticia.php?id=373259
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Fontes:
Falsa psicóloga vai responder em liberdade
Band - 22/9/2011
http://www.band.com.br/noticias/cidades/noticia/?id=100000457658
Pai de vítima se revolta com liberdade de falsa psicóloga
Cuiabá / Várzea Grande, 22/09/2011
http://www.odocumento.com.br/noticia.php?id=373259
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